É claro que não queremos ensinar ninguém como perder o marido, mas alertar as esposas incautas a não alimentar ideias negativas e destrutivas, que são geradas pela mente deseducada e indisciplinada. Daremos exemplos de forma despretensiosa, mas com o desejo forte de que nossas leitoras e leitores reflitam sobre o que devemos evitar.
Milena estava feliz,
pois enfim havia realizado seu maior sonho que era casar-se com Roberto.
De volta da lua-de-mel, eles experimentaram colocar os pés na vida real. Ela e o esposo trataram de cuidar cada um de seus afazeres... cotidiano né? Vida de casado é uma delícia quando está no início. O casal fica entretido um com o outro... sexo... sexo e mais sexo! Ah que maravilha! É o amor, a paixão, a cordialidade, os pombinhos arrulhando o tempo todo...
De volta da lua-de-mel, eles experimentaram colocar os pés na vida real. Ela e o esposo trataram de cuidar cada um de seus afazeres... cotidiano né? Vida de casado é uma delícia quando está no início. O casal fica entretido um com o outro... sexo... sexo e mais sexo! Ah que maravilha! É o amor, a paixão, a cordialidade, os pombinhos arrulhando o tempo todo...
Algum
tempo depois...
Os defeitos começam a
chamar atenção, é... não dá para ser todo o tempo paciente e elegante,
romântico (a) e amoroso (a), atencioso (a) e gentil.
Cada dia traz consigo uma característica nova, não encontraremos um dia da semana igual ao outro, eles não se reptem por mais parecidos que sejam. Existem os difíceis, os atípicos, os com complicações que vêm como testes de resistência para cada um de nós e, dias mais tranquilos, em que podemos respirar aliviados. Uma coisa é digna de nota, somos nós e somente nós, quem dizemos como eles serão. Por exemplo, sempre teremos que decidir se aceitaremos provocações e ficarmos chateados por muito tempo ou não. Se nos desviaremos dos obstáculos de cada dia e se permitiremos que pessoas e/ou situações nos tirem do sério ou não!
É nossa escolha também o que faremos com os pensamentos negativos e de baixo teor vibratório, serão nossos companheiros diários? Ou não?
A escolha será sempre nossa!
Milena escolheu se hospedeira do mal, não se vigiou e não quis disciplinar-se tornando-se pouco a pouco prisioneira do medo e escrava dos maus pensamentos...
O marido, um jovem e belo rapaz trazia na face o semblante da paz, era alegre e muito responsável. Só uma situação o tirava desse estado invejável de espírito, as cobranças injustas de Milena.
A segunda-feira chegou e eles levantaram cedo, arrumam-se e fizeram a primeira alimentação do dia.
Roberto fez uma prece mental de agradecimento por mais aquele dia, saiu de casa vestido de maneira impecável em direção ao trabalho, bem disposto e cheio de ideias para apresentar ao chefe.
Milena enquanto arrumava-se de qualquer jeito e pobremente, pensava no porquê do marido se perfumar para ir trabalhar e apresentar-se em público sempre elegantemente trajado, vistoso e sempre bem humorado... (para ela isso poderia chamar a atenção de alguma mulher). Deixou a mente vagar solta e sem controle. Imagens de mulheres (executivas sensuais maravilhosas) lhe surgiam na mente, desapareciam como fumaça ao vento e ressurgiam mais extravagantes e fortes ainda. Agitava-se com o teor de seus pensamentos e já estava mal humorada, com a facie carregada denunciando que ganharia mais uma ruga de preocupação.
No decorrer da semana ela se sobrecarregava ainda mais com mais pensamentos inferiores e afirmava temerosa, de si para consigo mesma, que Roberto arrumaria uma amante!
Cada dia traz consigo uma característica nova, não encontraremos um dia da semana igual ao outro, eles não se reptem por mais parecidos que sejam. Existem os difíceis, os atípicos, os com complicações que vêm como testes de resistência para cada um de nós e, dias mais tranquilos, em que podemos respirar aliviados. Uma coisa é digna de nota, somos nós e somente nós, quem dizemos como eles serão. Por exemplo, sempre teremos que decidir se aceitaremos provocações e ficarmos chateados por muito tempo ou não. Se nos desviaremos dos obstáculos de cada dia e se permitiremos que pessoas e/ou situações nos tirem do sério ou não!
É nossa escolha também o que faremos com os pensamentos negativos e de baixo teor vibratório, serão nossos companheiros diários? Ou não?
A escolha será sempre nossa!
Milena escolheu se hospedeira do mal, não se vigiou e não quis disciplinar-se tornando-se pouco a pouco prisioneira do medo e escrava dos maus pensamentos...
O marido, um jovem e belo rapaz trazia na face o semblante da paz, era alegre e muito responsável. Só uma situação o tirava desse estado invejável de espírito, as cobranças injustas de Milena.
A segunda-feira chegou e eles levantaram cedo, arrumam-se e fizeram a primeira alimentação do dia.
Roberto fez uma prece mental de agradecimento por mais aquele dia, saiu de casa vestido de maneira impecável em direção ao trabalho, bem disposto e cheio de ideias para apresentar ao chefe.
Milena enquanto arrumava-se de qualquer jeito e pobremente, pensava no porquê do marido se perfumar para ir trabalhar e apresentar-se em público sempre elegantemente trajado, vistoso e sempre bem humorado... (para ela isso poderia chamar a atenção de alguma mulher). Deixou a mente vagar solta e sem controle. Imagens de mulheres (executivas sensuais maravilhosas) lhe surgiam na mente, desapareciam como fumaça ao vento e ressurgiam mais extravagantes e fortes ainda. Agitava-se com o teor de seus pensamentos e já estava mal humorada, com a facie carregada denunciando que ganharia mais uma ruga de preocupação.
No decorrer da semana ela se sobrecarregava ainda mais com mais pensamentos inferiores e afirmava temerosa, de si para consigo mesma, que Roberto arrumaria uma amante!
Assim foram seus dias,
cada vez mais tensos e, infelizmente, Milena respondia a todos esses pensamentos com mais criações
mentais inferiores.

