É difícil delimitar, mesmo na profundeza racional, onde começa e termina, em qualquer escrito nobre, a súplica. Achamos que toda a palavra construtiva e letras ordenadas pelos bons princípios são orações, que se vinculam a faixa divina, pela vontade humana mais ou menos educada, para que se materialize na Terra, p ideal do Bem. No entanto, percebemos a sutileza da prece, pois ela difere um pouco das conversações comuns e, pelos contextos dos livros, é como se estivéssemos falando a alguém que somente nos ouve e registra os nossos pedidos na mais alta justiça, computando para nós somente o que nos faz bem. O místico ou o santo vive em completa oração.
