VAMPIRISMO
E PARASITISMO ESPIRITUAL
1.
CONCEITOS:
“Ação
pela qual Espíritos involuídos, arraigados às paixões inferiores, se imantam à
organização psicofísica dos encarnados (e desencarnados), sugando-lhes a
substância vital.” (Martins Peralva- Estudando a Mediunidade.)
“O
parasitismo espiritual (ou vampirismo) é um processo grave de obsessão que pode
ocasionar sérios danos àquele que se faz hospedeiro (o obsidiado), levando-o à
loucura ou até mesmo à morte.” (Espiritismo de A a Z, citando Suely Caldas
Schubert, Obsessão/Desobsessão: profilaxia e terapêutica espíritas.9 ed.
Rio:FEB, 1994, p. 192)
2.
ESPÉCIES:
1 -
espíritos muito apegados às sensações materiais prosseguem, após o túmulo, a
buscar as sensações que desfrutavam quando encarnados, se vinculando aos
encarnados que vibram em faixa idêntica, parceiros de paixões desequilibrantes.
2 - os
obsessores, por vingança e ódio, ligam-se às suas vítimas com o intuito de
absorver-lhes a vitalidade, enfraquecendo-as, em busca de maior domínio.
3 -
existem aqueles que, já libertos do corpo físico, ligam-se, inconscientemente,
aos seres amados que permanecem na crosta terrestre, mas sem o desejo de fazer
o mal.
4 - entre
os encarnados, existem pessoas que vivem permanentemente sugando as forças de
outros seres humanos, que se deixam passivamente dominar.
Vampirismo
Recíproco:
O vampirismo pode, ainda, comportar a forma de Vampirismo Recíproco, onde ambos
os espíritos envolvidos alimentam-se dos fluidos doentios do seu companheiro,
apegando- se a ele instintivamente.
Um exemplo é o caso relatado na obra “Nos Domínios da Mediunidade”, onde um homem desencarnado e uma mulher encarnada vivem em regime de escravidão mútua, nutrindo-se da emanação um do outro. Ela busca ajuda na sessão do trabalho desobsessivo realizado por um centro espírita e, com o concurso de entidades abnegadas, consegue o afastamento momentâneo do espírito obsessor. Bastou, porém, que o espírito fosse retirado para que ela o fosse procurar, reclamando sua presença.
Um exemplo é o caso relatado na obra “Nos Domínios da Mediunidade”, onde um homem desencarnado e uma mulher encarnada vivem em regime de escravidão mútua, nutrindo-se da emanação um do outro. Ela busca ajuda na sessão do trabalho desobsessivo realizado por um centro espírita e, com o concurso de entidades abnegadas, consegue o afastamento momentâneo do espírito obsessor. Bastou, porém, que o espírito fosse retirado para que ela o fosse procurar, reclamando sua presença.



