“aquele que conhece o inimigo e a si mesmo, lutará cem batalhas
sem perigo de derrota; para aquele que
não conhece o inimigo, mas conhece a si mesmo, as chances para a vitória ou
para a derrota serão iguais; aquele
que não conhece nem o inimigo e nem a si próprio, será derrotado em todas as
batalhas.”
(Do livro: Sun Tzu – A Arte da Guerra.)
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Nos templos religiosos é comum as pessoas
relatarem problemas de desentendimento entre os parentes dentro de seus lares. São os antagonismos e a
intolerância que levam esses mesmos familiares aos desentendimentos mais estressantes.
Os consulentes chegam as casas de umbanda, por exemplo, exauridos e enfraquecidos psiquicamente, reclamando absolutamente de tudo culpando e responsabilizando a todos! Mas o que podemos fazer para amenizar essa situação?
Quando os membros de uma mesma família se hostilizam, não se respeitam e não cultivam os bons modos dentro do lar, está claro que existem inúmeros problemas. Uns culpam os outros por seus fracassos, por suas frustrações, pelas derrotas pessoais, etc. Outros transformam-se em eternas vítimas, escondendo-se por trás das desculpas esfarrapadas de cada dia , das hierarquias (conveniência) e do orgulho.
Milhares de consulentes chegam as boas casas umbandistas, deprimidos e irritadiços, cansados e endurecidos, porque acreditam que o outro lhes provocou e lhes feriu primeiro... será mesmo? E se for verdade como fazer para evitar esses atritos desnecessários?
O problema está dentro de você!
Por exemplo:
Maria é irmã de João e os dois vivem às turras. João hoje falou desaforos para Maria, que por sua vez retrucou. Nesse combate ele levou a “melhor” e ela ficou furiosa por todo o dia, completamente azeda e irritada. Todas essas reações lhe acarretaram tremedeira pelo corpo e uma dor de cabeça daquelas.
Convenhamos meus amigos, Maria, a nossa personagem fictícia, escolheu perder o controle, não foi o que o seu irmão lhe disse ou como ele lhe disse que a tirou do sério, mas sim a forma como ela assimilou os xingamentos. O problema está com Maria, que deixou-se conduzir pelos caminhos da raiva, ela mesma deu entrada às provocações do irmão e ainda permitiu que sua mente reproduzisse a cada minuto as imagens desagradáveis do desentendimento anterior e os xingamentos recíprocos.
Os consulentes chegam as casas de umbanda, por exemplo, exauridos e enfraquecidos psiquicamente, reclamando absolutamente de tudo culpando e responsabilizando a todos! Mas o que podemos fazer para amenizar essa situação?
Quando os membros de uma mesma família se hostilizam, não se respeitam e não cultivam os bons modos dentro do lar, está claro que existem inúmeros problemas. Uns culpam os outros por seus fracassos, por suas frustrações, pelas derrotas pessoais, etc. Outros transformam-se em eternas vítimas, escondendo-se por trás das desculpas esfarrapadas de cada dia , das hierarquias (conveniência) e do orgulho.
Milhares de consulentes chegam as boas casas umbandistas, deprimidos e irritadiços, cansados e endurecidos, porque acreditam que o outro lhes provocou e lhes feriu primeiro... será mesmo? E se for verdade como fazer para evitar esses atritos desnecessários?
O problema está dentro de você!
Por exemplo:
Maria é irmã de João e os dois vivem às turras. João hoje falou desaforos para Maria, que por sua vez retrucou. Nesse combate ele levou a “melhor” e ela ficou furiosa por todo o dia, completamente azeda e irritada. Todas essas reações lhe acarretaram tremedeira pelo corpo e uma dor de cabeça daquelas.
Convenhamos meus amigos, Maria, a nossa personagem fictícia, escolheu perder o controle, não foi o que o seu irmão lhe disse ou como ele lhe disse que a tirou do sério, mas sim a forma como ela assimilou os xingamentos. O problema está com Maria, que deixou-se conduzir pelos caminhos da raiva, ela mesma deu entrada às provocações do irmão e ainda permitiu que sua mente reproduzisse a cada minuto as imagens desagradáveis do desentendimento anterior e os xingamentos recíprocos.
Quanto mais pensava, mais se enraivecia e mais envenenava-se. O
resultado disso como já sabemos foi uma terrível dor de cabeça.
Façamos agora o contrário para mostrar que o controle emocional pode ser nosso maior aliado.
Por exemplo:
Maria e seu irmão João não combinam e hoje ele lhe falou desaforos. Ela por sua vez não se incomodou. Ele insistiu nos xingamentos, mas ela não aceitou suas provocações e por isso levou a melhor. João sentiu-se mais irritado e frustrado porque ficou falando sozinho.
Façamos agora o contrário para mostrar que o controle emocional pode ser nosso maior aliado.
Por exemplo:
Maria e seu irmão João não combinam e hoje ele lhe falou desaforos. Ela por sua vez não se incomodou. Ele insistiu nos xingamentos, mas ela não aceitou suas provocações e por isso levou a melhor. João sentiu-se mais irritado e frustrado porque ficou falando sozinho.
