sábado, 15 de abril de 2017

CUIDADO COM O QUE FALAS




O pensamento é a “ferramenta” mais poderosa do Universo. A fala é o seguimento do pensamento que se materializa em sons. As palavras têm energia.
Em nossa mente passa todo tipo de imagem e informação de acordo com nossas afinidades e gostos e cada ser humano é dotado de uma personalidade própria, pois somos o reflexo de nossas experiências passadas e presentes sejam elas positivas ou não, isto é, exteriorizamos nossa personalidade através também da nossa fala.  Manifestamos aos outros tudo aquilo o que sentimos; nossas ideias, afirmações, medos, anseios, alegrias, frustrações, até mesmo nossos sonhos não realizados se materializam através do verbo (através das lamentações) as reclamações, impropérios, etc.

domingo, 9 de abril de 2017

AMIZADE COLETIVA



A amizade coletiva é de amplitude infinita, e disso depende a alma em crescimento na vida. Compreender o valor dos outros e o intercâmbio entre as criaturas é despertar o amor permanente no coração. A coletividade é uma família maior, e para que essa comunidade seja feliz, necessário se faz que reine paz em todos os corações.

A sociologia moderna induz o homem ao preparo em todos os níveis do entendimento. Que a oportunidade de aprender se estenda aos companheiros do campo, das favelas, às domésticas e aos menos favorecidos pela sorte, consoante a velha máxima bíblica: "Ganhareis o pão com o suor do vosso rosto", ou ainda, segundo um provérbio que diz: "A verdadeira caridade consiste não em dar peixe
ao homem, mas em ensiná-lo a pescar".

domingo, 26 de março de 2017

MEDO E NEGATIVISMO AO EXTREMO – AS PORTAS DE ACESSO PARA A PATOLOGIA.



O medo é um dos sentimentos mais primitivos e que surge com a criatura. Desde os tempos mais remotos esse sentimento tinha a importância de manter vivas as criaturas num ambiente hostil e perigoso. Ele serve para nos fazer recuar diante do perigo seja ele qual for, analisando cautelosamente as probabilidades de sobrevivermos e/ou de nos preservarmos da dor.
O medo é um “alerta” saudável e necessário à nossa sobrevivência, entretanto, queremos enfatizar nesse despretensioso texto, os perigos do medo doentio que paralisa o indivíduo diante das adversidades e das oportunidades de crescimento no campo da vida (atuando em todas as áreas e em todas as idades com perfil patológico)...

sábado, 25 de março de 2017

AMOR A DOIS


O amor é assunto sagrado para os homens, tanto quanto é o instinto de vida para os animais e a lei para as coisas que nos servem. Ninguém vive sem amar. As criaturas têm carência de afetividade, tanto ou muito mais que de alimento para o corpo físico, pois ele é alimento dos mais qualificados para a alma. No entanto, as suas divisões são inúmeras, de acordo com as necessidades. Aqui, tratamos mais acentuadamente do amor a dois. É justo que esse amor seja um pouco diferente do amor universalizado, do amor de pais com filhos e filhos com pais, do amor aos enfermos, do amor aos parentes, do amor â Terra, do amor às plantas e do amor aos animais. E, assim, sucessivamente.
No amor a dois, tem que existir um pouco de egoísmo, mas aquele tão fraco que perde seu significado comum, porque cede um pouco para o dever. Assemelhase, nesse caso, à água para matar a sede: quente, é insuportável; solidificada, não serve; fria, é adequada. No amor a dois, tem de haver um pouco de ciúme, mas aquele que não escandaliza, que não se faz acompanhar pelo ódio e pela vingança, que não maltrata, que não perturba. Aquele em que a ponderação faz perder a ferocidade e alivia a tensão, sendo, apenas, vigilância. Ele é como todos os alimentos: com excesso, fazem-nos mal.

domingo, 19 de março de 2017

A VAIDADE COMO PORTA DE ACESSO DOS OBSESSORES


Nesse texto queremos expor de forma respeitosa o  tema espinhoso que é a vaidade,e é o que faremos no tema proposto.
A finalidade é refletirmos sobre nossas mazelas e imperfeições no campo da vida, principalmente entre médiuns e tarefeiros das casas espiritualistas.
Sem a intenção da crítica antifraterna, desejamos levar aos nossos leitores apenas o convite à reflexão, ao olhar voltado para nós mesmos.
A pergunta que os tarefeiros e médiuns jamais devem deixar de fazer: como tenho trabalhado a minha vaidade ao longo dessa minha caminhada evolutiva?
Nas casas espiritualistas desde sempre nos deparamos com nossos reflexos íntimos exteriorizados de diversas formas no dia-a-dia, no convívio lado a lado com os companheiros de caminhada evolutiva, também conhecidos por tarefeiros ou simplesmente médiuns.