À noite, quando o espírito abandona o seu corpo adormecido e contempla diretamente as paisagens ou os acontecimentos que se sucedem no mundo astral, a sua percepção psíquica o capacita a fixá-los nas suas cores correspondentes, mas isso não ocorre quando se trata de sonhos produzidos pela emersão da memória astral das vidas passadas ou mesmo das lembranças cotidianas, cujas imagens, então, se apresentam em preto-branco, mesmo porque são mais comuns as evocações pretéritas e as influências da vida carnal cotidiana quando o espírito se ausenta do corpo físico adormecido.
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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 13 de março de 2015
Ramatís elucida sobre os sonhos coloridos e em preto e branco.
À
noite, quando o espírito abandona o seu corpo adormecido e contempla
diretamente as paisagens ou os acontecimentos que se sucedem no mundo
astral, a sua percepção psíquica o capacita a fixá-los nas suas cores
correspondentes, mas isso não ocorre quando se trata de sonhos
produzidos pela emersão da memória astral das vidas passadas ou mesmo
das lembranças cotidianas, cujas imagens, então, se apresentam em
preto-branco,
mesmo porque são mais comuns as evocações pretéritas e as influências
da vida carnal cotidiana quando o espírito se ausenta do corpo físico
adormecido.Uma
grande parte dos sonhos é apenas conseqüente dos desejos e impulsos
instintivos da criatura, que emergem à noite, impulsionados pela própria
luta interior que a alma sustenta entre o senso crítico do inconsciente
e do consciente. Neste caso, o sonho é quase que só a revivescência dos
próprios conflitos da vida física, que se transformam em imagens
atropeladas pelas emersões e recalques mentais, e não qualquer visão ou
participação direta do espírito no mundo astral. Quando os sonhos são
coloridos e acompanhados de impressões vigorosas, nitidamente recordadas
ao despertar, em verdade não se trata de sonhos fantasiados, mas de
acontecimentos reais que foram vividos pela alma durante a sua saída
astral. Por isso, embora fatos ocorridos durante uma vivência íntima
fora do corpo físico, deixam a sensação perfeita de coisas objetivas,
que são gravadas definitivamente pela alma encarnada. Em sua maior
parte, os sonhos coloridos são frutos dessa observação direta da própria
alma nos seus fugazes momentos de liberdade astral, pois quando se
trata apenas de flutuações do subconsciente ou de reminiscências da vida
cotidiana, à noite, se transformam em imagens branco-pretas.
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