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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

ENFERMO INTELIGENTE





O enfermo no leito se encontra como onerado perante todos, abatido diante da vida. Parece um devedor sem remissão. É, pois, o instante de reagir, como doente inteligente, aceitando os fatos, sem que esses fatos o tornem um covarde. 
Amigo enfermo, colocai-vos na posição de defesa, mas aquela que não entristece, que não reclama, que não revolta, que não inveja. É a luta interna na vossa mente, renovando conceitos na base das recomendações do Cristo de Deus. Se vos sentirdes aniquilado, compactuareis com as forças dessa natureza. Se a angústia vos ronda o coração e cederdes a essa opressão, estareis vos colocando ao lado do desânimo. Se os problemas morais invadem o vosso convívio, ateando fogo em vossos sentimentos, lembrai-vos de que o perdão e o amor saio as melhores defesas, como água divina que apaga todas as investidas inferiores, na qualidade de combustível em chama.

sábado, 2 de maio de 2015

O Doutor “Cura tudo”!





Mais uma vez, desejamos informar sem a pretensão de julgar ou criticar nossos semelhantes, mesmo porque somos ainda tão imperfeitos, que devemos nos colocar em posição de quem quer aprender e se corrigir para evoluir!

O título do texto que segue, sugere reflexão e auto observação, principalmente quando estamos médiuns. 
A Apometria veio como valiosa ferramenta para transportar- nos para um novo ciclo, uma nova fase onde o estudo e o comprometimento responsável permite nos auxiliar mais e mais nossos irmãos. Infelizmente em alguns casos (grande maioria) encontramos os doutores que “curam tudo”... Quem seriam eles?
São antigos adeptos da magia negra (vidas passadas), mas que em tempos atuais, já em nova roupagem física, utilizam-se da apometria entre outros conhecimentos para exaltar ainda mais sua vaidade e pseudo sabedoria.
O doutor “cura tudo” é ao nosso ver o incauto disfarçado de sábio, que dispondo de pouca sabedoria, mas de muito conhecimento comete erros grosseiros e transgride a Leis de Deus, em nome de uma falsa caridade. Alegam “saber” o que fazem, tratando de encarnados e desencarnados sem prévia autorização. Recebem “autorização” dos parentes aflitos, que iludidos e à beira do desespero vão em busca do socorro seduzidos pela promessa de “cura”, para seus entes... Dão nomes, pedaços de cabelos, roupas, objetos de uso pessoal, entre outros (em segredo) para que estes irmãos curem o alcoolismo, a Aids, o Câncer, a alergia entre outras enfermidades. Frequentam  e/ou somente de longe têm informações imprecisas e na maioria das vezes, descabidas/ridículas, mas que aos olhos dos leigos são relevantes.
Muito cuidado com estes grupos ditos de Apômetras, que se fecham em apartamentos, infectos e empoeirados, em ambientes completamente aquém do que nos é orientado pela espiritualidade do Plano Superior! Em nome de uma falsa moral, distorcem os ensinamentos contidos nos bons livros espíritas, seguindo iludidos e seduzidos pelos espíritos inferiores. Creem que podem curar os enfermos de suas mazelas redentoras, dos males que lhes vêm para a limpeza psíquica necessária, etc.
Estes falsos médiuns já se esqueceram de se auto avaliar e da reforma íntima, pois muitos julgam-se superiores, afirmam sem modéstia alguma, serem missionários... Acreditam ser seres superiores, dotados de faculdades “especiais” e amparados pelos espíritos luminosos que compõe o exército de Jesus Cristo.
Com toda esta vaidade mergulham cegos no orgulho e permanecem assim por anos.
É bom que saibamos que, não existem milagres, e, que os males que nos batem à porta, são os verdadeiros tratamentos de desintoxicação para nossa alma.
Está claro que a enfermidade causa dor e medo. Obviamente ninguém gosta de sofrer e é positivo buscarmos pelo tratamento terreno e espiritual, conforme nosso merecimento. Mas é altamente relevante que busquemos por ambientes sérios, cujos médiuns são responsáveis e estudiosos. Nada de buscar auxílio com grupos que “trabalham,” em grupos fechados instalados em apartamentos ou escritórios comerciais, que durante a noite, viram verdadeiros consultórios espirituais! 
Meus irmãos, a boa observação é a luz que nos mantém na estrada... Nada de deixarmos que o desespero nos invada a alma e com isso nos cegue, busquemos com calma os meios de auxílio mais seguros e sérios, façamos uma pesquisa apurada dos ambientes e das casas espíritas sérias e comprometidas com a caridade com Jesus!

terça-feira, 24 de junho de 2014

A Saúde e a Enfermidade




PERGUNTA:  Antes que nos transmitísseis as vossas considerações sobre a eficácia do tratamento homeopático, prometidas para daqui a pouco, gostaríamos que nos explícásseis como é que as moléstias se originam particularmente no mundo oculto das forças que alimentam o pensamento e o sentimento.

RAMATIS:  A saúde e a enfermidade são o produto da harmonização ou desarmonização do indivíduo para com as leis espirituais que do mundo oculto atuam sobre o plano físico; as moléstias, portanto, em sua manifestação orgânica, identificam que no mundo psíquico e invisível aos sentidos da carne, a alma está enferma!
O volume de cólera, inveja, luxúria, cobiça, ciúme, ódio ou hipocrisia que porventura o espírito tenha imprudentemente acumulado no presente ou nas existências físicas anteriores forma um patrimônio “morbo-psíquico”, uma carga insidiosa e tóxica que, em obediência à  lei da Harmonia Espiritual, deve ser expurgada da delicada intimidade  do perispírito. O mecanismo ajustador da vida atua drasticamente sobre o espírito faltoso, ao mesmo tempo que o fardo dos seus fluidos nocivos e doentios vai-se difundindo depois pelo seu corpo físico.
Durante o período gestativo da nova encarnação, esses resíduos psíquicos venenosos, provenientes de energias gastas morbidamente, vão -se condensando gradativamente no corpo físico à medida que este cresce e, por fim, lesam as regiões orgânicas que por hereditariedade sejam mais vulneráveis. Esse processo de o espírito drenar o seu psiquismo doentio através da carne humana, a Medicina estuda e classifica sob grave terminologia técnica, preocupando-se mais com as “doenças”, em lugar de se preocupar mais com os “doentes”. Embora a ciência médica classifique essa drenação, em sua nomenclatura, sob a designação de lepra, pênfigo, sífilis, tuberculose, nefrite, cirrose ou câncer, trata-se sempre de um espírito doentio a despejar na carne a sua carga residual psíquica e deletéria, que acumulou no passado, assim como pode tê-la acumulado no presente. A causa da moléstia, na realidade, além de dinâmica, é oculta aos olhos, ou aos sentidos físicos; o enfermo sente o estado mórbido em si, mas o médico não o vê nem pode apalpá-lo, como se fora uma coisa objetiva.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

O médium enfermo "deve" ou pode transmitir passes?

Não recomendamos a ninguém que receba passes mediúnicos ou magnéticos de criaturas com moléstias contagiosas, de moral duvidosa ou de costumes viciosos e censuráveis. É tão absurdo alguém pretender dar aquilo que ainda não possui em si mesmo, qual seja a saúde física ou espiritual, quanto ensinar aquilo que desconhece.
            E isso ainda se torna mais grave no caso do passe mediúnico ou magnético, pois desde que o médium se encontra enfermo, a sua tarefa mediúnica se torna contraproducente, uma vez que ele projetará algo de suas próprias condições enfermiças sobre os pacientes que se sintonizarem passivamente à sua faixa vibratória "psicofísica". Nos contágios acidentais entre pessoas sadias e enfermas, que ocorrem na vida cotidiana, aquelas que são assaltadas pelos germens, às vezes, ainda conseguem mobilizar à última hora as suas energias defensivas e então reagir em tempo, eliminando o potencial virulento alheio.