PERGUNTA: Gostaríamos
que nos explicásseis como é que o psicômetro exerce a sua faculdade.
RAMATÍS:
O psicômetro, concentrando-se profundamente na "aura" do objeto ou
coisa material que pretende auscultar, pouco a pouco vai captando os eflúvios psíquicos
da freqüência vibratória que os envolve; e então começa a sentir, pela sua projeção
no perispírito, a série de imagens que, em ordem decrescente, vão-lhe
assinalando os fatos na ordem inversa. Supondo que um competente psicômetro,
tornando um anelou jóia que pertenceu a um fidalgo da corte de Luís XV; submete
o espectro áurico dessa jóia a uma análise de investigação vibratória, logo,
então, ele começa a se aperceber de todos os acontecimentos que se desenrolam
em torno do referido objeto ou, para melhor definição, de todos os fatos a que
o anel "assistiu", desde o momento em que o dito fidalgo começou a usá-lo.
Porém, os acontecimentos surgirão em ordem inversa, isto é, do presente para o passado.
Na chamada literatura ocultista encontrareis suficientes
comprovações de fatos verídicos revelados pela psicometria. Às vezes, é
suficiente um fragmento de papel, pano, metal ou mesmo de pedra, que permaneceu
nas adjacências de importante cerimônia pública, de uma batalha ou mesmo de
fatos sem grande importância; mas o psicômetro bem desenvolvido relata os
acontecimentos "assistidos" pelo objeto.
