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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Mensagem a um médium




Página de EMMANUEL ditada ao médium Chico Xavier


Meu amigo, que o Senhor te fortaleça o coração nos testemunhos da fé. Aceita as angústias da hora presente, convicto de que o sofrimento é a nossa única oficina de purificação individual. Sabemos que os espinhos da amargura te feriram fundo n' alma generosa e sensível. Entretanto, é nesses acúleos de dor que desabrocharão as rosas de tua felicidade porvindoura. Não condenes, não odeies, não revides. Guarda a fonte do amor que a Providência Divina te situou no espírito bem-formado. E porque as pedras do mundo te dilaceram as esperanças, não permitas se resseque, em teu íntimo, o manancial de pão celeste, que a mediunidade localizou em tua avançada capacidade de servir.
O missionário do bem não possui na Terra outro padrão maior que o Cristo, desprezado e crucificado no mais sublime ministério de renunciação. O médium, cônscio das elevadas obrigações que lhe cabem, sofre os antagonismos do meio, a incompreensão, muita vez, dos mais amados e, sobretudo, experimenta o constante assédio das forças desintegrantes das trevas que ainda cercam a maioria dos homens. Por trazer nova contribuição da verdade, aos domínios da revelação, paga doloroso tributo de sacrifício à indiferença dos semelhantes.
Não percas, portanto, a tua coragem e o teu valor, diante da tormenta. Refugia-te na prece e na confiança ativa, amparado pelos benfeitores que te assistem e segue para diante, com teu vaso de consolações, lenindo aflições e pensando feridas naqueles irmãos que, tangidos pelos padecimentos morais, se aproximam sequiosos da fonte de luz.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Cursos para desenvolver as faculdades mediúnicas?!


Assistindo a um vídeo publicado no Youtube, deparei-me com algo com o que vinha já há algum tempo pensando. Tinha vontade de escrever a respeito, mas não sabia como abordar o tema, confesso.
É preciso ter um respaldo porque é sempre muito difícil falar de assuntos espinhosos e polêmicos, como por exemplo, fazer os tais cursos para “abrir” a terceira visão, para “desenvolver” a mediunidade, etc., como não me canso de ver na internet esses anúncios que convidam os incautos a “desenvolver” as faculdades mediúnicas... Ora, não nos arrogamos donos da verdade, mas claro está que não é interessante nem seguro (do ponto de vista dos bons sacerdotes umbanditas), anteciparmos algo que com certeza terá o tempo certo para acontecer, uma vez que o dom mediúnico é inerente ao ser que o possui ou se tem ou não se tem. E o perigo está aí, tem muita gente que não possui mediunidade e faz estes cursos, gasta uma grana desnecessária, perde um tempo precioso para acabar mergulhado nas próprias ilusões. Outros sim têm o dom mediúnico, mas não sabem usá-lo de forma adequada e isto pode nos causar sérios problemas para o futuro.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Em teu nome, Senhor!...




Mestre!

Estudando a mensagem libertadora de Allan Kardec, em O Evangelho segundo o Espiritismo,1 nos, os companheiros desencarnados de quantos se encontram ainda em rudes lições na escola física, escrevemos este livro,2 em teu nome.
Nele se refletem os pensamentos daqueles servos menores de teus Servos Maiores, aos quais confiaste, em círculos mais estreitos de ação, a sublime tarefa de reviver o espírito da verdade, nos tempos calamitosos de transição que o Planeta atravessa.

Oferecemo-lo a todos os irmãos, cujos ombros jazem vergados ao peso de rijas obrigações, nesta hora em que a família humana desfalece a mingua de amor; aos que, por náufragos da existência, viram quebradas, ante os furacões do materialismo destruidor, as embarcações religiosas em que se lhes erguia a fé; aos que levantam a voz para redizer-te a palavra de esperança e de luz, deslocando, a custa de sacrifício, os empeços das trevas; aos que, sobrecarregados de graves deveres, procuram preencher os lugares dos que desertaram do serviço, tentando debalde esquecer os fins da vida; e, acima de tudo, aos que, por agora, não encontram para si mesmos senão a herança das lágrimas em que se lhes dissolve o coração.