No
seio de uma família podemos encontrar parentes que sentem ódio, antipatia,
raiva e rejeição uns pelos outros, passam a sentir um pelo outro com a
convivência tumultuada, repulsa, nojo e pode acontecer entre irmãos, pais e
filhos, avós e netos, tios e sobrinhos, etc.
Os sentimentos ruins que muitas vezes nutrimos pelos entes consanguíneos pode ter relação com vidas passadas, algo que “não se pode explicar” no presente, que ocorre muitas vezes sem motivo aparente, fazendo com que as antipatias aflorem através das brigas e dos desentendimentos entre os familiares.
Os sentimentos de animosidade que irmãos sentem uns pelos outros, muitas vezes não se explicam nem na infância nem na fase adulta, mas acontecem. O asco, o rancor, a violência, são sinais claros de que esses espíritos são na verdade, antigos “combatentes” ou inimigos
O que muitas vezes ouvimos falar é que num mesmo lar duas ou mais pessoas podem nutrir umas pelas outras o mesmo sentimento de rancor, raiva, mas como explicar isso? Já em outros casos apenas um membro da família pode nutrir sentimentos inferiores perante o outro, não havendo recíproca. Já ouvimos relatos de pessoas que sentem-se culpadas e até entram em depressão, por acreditarem-se anormais. Muitas creem que estão em pecado por odiar mães, pais, avôs, tios, avós, primos, irmãos, etc. Existe um sentimento de culpa que é atribuído pelos parentes que sentem repulsa pelos pais, por exemplo, estas pessoas muitas vezes sentem-se muito diferentes das demais e por isso isolam-se.
A aversão inicia-se na infância sendo reforçada com brigas, castigos, violências, humilhações e maus tratos, e, se caso não são resolvidas seguem com aqueles que sentem-se “vítimas” ao longo da vida.
Os conflitos diários entre mães e filhos, por exemplo, podem em certos casos, gerar cólera, raiva, mágoas e até ódio, e , muitas vezes o fator está no passado, isto é, numa outra existência terrena, onde mãe e filha, por exemplo, foram inimigas ferrenhas, que vêm reincidindo no erro ao longo de várias encarnações. A questão é que os técnicos espirituais responsáveis pelas reencarnações, executam a Lei de Deus, de acordo com a necessidade de ajustamento de cada ser, respeitando-se sempre as Leis Divinas. Fazem com que inimigos de longas épocas nasçam unidos pelos laços de sangue, como mãe e filha, pai e filho, irmãos, para que se perdoem e evoluam.
Os sentimentos ruins que muitas vezes nutrimos pelos entes consanguíneos pode ter relação com vidas passadas, algo que “não se pode explicar” no presente, que ocorre muitas vezes sem motivo aparente, fazendo com que as antipatias aflorem através das brigas e dos desentendimentos entre os familiares.
Os sentimentos de animosidade que irmãos sentem uns pelos outros, muitas vezes não se explicam nem na infância nem na fase adulta, mas acontecem. O asco, o rancor, a violência, são sinais claros de que esses espíritos são na verdade, antigos “combatentes” ou inimigos
O que muitas vezes ouvimos falar é que num mesmo lar duas ou mais pessoas podem nutrir umas pelas outras o mesmo sentimento de rancor, raiva, mas como explicar isso? Já em outros casos apenas um membro da família pode nutrir sentimentos inferiores perante o outro, não havendo recíproca. Já ouvimos relatos de pessoas que sentem-se culpadas e até entram em depressão, por acreditarem-se anormais. Muitas creem que estão em pecado por odiar mães, pais, avôs, tios, avós, primos, irmãos, etc. Existe um sentimento de culpa que é atribuído pelos parentes que sentem repulsa pelos pais, por exemplo, estas pessoas muitas vezes sentem-se muito diferentes das demais e por isso isolam-se.
A aversão inicia-se na infância sendo reforçada com brigas, castigos, violências, humilhações e maus tratos, e, se caso não são resolvidas seguem com aqueles que sentem-se “vítimas” ao longo da vida.
Os conflitos diários entre mães e filhos, por exemplo, podem em certos casos, gerar cólera, raiva, mágoas e até ódio, e , muitas vezes o fator está no passado, isto é, numa outra existência terrena, onde mãe e filha, por exemplo, foram inimigas ferrenhas, que vêm reincidindo no erro ao longo de várias encarnações. A questão é que os técnicos espirituais responsáveis pelas reencarnações, executam a Lei de Deus, de acordo com a necessidade de ajustamento de cada ser, respeitando-se sempre as Leis Divinas. Fazem com que inimigos de longas épocas nasçam unidos pelos laços de sangue, como mãe e filha, pai e filho, irmãos, para que se perdoem e evoluam.
