Mostrando postagens com marcador PERDÃO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PERDÃO. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de março de 2020

OS CONFLITOS FAMILIARES À LUZ DO ESPIRITISMO – COMO NOS RELACIONAR COM PARENTES DIFÍCEIS?



Como nos relacionar com parentes difíceis, mal educados, ríspidos e que gostam de humilhar os outros?

O Espiritismo explica as antipatias familiares que geram conflitos dolorosos entre os entes consanguíneos e nos aponta também caminhos para a libertação das culpas, através do Evangelho de Jesus.
Reencarnamos em lares que podem nos ser  simpáticos ou não. Isso normalmente depende muito das ligações de vidas anteriores, e o desdobramento de cada caso. Cada existência e oportunidade de liquidarmos débitos antigos, se dará diante da sagrada permissão da reencarnação num novo cenário familiar, em um novo corpo físico.
Em noventa por cento dos casos há desentendimentos médios e graves entre pessoas de um mesmo agrupamento familiar, o caso “pais e filhos” é o mais comum e quase sempre o mais difícil. Segundo nos consta, podem levar longos séculos para que espíritos possam se perdoar e esquecer de traumas de um passado remoto que têm ressonância com o tempo presente.

quinta-feira, 25 de julho de 2019

OBSESSÃO


1 – Existe relação entre obsessão e correntes mentais?     Quem se refere à obsessão há de reportar-se, necessariamente, a correntes mentais. O pensamento é a base de tudo. 

2 – Todos temos desafetos do passado?     Inegável que todos carreamos ainda, do pretérito ao presente, enorme carga de desafetos.

sábado, 23 de setembro de 2017

O PERDÃO COMO PORTA DE ACESSO À LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL





A mágoa, já se sabe bem, o quanto nos afeta e causa-nos transtornos de toda ordem ao psiquismo quando é sempre alimentada pelas amargas lembranças que, na  maioria das vezes,  mantém-nos presos a dor. Quando não é adequadamente diluída e esquecida como as coisas velhas e sem nenhum valor que naturalmente deixamos de lado, passamos a ser cativos de um sofrimento que sufoca e tortura.
Muitos de nós costumeiramente procuramos dar mais ênfase às inferioridades próprias do mundo de Mamom, das pessoas ásperas e infelizes com as quais precisamos conviver para nosso próprio aperfeiçoamento, do que adotarmos sabiamente a postura do perdão que põe um ponto final nesse tipo de sofrimento, libertando-nos definitivamente desses processos dolorosos que só o orgulho alimenta.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

OBSESSORES



Reunião pública de 21/3/60
Questão nº 249

Obsessor, em sinonímia correta, quer dizer “aquele que importuna”.
E “aquele que importuna” é, quase sempre, alguém que nos participou a convivência profunda, no caminho do erro, a voltar-se contra nós, quando estej amos procurando a retificação necessária.
No procedimento de semelhante criatura, a antipatia com que nos segue é semelhante ao vinho do aplauso convertido no vinagre da critica. Daí, a necessidade de paciência constante para que se lhe regenerem as
atitudes.
                                       *

quinta-feira, 17 de julho de 2014

REENCARNAÇÃO, DÍVIDAS EM FAMÍLIA


O karma familiar está ligado às pessoas de nossa convivência. É muito comum vermos famílias em que os membros se detestam. Há um tipo de violência familiar que não se explica de outra forma. É um caso típi…co de pessoas que dividiram vidas anteriores e levam para esta vida seus antigos relacionamentos; abuso de crianças, ou complexos de Édipo são resquícios de antigas paixões incontroláveis. Casos de violência e distanciamento emocional são exemplos de inimigos de outrora que voltam sob o mesmo teto e com o mesmo sangue, na ten­tativa de resolverem suas diferenças. 
A família é o núcleo da sociedade. E como se fosse uma miniatura do mundo em que vivemos. Se ela possui ranços e problemas sérios e entrega-se à decadência emocional e afetiva, o que pode­remos esperar da sociedade, seu reflexo? 
O karma familiar é um dos mais difíceis de lidar. Especialmente porque ele está exatamente entre o karma pessoal e o social, o que pode atrapalhar ainda mais o relacionamento entre pais e filhos, maridos e esposas. É difícil também porque precisamos criar uma conexão com pessoas que muitas vezes nos prejudicaram ou foram prejudicadas por nós. Há muita mágoa e rancor dos dois lados. Aí você pergunta: “E de quem foi esta idéia de jerico?”. Apesar de não parecer, é uma idéia brilhante.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Ódio, aversão e raiva entre familiares.


No seio de uma família podemos encontrar parentes que sentem ódio, antipatia, raiva e rejeição uns pelos outros, passam a sentir um pelo outro com a convivência tumultuada, repulsa, nojo e pode acontecer entre irmãos, pais e filhos, avós e netos, tios e sobrinhos, etc.
Os sentimentos ruins que muitas vezes nutrimos pelos entes consanguíneos pode ter relação com vidas passadas, algo que “não se pode explicar” no presente, que ocorre muitas vezes sem motivo aparente, fazendo com que as antipatias aflorem através das brigas e dos desentendimentos entre os familiares.
Os sentimentos de animosidade que irmãos sentem uns pelos outros, muitas vezes não se explicam nem na infância nem na fase adulta, mas acontecem. O asco, o rancor, a violência, são sinais claros de que esses espíritos são na verdade, antigos “combatentes” ou inimigos
O que muitas vezes ouvimos falar é que num mesmo lar duas ou mais pessoas podem nutrir umas pelas outras o mesmo sentimento de rancor, raiva, mas como explicar isso? Já em outros casos apenas um membro da família pode nutrir sentimentos inferiores perante o outro, não havendo recíproca. Já ouvimos relatos de pessoas que sentem-se culpadas e até entram em depressão, por acreditarem-se anormais. Muitas creem que estão em pecado por odiar mães, pais, avôs, tios, avós, primos, irmãos, etc. Existe um sentimento de culpa que é atribuído pelos parentes que sentem repulsa pelos pais, por exemplo, estas pessoas muitas vezes sentem-se muito diferentes das demais e por isso isolam-se.
A aversão  inicia-se na infância sendo reforçada com brigas, castigos, violências, humilhações e maus tratos, e, se caso não são resolvidas seguem com aqueles que sentem-se “vítimas” ao longo da vida.
Os conflitos diários entre mães e filhos, por exemplo, podem em certos casos, gerar cólera, raiva, mágoas e até ódio, e , muitas vezes o fator está no passado, isto é, numa outra existência terrena, onde mãe e filha, por exemplo, foram inimigas ferrenhas, que vêm reincidindo no erro ao longo de várias encarnações. A questão é que os técnicos espirituais responsáveis pelas reencarnações, executam a Lei de Deus, de acordo com a necessidade de ajustamento de cada ser, respeitando-se sempre as Leis Divinas. Fazem com que inimigos de longas épocas nasçam unidos pelos laços de sangue, como mãe e filha, pai e filho, irmãos, para que se perdoem e evoluam.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

PORQUE O PERDÃO




O perdão é um fato, sem que a discussão se apodere do assunto, pois se fundamenta no amor e é sustentado pela caridade, sem ultrajar a lei da justiça. As susceptibilidades inflamadas perguntam: por que o perdão? Não é justo que defendamos nossa moral, nossos interesses, como fazemos com nosso próprio corpo? A displicência foge à regra. Não negamos que sejamos defendidos, e que a razão se ocupe com a vigilância e forme métodos de defesa, que haveremos de usar. Esta é a nossa posição diante do ofensor.
Se usarmos o revide para com aqueles que nos atacam, entramos na mesma sintonia da agressão e respiramos o mesmo magnetismo toldado pelo ódio e pela vingança. Perdoar as ofensas e isolar-se dos fluídos inferiores projetados em nós, sem dúvida, é ter serenidade na consciência, pela confiança adquirida através das qualidades conquistadas; é ter certeza, na lei universal, de que somente recebemos o que damos.
O perdão anunciado pelo verbo, sem que o coração participe, não deixa de ser o prenúncio da desculpa. Porém, o mundo interior não sente os efeitos desejados no enervante estado psíquico, pela apropriação da maldade na alma. A limpeza interna só é feita com recursos íntimos, que a verdade fornece, e carece de muito exercício para que o hábito se solidifique.
A glândula que controla as emoções, serenando ou agitando o sangue, inflama-se com determinados pensamentos, vicia-se, e começa automaticamente a perturbar o organismo, ou a colocá-lo na mais elevada serenidade. Se alimentamos ideias de ódio e de vingança, elas, primeiramente, com vibrações sutilíssimas, vasculham todo o nosso cosmo celular, queimando a força vital, desnutrindo-nos e, ao passar pelos centros energéticos, desencadeiam um mundo de distúrbios, de modo a fazer a alma sofrer as consequências daquilo que provocou.