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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

COMO ESTÁ A MULHER NA UMBANDA?


“A umbanda é uma religião de inclusão...
Dificilmente a gente vê uma entidade, um amigo
espiritual excluindo uma crença, um culto ou
excluindo uma forma de apresentação dos
espíritos... ”   (Norberto Peixoto)


O título de nosso estudo refere-se a alguns templos umbandistas que não permitem as manifestações das Pombagiras. Sem críticas antifraternas ou julgamentos descabidos, convidamos ao leitor amigo, umbandista ou não, a refletir sobre o que significa a Umbanda.
Lembremos, pois, que a umbanda surgiu para abraçar a todos sem distinção ou preconceitos, que  foi instituída aqui na Terra para a prática da caridade e para o livre ingresso dos espíritos que não encontraram alento e aceitação, entre alguns religiosos que os julgavam como seres pouco merecedores de oportunidades e de amor. São considerados por muitos irmãos que atuam em casas espíritas ( e de orientação kardecista), como seres inferiores e atrasados. Infelizmente também são menosprezados por alguns confrades umbandistas, principalmente as pombagiras.
O que desejamos é chamarmos de forma despretensiosa a atenção de nossos irmãos para que mais barreiras possam ser quebradas no campo do preconceito e da ignorância.
Sabemos que muitos irão “torcer o nariz” para nós, pois mais uma vez tocamos em assuntos que alguns irmãos de caminhada querem evitar, porém é preciso mostrar o preconceito e a profunda ignorância que ainda jaz na alma de muitos. Abaixo segue fragmentos da fala do Sr. Norberto Peixoto.
“A umbanda é uma religião de inclusão... dificilmente a gente vê uma entidade, um amigo espiritual excluindo uma crença, um culto ou excluindo uma forma de apresentação dos espíritos... ”
“Nunca me esqueço... por duas oportunidades, deu estar numa outra agremiação... na época não tínhamos fundado a choupana, Grupo Umbandista Triângulo da Fraternidade e através da nossa sensibilidade mediúnica, termos manifestado pombagira e aquilo ter causado um transtorno, um mal estar naquele momento... Tivemos oportunidade de trabalhar num centro de umbanda ao qual era proibido a manifestação de Exu e Pombagira...”