Por que será
que muitos de nós têm vergonha de assumir-se espírita fora do nosso grupo
religioso? Será preconceito?
Num domingo desses na parte da manhã, tocaram campainha em minha casa e olha só que curioso, após atender quem chamava ao portão, minha mãe voltou falando sozinha, reclamando e então minha curiosidade aguçou-se. Quis saber qual o motivo do evidente constrangimento e da chateação e ela me disse que eram os nossos irmãos evangélicos ao portão, perguntando se poderiam ler a Bíblia para ela.
Minha maior surpresa foi quando lhe perguntei se ela não havia agradecido a atenção e dito para os evangélicos que somos espíritas. Olhou-me com espanto e disse um sonoro NÃO, IMAGINE!!!
Quis saber o motivo para tanto constrangimento, mas nem continuei porque ela irritou-se comigo e tentou disfarçar a vergonha de assumir-se espírita... Pareceu-me pela reação negativa de minha mãe terrena, que aquele grupo de religiosos, conhecidos como evangélicos (neopentecostais) eram melhores, superiores, os mais corretos em escolha religiosa e que assumir-se espírita para eles era algo vergonhoso, constrangedor e indigno...
Muitos de nós em algum momento da vida age assim, creio que porque somos nós mesmos os maiores preconceituosos.
Dizer-se umbandista então, nossa! As pessoas nos olham como se fôssemos os maiores e piores feiticeiros do universo!
Semana passada, aproximou-se de mim uma jovem e do nada iniciou um diálogo, isso é comum aqui em Belo Horizonte, gostamos muito de uma prosa. Ela sem nunca ter me visto na vida, começou dizendo que estava saindo de uma depressão porque o ex-marido a havia traído... Escutei com atenção, mas mantive-me em silêncio todo o tempo, apenas lhe ouvia, quando de repente, ela me disse que uma vizinha lhe convidou para conhecer uma fraternidade. O curioso foi que a moça imediatamente justificou-se para mim, dizendo assim: _A minha vizinha me disse que caso aceitasse, iríamos numa “fraternidade branca”, nada dessas coisas de “macumba” (umbanda)... era coisa séria mesmo, uai!
Num domingo desses na parte da manhã, tocaram campainha em minha casa e olha só que curioso, após atender quem chamava ao portão, minha mãe voltou falando sozinha, reclamando e então minha curiosidade aguçou-se. Quis saber qual o motivo do evidente constrangimento e da chateação e ela me disse que eram os nossos irmãos evangélicos ao portão, perguntando se poderiam ler a Bíblia para ela.
Minha maior surpresa foi quando lhe perguntei se ela não havia agradecido a atenção e dito para os evangélicos que somos espíritas. Olhou-me com espanto e disse um sonoro NÃO, IMAGINE!!!
Quis saber o motivo para tanto constrangimento, mas nem continuei porque ela irritou-se comigo e tentou disfarçar a vergonha de assumir-se espírita... Pareceu-me pela reação negativa de minha mãe terrena, que aquele grupo de religiosos, conhecidos como evangélicos (neopentecostais) eram melhores, superiores, os mais corretos em escolha religiosa e que assumir-se espírita para eles era algo vergonhoso, constrangedor e indigno...
Muitos de nós em algum momento da vida age assim, creio que porque somos nós mesmos os maiores preconceituosos.
Dizer-se umbandista então, nossa! As pessoas nos olham como se fôssemos os maiores e piores feiticeiros do universo!
Semana passada, aproximou-se de mim uma jovem e do nada iniciou um diálogo, isso é comum aqui em Belo Horizonte, gostamos muito de uma prosa. Ela sem nunca ter me visto na vida, começou dizendo que estava saindo de uma depressão porque o ex-marido a havia traído... Escutei com atenção, mas mantive-me em silêncio todo o tempo, apenas lhe ouvia, quando de repente, ela me disse que uma vizinha lhe convidou para conhecer uma fraternidade. O curioso foi que a moça imediatamente justificou-se para mim, dizendo assim: _A minha vizinha me disse que caso aceitasse, iríamos numa “fraternidade branca”, nada dessas coisas de “macumba” (umbanda)... era coisa séria mesmo, uai!

