O tema é demasiadamente
espinhoso, mas tentaremos de forma despretensiosa abordá-lo, de maneira simples
no intuito de chegar mais junto ao coração dos leitores desse blog, convidando-os à reflexão positiva e desprovida de
preconceitos.
Eu era médium
trabalhador de uma casa umbandista onde servi há mais de dezessete anos. Conheci
lá a moça com quem me casei e tive duas filhas. Fiz nesse templo alguns amigos
fiéis nesses anos dedicados à casa de caridade e desagradei tantos outros
incomodados com a minha presença “lá”. Entre tropeços e pequenas vitórias
caminhava titubeante e inseguro. O meu problema era conhecido pela
espiritualidade superior que ali assistia amorosamente os caídos e derrotados,
em nome do Cristo. Meu nome na Terra era
Claudinei e eu sofria imensamente com a falta de controle no campo do sexo. Era
um desregrado e por isso a culpa vez em quando me fazia visitas demoradas.




