O enfermo no leito se
encontra como onerado perante todos, abatido diante da vida. Parece um devedor
sem remissão. É, pois, o instante de reagir, como doente inteligente, aceitando
os fatos, sem que esses fatos o tornem um covarde.
Amigo enfermo,
colocai-vos na posição de defesa, mas aquela que não entristece, que não
reclama, que não revolta, que não inveja. É a luta interna na vossa mente,
renovando conceitos na base das recomendações do Cristo de Deus. Se vos sentirdes
aniquilado, compactuareis com as forças dessa natureza. Se a angústia vos ronda
o coração e cederdes a essa opressão, estareis vos colocando ao lado do
desânimo. Se os problemas morais invadem o vosso convívio, ateando fogo em
vossos sentimentos, lembrai-vos de que o perdão e o amor saio as melhores
defesas, como água divina que apaga todas as investidas inferiores, na qualidade
de combustível em chama.
