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sexta-feira, 7 de julho de 2017

SUICÍDIO, SALDO NEGATIVO DIANTE DA LEI DE AÇÃO E REAÇÃO,

PERGUNTA:  Como é visto no campo espiritual o problema do suicídio?

RAMATIS: 
Não podemos esquecer que a sementeira é livre, porém, a colheita obrigatória. Portanto, o suicídio pode ser interpretado ora como patológico, ora como desespero por causa da perda de bens materiais, ora como resultado de paixões insatisfeitas e, ora como punição a alguém. Em qualquer dos casos, continua sendo crime doloso e, consequentemente, sujeito às penalidades legais, começando por ter o suicida de encarnar novamente para completar o ciclo vivencial interrompido e, depois, outra reencarnação de risco para colher a sementeira de joio, saldando seu débito na contabilidade sideral, perdendo tempo e energia na sua evolução espiritual.
O suicida é um trânsfuga das responsabilidades por ele criadas. Fugindo do dever cármico, não só prolonga sua aspiração libertadora, como aumenta seu saldo negativo diante da Lei de Ação e Reação.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Dos médiuns de fim de semana nos grupos de “apometria”



 
Triste constatação fazemos quando voltamos nossos olhares para os grupos de pessoas vaidosas e egoístas, que se intitulam “apômetras” e afirmam intimamente serem “os escolhidos” ou se preferirem “missionários”.
Sob análise profunda, porém desprovida de julgamentos antifraternos, exporemos aqui nossa apreensão.
Uma infeliz realidade é a de que em alguns grupos há médiuns dotados de certo conhecimento teórico (os líderes), mas desprovidos de humildade. Alugam imóveis, salas de escritório, apartamentos, entre outros, completamente inapropriados para este tipo de trabalho. São locais grosseiramente adaptados para atender-lhes os caprichos tolos da vaidade desmedida. Alguns destes irmãos citados acima acreditam piamente que podem fazer a diferença no Universo. Creem que são especiais, dotados por Deus, de poder de decisão sobre a vida das pessoas. Ingenuamente acreditam que o Criador lhes “outorgou” o “direito” de interferir no livre arbítrio de seus semelhantes, ou seja, agem como se “tivessem” o poder de decisão sobre o livre arbítrio das pessoas, principalmente as que expiam seus carmas. Fazem isso sob a alegação de terem para tanto “carta branca” que lhes foi concedida por espíritos da alta hierarquia do plano superior!
Irmãos, nos referimos neste despretensioso texto aos que se iludem e que se perdem ao longo da caminhada, induzindo outros a se perderem, aos que se julgam indispensáveis como médiuns e sob missão de "proteger o Cosmos".
Como afirmou num texto o médium Adriano (do Triângulo da Fraternidade), “das consciências que se perdem na sombra do próprio ego.” E ele diz mais: