Era
sexta-feira, noite de trabalhos caritativos e Dilermando encontrava-se ansioso esperando
o momento de adentrar a sala do atendimento fraterno. Ele era o segundo da fila
e aguardava em silêncio e esperançoso de que houvesse uma solução para os
sofrimentos que sua alma atormentada enfrentava. Quando viu-se no fundo do
poço, rogou a Deus que o socorresse pois não queria viver mais, os espíritos
caridosos ouvindo suas súplicas lhe foram assistir de perto o sofrimento acerbo.
Uma vizinha, sabendo de sua desgraça ofereceu-lhe ajuda, disse que poderia conduzi-lo a uma casa de Umbanda que frequentava há anos, para que recebesse auxílio espiritual, socorro esse que aceitou como se se agarrasse a uma tábua de salvação.
Foi convidado a entrar na simpática e acolhedora salinha, no que fora recebido cordialmente por nobre senhor gentil e com um agradável sorriso nos lábios, que iniciou os primeiros diálogos esclarecedores.
Uma vizinha, sabendo de sua desgraça ofereceu-lhe ajuda, disse que poderia conduzi-lo a uma casa de Umbanda que frequentava há anos, para que recebesse auxílio espiritual, socorro esse que aceitou como se se agarrasse a uma tábua de salvação.
Foi convidado a entrar na simpática e acolhedora salinha, no que fora recebido cordialmente por nobre senhor gentil e com um agradável sorriso nos lábios, que iniciou os primeiros diálogos esclarecedores.
