sábado, 10 de agosto de 2013

ESTUDO: relato de caso apometria - Pai Tomé atende caso de parasitismo espiritual.








VAMPIRISMO E PARASITISMO ESPIRITUAL

1. CONCEITOS:

“Ação pela qual Espíritos involuídos, arraigados às paixões inferiores, se imantam à organização psicofísica dos encarnados (e desencarnados), sugando-lhes a substância vital.” (Martins Peralva- Estudando a Mediunidade.)
“O parasitismo espiritual (ou vampirismo) é um processo grave de obsessão que pode ocasionar sérios danos àquele que se faz hospedeiro (o obsidiado), levando-o à loucura ou até mesmo à morte.” (Espiritismo de A a Z, citando Suely Caldas Schubert, Obsessão/Desobsessão: profilaxia e terapêutica espíritas.9 ed. Rio:FEB, 1994, p. 192)
2. ESPÉCIES:

1 - espíritos muito apegados às sensações materiais prosseguem, após o túmulo, a buscar as sensações que desfrutavam quando encarnados, se vinculando aos encarnados que vibram em faixa idêntica, parceiros de paixões desequilibrantes.
2 - os obsessores, por vingança e ódio, ligam-se às suas vítimas com o intuito de absorver-lhes a vitalidade, enfraquecendo-as, em busca de maior domínio.
3 - existem aqueles que, já libertos do corpo físico, ligam-se, inconscientemente, aos seres amados que permanecem na crosta terrestre, mas sem o desejo de fazer o mal.
4 - entre os encarnados, existem pessoas que vivem permanentemente sugando as forças de outros seres humanos, que se deixam passivamente dominar.
Vampirismo Recíproco:
      O vampirismo pode, ainda, comportar a forma de Vampirismo Recíproco, onde ambos os espíritos envolvidos alimentam-se dos fluidos doentios do seu companheiro, apegando- se a ele instintivamente.


      Um exemplo é o caso relatado na obra “Nos Domínios da Mediunidade”, onde um homem desencarnado e uma mulher encarnada vivem em regime de escravidão mútua, nutrindo-se da emanação um do outro. Ela busca ajuda na sessão do trabalho desobsessivo realizado por um centro espírita e, com o concurso de entidades abnegadas, consegue o afastamento momentâneo do espírito obsessor. Bastou, porém, que o espírito fosse retirado para que ela o fosse procurar, reclamando sua presença.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

O ANJO, O SANTO E O PECADOR





O Pecador escutava a orientação de um Santo, que vivia, genuflexo, à porta de templo antigo, quando, junto aos dois, um Anjo surgiu na forma de homem, travando-se breve conversação entre eles.
O ANJO – Amigos, Deus seja louvado!
O SANTO – Louvado seja Deus!
O PECADOR – Louvado seja!
O ANJO (Dirigindo-se ao Santo) – Vejo que permaneceis em oração e animo-me a solicitarvos apoio fraternal.
O SANTO – Espero o Altíssimo em adoração, dia e noite.
O ANJO – Em nome d’Ele, rogo o socorro de alguém para uma criança que agoniza num lupanar.
O SANTO – Não posso abeirar-me de lugares impuros...
O PECADOR – Sou um pobre penitente e posso ajudar-vos, senhor.
O ANJO – Igualmente, agora, desencarnou infortunado homicida, entre as paredes do cárcere... Quem me emprestará mãos amigas para dar-lhe sepulcro
O SANTO – Tenho horror aos criminosos...
O PECADOR – Senhor, disponde de mim.
O ANJO – Infeliz mulher embriagou–se num bar próximo. Precisamos removê-la, antes que a morte prematura lhe arrebate o tesouro da existência.
O SANTO – Altos princípios não me permitem respirar no clima das prostitutas...

O PECADOR – Dai vossas ordens, senhor!
O ANJO – Não longe daqui, triste menina, abandonada pelo companheiro a quem se confiou, pretende afogar-se... É imperioso lhe estenda alguém braços fortes para que se recupere, salvando-se-lhe também o pequenino em vias de nascer.
O SANTO – Não me compete buscar os delinqüentes senão para corrigi-los.

Alberto e Divaldo - Perguntas




segunda-feira, 5 de agosto de 2013

COMEÇANDO A REFORMA ÍNTIMA





Bondade independe de religião, ela nasce conosco pequenina e pode, se alimentada, crescer mais e mais!
Fazer o bem não parte primeiro da ação, mas sim do pensamento, pois é nele que tudo se inicia.
O ato de pensar bem do próximo, conduz-nos a ação benfeitora de auxiliar. Muitos creem que é preciso dar algo no campo da matéria ou então, não se fez a caridade. Cremos que para o bem ser feito, basta que pensemos com amor em nossos irmãos e que lhes dediquemos um pouco do nosso tempo com boas ações, mas elas devem começar pelo campo do pensamento.
Doar é dar algo de si para outrem e qualquer um pode fazer isso, mas doar com amor é ato que requer de nós, algo mais.
Se tens algo de mau a pensar do teu irmão ao lado, esqueças, livre-se disso!
Se queres que algo de bom aconteça ao teu próximo, comeces por desejar-lhe o bem.
Se desejas ser um doador amoroso e equilibrado no campo da caridade, basta que cultives no campo da mente o bom pensamento, praticando todos os dias milhares de vezes.
O bem que pensares será a energia com a qual se alimentará a tua alma, pois tudo o que pensamos de bom ou de mal, volta para nós.
A benevolência deve nascer e se firmar na alma, a fé deve ser uma potência que nos mantém firmes como rochas, porém, falamos da fé consciente que foi fundamentada no conhecimento e no saber. 
A caridade deve ser a expressão maior de nosso ser, visto que quem dá, recebe, ou seja, quem dá amor, recebe amor! "Quem muito amar será amado".
Ninguém de fato está só, mesmo nos momentos de profundo sofrimento. Todas as criaturas têm de Deus o devido amparo, pois estamos todos envolvidos por Sua misericórdia.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

PODER DA MENTE




O poder da mente ultrapassa nossas acanhadas concepções terrenas. Nela está o germe de criações indescritíveis e o princípio de belezas imortais porque, por seu intermédio, flui o poder fantástico de Deus. Se assim podemos dizer, a mente humana é a mente do Criador na sua mais baixa vibração cósmica, no que diz respeito ao princípio da consciência. No entanto, para nós outros, é o mais alto grau de evolução terráquea, tanto expressando a engrenagem da razão. Como ampliando os instintos para um caminho sobremaneira divino a fraternidade. Aproveitar esse dom maravilhoso é sinal de grandeza da alma. Educar os impulsos inferiores é sintoma de que o espírito começa a acordar Para a luz.
Iniciar o uso das faculdades, no serviço grandioso do amor e da caridade, é sinal de que a liberdade despertou o coração, para tornar o espírito imortal livre em todos os campos do saber. 
A mente é como o chuveiro da alma. Aquilo em que pensais firmemente cairá sobre vós mesmos, de modo a vos libertar ou a vos encarcerar, dependendo do teor dos sentimentos que impulsionam as ideias. Querendo e sabendo, podereis revigorar vossas forças todos os dias, através de pensamentos construtivos, esforçando-vos para que eles' plasmem as ideias, de modo a torná-las visíveis pelos fatos. É muito justo que estudeis, com atenção, obras que vos levem à educação dos impulsos mentais, mas que, juntamente, tenhais, ao lado, um companheiro que nunca falte, experimentado nas lides das reformas morais, consciente dos deveres perante as leis e sempre pronto a trocar experiências, que são tesouros imortais do coração.
A amizade pura faz germinar o amor e esse amor desata a vida em variadas direções. Apresentai-vos como candidatos, meus filhos, para a mudança da vida que levais. Mesmo que tenhais atingido elevado posto na conduta, um reaperto a mais nunca faz mal a ninguém. Conferi os pontos a que já atingistes, e esforçai vos mais um pouquinho. Medi as forças e andai mais um passo, que a ajuda nunca faltará para o vosso trabalho.
Sabemos que a imposição é filha do desespero. Todavia, somos cientes de que o convite é irmão gêmeo de grandes esperanças. A nossa intenção é somente expor, para os amigos da mesma frequência, o que temos em mãos para ser usado: o poder estuante da mente, que poderá realizar fenômenos indescritíveis em nosso favor, transformando-nos de simples almas vegetativas, em espíritos vivificantes, de animais inconscientes, em super-homens espirituais, de escravos do mundo, em filhos livres de Deus, dependendo do modo pelo qual usarmos os dons que nos foram entregues pela Suprema Majestade do Universo.