Era mês de julho e
chovia fino naquela noite. O frio chegava a “enrijecer” a alma, mas Epifânio, corajoso e necessitado, estava nas
primeiras fileiras esperando ser atendido.
A casa, apesar do rigor do inverno, estava cheia. Alguns lugares vagos, isso lá era verdade, mas muitas pessoas agasalhadas à procura de respostas e tratamento para seus males espirituais e físicos.
Um suave perfume de incenso pairava no ar. Ao fundo uma música era tocada para acalmar os consulentes e convidá-los ao silêncio, reflexão e prece. As entidades espirituais caridosas ali estavam atendendo muito antes dos trabalhos daquela casa de umbanda começarem. Aos poucos mais pessoas iam chegando, umas mais animadas, outras de ar introspecto.
A casa, apesar do rigor do inverno, estava cheia. Alguns lugares vagos, isso lá era verdade, mas muitas pessoas agasalhadas à procura de respostas e tratamento para seus males espirituais e físicos.
Um suave perfume de incenso pairava no ar. Ao fundo uma música era tocada para acalmar os consulentes e convidá-los ao silêncio, reflexão e prece. As entidades espirituais caridosas ali estavam atendendo muito antes dos trabalhos daquela casa de umbanda começarem. Aos poucos mais pessoas iam chegando, umas mais animadas, outras de ar introspecto.
