Mostrando postagens com marcador Passado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Passado. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 17 de julho de 2020

A PROVA DA OBSESSÃO - ESPÍRITOS QUE NO PASSADO SEMEARAM A PERTURBAÇÃO MENTAL.




PERGUNTA: — Como poderíamos avaliar a natureza dos delitos desses espíritos que renascem na Terra com essa `probabilidade" de sofrer a prova da obsessão, porque no passado semearam a perturbação mental, praticaram o suicídio ou se entregaram à prática do mal?

RAMATÍS: — É evidente que a revolta, o ateísmo, a sensualidade ou o pessimismo são bastante estimulados nas criaturas pelos maus escritores, oradores subversivos e líderes intelectuais maquiavélicos que, influenciados pelo existencialismo apocalíptico da época, usam de sua inteligência e agudeza mental para cavar fundo na alma dos seus leitores e admiradores invigilantes. Certas filosofias crônicas e doutrinações modernas induzem o homem a confundir e tomar os raciocínios e os malabarismos brilhantes da mente terrena como se fossem bens supremos do espírito imortal...

quinta-feira, 25 de julho de 2019

OBSESSÃO


1 – Existe relação entre obsessão e correntes mentais?     Quem se refere à obsessão há de reportar-se, necessariamente, a correntes mentais. O pensamento é a base de tudo. 

2 – Todos temos desafetos do passado?     Inegável que todos carreamos ainda, do pretérito ao presente, enorme carga de desafetos.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Passado no presente



Quase todo o presente é ligado a ações anteriores, só que se apresentam por reações, frutos dos quais nos amoldamos na conjuntura familiar e social, dentro da comunidade. Notam-se grandes dificuldades, no tocante a problemas individuais e, às vezes, coletivos, para que a solução estabeleça a paz. E não é outra coisa senão a força do passado cumprindo a lei da justiça ou seja, o carma, na sua valiosa função de nos educar. O livre arbítrio desaparece em determinados prismas, porque já foi usado anteriormente, sem que no presente possa interferir. 
É bom que na chamada livre escolha, meditemos com mais interesse, para atingirmos o espírito da letra. A sutilidade do livre arbítrio individual é grande demais para os estudantes ainda trôpegos na área da ciência do espírito, junto da lei. A vontade da alma, quando certa, alinha-se paralelamente à vontade de Deus. 
O Senhor já era consciente do que deveríamos fazer, para o nosso bem. Assim, a liberdade nossa é escolher o que realmente a lei nos indica, e toda escolha certa é fruto de grandes experiências, oferecidas a nós pela dor, problemas e sacrifícios.