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domingo, 19 de março de 2017

A VAIDADE COMO PORTA DE ACESSO DOS OBSESSORES


Nesse texto queremos expor de forma respeitosa o  tema espinhoso que é a vaidade,e é o que faremos no tema proposto.
A finalidade é refletirmos sobre nossas mazelas e imperfeições no campo da vida, principalmente entre médiuns e tarefeiros das casas espiritualistas.
Sem a intenção da crítica antifraterna, desejamos levar aos nossos leitores apenas o convite à reflexão, ao olhar voltado para nós mesmos.
A pergunta que os tarefeiros e médiuns jamais devem deixar de fazer: como tenho trabalhado a minha vaidade ao longo dessa minha caminhada evolutiva?
Nas casas espiritualistas desde sempre nos deparamos com nossos reflexos íntimos exteriorizados de diversas formas no dia-a-dia, no convívio lado a lado com os companheiros de caminhada evolutiva, também conhecidos por tarefeiros ou simplesmente médiuns.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Dos médiuns de fim de semana nos grupos de “apometria”



 
Triste constatação fazemos quando voltamos nossos olhares para os grupos de pessoas vaidosas e egoístas, que se intitulam “apômetras” e afirmam intimamente serem “os escolhidos” ou se preferirem “missionários”.
Sob análise profunda, porém desprovida de julgamentos antifraternos, exporemos aqui nossa apreensão.
Uma infeliz realidade é a de que em alguns grupos há médiuns dotados de certo conhecimento teórico (os líderes), mas desprovidos de humildade. Alugam imóveis, salas de escritório, apartamentos, entre outros, completamente inapropriados para este tipo de trabalho. São locais grosseiramente adaptados para atender-lhes os caprichos tolos da vaidade desmedida. Alguns destes irmãos citados acima acreditam piamente que podem fazer a diferença no Universo. Creem que são especiais, dotados por Deus, de poder de decisão sobre a vida das pessoas. Ingenuamente acreditam que o Criador lhes “outorgou” o “direito” de interferir no livre arbítrio de seus semelhantes, ou seja, agem como se “tivessem” o poder de decisão sobre o livre arbítrio das pessoas, principalmente as que expiam seus carmas. Fazem isso sob a alegação de terem para tanto “carta branca” que lhes foi concedida por espíritos da alta hierarquia do plano superior!
Irmãos, nos referimos neste despretensioso texto aos que se iludem e que se perdem ao longo da caminhada, induzindo outros a se perderem, aos que se julgam indispensáveis como médiuns e sob missão de "proteger o Cosmos".
Como afirmou num texto o médium Adriano (do Triângulo da Fraternidade), “das consciências que se perdem na sombra do próprio ego.” E ele diz mais:

sábado, 16 de novembro de 2013

Era uma vez...

  

Era uma vez... um centro espiritualista  onde eram atendidas centenas de pessoas todo mês. Realizavam-se ali inúmeros tipos de trabalhos de caridade , inclusive aqueles que confrontavam os problemas atuais dos consulentes com os entrelaçamentos reencarnatórios,  que funcionavam em mais de um grupo.
Um destes grupos era diferenciado pela abordagem um tanto esotérica dada por conta de seu dirigente, sabidamente muito estudioso do assunto e pesquisador ferrenho. Porém a medida que o grupo foi se consolidando começou a haver uma urgência cada vez maior do dirigente em encerrar o quanto antes os atendimentos do dia para possibilitar outros experimentos "intuídos" por ele, chegando mesmo a haver negativa em atender pessoas  provenientes de longe, apesar do descontentamento dos outros trabalhadores. Um trabalho que havia iniciado com o atendimento fraterno de inúmeros consulentes para resolver repercussões de vidas passadas na encarnação atual evoluiu para incursões "holywoodianas" para desmantelar bases umbralinas e capturar magos negros atlantes, culminando com triangulações energéticas com  planetas de constelações longínquas, berço dos primeiros habitantes voluntários ou degredados de nosso orbe, a fim de irradiar o Cosmos. Acreditava-se o dirigente capaz inclusive de utilizar energias manipuladas pelas civilizações primordiais e mais evoluídas de nossa história, e que em grande parte contribuíram para a derrocada das mesmas.
E cada vez menos atendimentos presenciais para as filas de espera de consulentes necessitados...Obviamente começou a haver um esvaziamento do grupo  pela discordância dos trabalhadores em relação a tal postura, mas o dirigente seguiu firme em seus propósitos e convicções, atribuindo a falta de capacidade dos outros o abandono do trabalho. Quando finalmente houve a necessidade de garimpar trabalhadores em outros grupos para manter o seu funcionando, eis que, surpreso, constatou que ninguém foi candidato a trabalhar com ele mesmo sendo uma sumidade em tais conhecimentos. Ainda assim atribuiu o fato a inveja de sua sapiência e resolveu seguir sozinho nas suas atividades, alegando estar constantemente sob irradiação dos mestres ascensionados e de irmãos de luz altamente evoluídos , habitantes de outros planos e galáxias que o teriam eleito para  servir de instrumento para auxiliar a entrada da Terra na Nova Era. E desta forma adoeceu e desencarnou rapidamente por ter a certeza de não necessitar de tratamentos terrenos uma vez que contava com a mais ampla cobertura espiritual tal a importância de seu trabalho aos olhos do Mais Alto. Desencarnou com a convicção de que atendimentos presenciais caritativos para a enorme população necessitada era um trabalho banal e que poderia ser feito pelas dezenas de médiuns medíocres que formavam a corrente de seu centro, mas o trabalho ao qual ele se dedicava necessitava obrigatoriamente de um médium de seu quilate.