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sábado, 15 de abril de 2017

CUIDADO COM O QUE FALAS




O pensamento é a “ferramenta” mais poderosa do Universo. A fala é o seguimento do pensamento que se materializa em sons. As palavras têm energia.
Em nossa mente passa todo tipo de imagem e informação de acordo com nossas afinidades e gostos e cada ser humano é dotado de uma personalidade própria, pois somos o reflexo de nossas experiências passadas e presentes sejam elas positivas ou não, isto é, exteriorizamos nossa personalidade através também da nossa fala.  Manifestamos aos outros tudo aquilo o que sentimos; nossas ideias, afirmações, medos, anseios, alegrias, frustrações, até mesmo nossos sonhos não realizados se materializam através do verbo (através das lamentações) as reclamações, impropérios, etc.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Guerra entre familiares, como combatê-la?


“aquele que conhece o inimigo e a si mesmo, lutará cem batalhas sem perigo de derrota;  para aquele que não conhece o inimigo, mas conhece a si mesmo, as chances para a vitória ou para a derrota serão iguais;  aquele que não conhece nem o inimigo e nem a si próprio, será derrotado em todas as batalhas.” 
(Do livro: Sun Tzu – A Arte da Guerra.)

Nos templos religiosos é comum as pessoas relatarem problemas de desentendimento entre os parentes  dentro de seus lares. São os antagonismos e a intolerância que levam esses mesmos familiares aos desentendimentos mais estressantes.
Os consulentes chegam as casas de umbanda, por exemplo, exauridos e enfraquecidos psiquicamente, reclamando absolutamente de tudo culpando e responsabilizando a todos! Mas o que podemos fazer para amenizar essa situação?
Quando os membros de uma mesma família se hostilizam, não se respeitam e não cultivam os bons modos dentro do lar, está claro que existem inúmeros problemas. Uns culpam os outros por seus fracassos, por suas frustrações, pelas derrotas pessoais, etc. Outros transformam-se em eternas vítimas, escondendo-se por trás das desculpas esfarrapadas de cada dia , das hierarquias (conveniência) e do orgulho.  
Milhares de consulentes chegam as boas casas umbandistas, deprimidos e irritadiços, cansados e endurecidos, porque acreditam que o outro lhes provocou e lhes feriu primeiro... será mesmo? E se for verdade como fazer para evitar esses atritos desnecessários? 
O problema está dentro de você! 
Por exemplo: 
Maria é irmã de João e os dois vivem às turras. João hoje falou desaforos para Maria, que por sua vez retrucou. Nesse combate ele levou a “melhor” e ela ficou furiosa por todo o dia, completamente azeda e irritada. Todas essas reações lhe acarretaram tremedeira pelo corpo e uma dor de cabeça daquelas. 
Convenhamos meus amigos, Maria, a nossa personagem fictícia, escolheu perder o controle, não foi o que o seu irmão lhe disse ou como ele lhe disse que a tirou do sério, mas sim a forma como ela assimilou os xingamentos. O problema está com Maria, que deixou-se conduzir pelos caminhos da raiva, ela mesma deu entrada às provocações do irmão e ainda permitiu que sua mente reproduzisse a cada minuto as imagens desagradáveis do desentendimento anterior e os xingamentos recíprocos.
Quanto mais pensava, mais se enraivecia e mais envenenava-se. O resultado disso como já sabemos foi uma terrível dor de cabeça.
Façamos agora o contrário para mostrar que o controle emocional pode ser nosso maior aliado.
Por exemplo: 
Maria e seu irmão João não combinam e hoje ele lhe falou desaforos. Ela por sua vez não se incomodou. Ele insistiu nos xingamentos, mas ela não aceitou suas provocações e por isso levou a melhor. João sentiu-se mais irritado e frustrado porque ficou falando sozinho.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Obsessores de nós mesmos.









Um dos maiores erros que nós espíritas cometemos ou por desatenção ou por ignorância, é o fato de não prestarmos atenção nos membros de nossa família.
O esposo, a esposa, os filhos, irmãos e os pais, por exemplo, ou são na maioria das vezes, nossos desafetos do passado ou criaturas que nos são simpáticas e afins.
Não falaremos da obsessão de desencarnado para encarnado e sim, da de encarnado para encarnado.
Não nos é obscuro o fato de que milhares de pessoas dentro de seus lares se odeiam, sentem verdadeira aversão uma pela outra.
Em muitos casos os encarnados se toleram quando não podem se largar! Conhecemos casos de irmãos que são verdadeiros obsessores um do outro (brigas e desentendimentos constantes, agressões físicas, verbais, disputas, competições, ciúmes, assassinatos,etc.). Sabemos que existem mães que são verdadeiras obsessoras de suas filhas, são controladoras, ciumentas, possessivas, chantagistas... As educam e as preparam mal para a vida e no final das contas, fogem a toda responsabilidade, “jogando” a culpa de terem sido péssimas mães, muitas vezes, nas próprias filhas.
Muitos de nós não conseguimos admitir que aquele que vive sob o mesmo teto é um inimigo do passado, que está  encarnado, prefererimos crer que as antipatias e os constantes desentendimentos são na verdade, “probleminhas de convivência”.
Fugimos a todo custo de uma meditação mais aprofundada sobre nós mesmos e sobre o nosso próximo mais próximo. Concordemos que é muito difícil nos vermos na pele daquele que obsidia, pois para muitos de nós julgamos erradamente que o outro é que perdeu a razão, ele é quem erra e nós somos suas vítimas”.
Irmãos, na maioria das vezes recebemos em nosso lar como filhos, aqueles que nos obsidiaram do plano espiritual. E não nos iludamos quanto a ideia de que só um de nós é o devedor, pois todos de certa forma, já prejudicamos muito aqueles que hoje estão como nossos entes encarnados mais próximos. Façamos uma análise despretensiosa  e honesta sobre este tema olhando para as nossas vidas e logo perceberemos que somos devedores daqueles com quem temos dificuldades de convivência, por isso tão necessário se faz o perdão, mais importante ainda é o entendimento do que seja perdoar!