quinta-feira, 22 de agosto de 2013
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Em tarefa espírita
Reunião pública de 5/2/60
Questão nº 30
Abraçando na
Doutrina Espírita o clima da própria fé, lembra-te de Jesus, a frente do
povo a que se propunha servir.
Não se localiza o Divino Mestre em
tribuna garantida por assessores plenamente identificados com os seus princípios.
Ele e alguém que caminha diante da multidão.
Chama açoitada pela ventania das circunstâncias
adversas...
Árvore sublime batida pelas varas da exigência
incessante...
Ninguém o vê rodeado de colaboradores
completos, mas de problemas a resolver.
E, renteando
com os doentes e aflitos que lhe solicitam apoio, todas as personalidades que
lhe cruzam a senda representam atitudes diversas, reclamando-lhe paciência.
João Batista
duvida.
Natanael
questiona.
Nicodemos
indaga.
Zaqueu
observa.
Califás conspira.
Judas
deserta.
Pedro nega.
Pilatos
finge.
Antípas escarnece.
Tome
desconfia.
Nos caminhos da vida...
Nos caminhos da vida,
Não te esqueças de Deus.
Se o tempo é tranquilo,
Serve e agradece a Deus.
Antes as crises que surjam,
Serve e confia em Deus.
Quando alguém te abandone,
Serve, apoiando-te em Deus.
Ante ofensas e golpes,
Cala-te e serve, pensando em Deus.
Atende ao dever que te cabe
E Deus fará o resto.
Emmanuel
domingo, 18 de agosto de 2013
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Obsessores de nós mesmos.
Um dos maiores erros que nós espíritas cometemos ou
por desatenção ou por ignorância, é o fato de não prestarmos atenção nos
membros de nossa família.
O esposo, a esposa, os filhos, irmãos e os pais, por
exemplo, ou são na maioria das vezes, nossos desafetos do passado ou criaturas
que nos são simpáticas e afins.
Não falaremos da obsessão de desencarnado para
encarnado e sim, da de encarnado para encarnado.
Não nos é obscuro o fato de que milhares de pessoas
dentro de seus lares se odeiam, sentem verdadeira aversão uma pela outra.
Em muitos casos os encarnados se toleram quando não
podem se largar! Conhecemos casos de irmãos que são verdadeiros obsessores um
do outro (brigas e desentendimentos constantes, agressões físicas, verbais, disputas,
competições, ciúmes, assassinatos,etc.). Sabemos que existem mães que são
verdadeiras obsessoras de suas filhas, são controladoras, ciumentas,
possessivas, chantagistas... As educam e as preparam mal para a vida e no final
das contas, fogem a toda responsabilidade, “jogando” a culpa de terem sido
péssimas mães, muitas vezes, nas próprias filhas.
Muitos de nós não conseguimos admitir que aquele que
vive sob o mesmo teto é um inimigo do passado, que está encarnado, prefererimos crer que as
antipatias e os constantes desentendimentos são na verdade, “probleminhas de
convivência”.
Fugimos a todo custo de uma meditação mais
aprofundada sobre nós mesmos e sobre o nosso próximo mais próximo. Concordemos
que é muito difícil nos vermos na pele daquele que obsidia, pois para muitos de
nós julgamos erradamente que o outro é que perdeu a razão, ele é quem erra e
nós somos suas vítimas”.
Irmãos, na maioria das vezes recebemos em nosso lar
como filhos, aqueles que nos obsidiaram do plano espiritual. E não nos iludamos
quanto a ideia de que só um de nós é o devedor, pois todos de certa forma, já
prejudicamos muito aqueles que hoje estão como nossos entes encarnados mais
próximos. Façamos uma análise despretensiosa e honesta sobre este tema olhando para as
nossas vidas e logo perceberemos que somos devedores daqueles com quem temos
dificuldades de convivência, por isso tão necessário se faz o perdão, mais
importante ainda é o entendimento do que seja perdoar!
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Obaluayê - Orixá regente de 2013 e seu poder Transformador
Obaluayê
é o orixá que traz o corpo coberto por chagas, o que é um simbolismo.
Considerado o senhor do carma e do desencarne, conduz-nos a profunda
transformação sempre de dentro para fora.
Orixá
responsável pela nossa passagem para a outra dimensão através do desencarne,
sendo os cemitérios o seu ponto de força. Desejamos fazer uma análise despretensiosa
de acordo com nosso modo próprio de interpretação. Jamais discordando do que já
foi dito alhures, pelos sérios e estudiosos irmãos umbandistas. Esmiuçando um
pouco mais os
estudos
anteriores de outros autores, quisemos trazer para este blog uma interpretação
própria, como já dissemos e que tem como único intuito fazer pensar.
Obaluayê,
o orixá regente do ano de 2013, vibrará em nós no próximo ano, a necessidade da
transformação interior e esta se dará pela vivência do carma com mais intensidade.
2013 será para muitos o ano decisivo, difícil, pois proporcionará a nós transformações
internas (espírito) e atuará também nas transformações da natureza. Serão
mudanças que poderão mexer com nossas estruturas, convidando-nos a abalar e
expulsar de nós o homem velho e deixando nascer o homem novo. Estas
mudanças nos conduzirão à necessidade de construirmos um novo “chão”, isto é, a
busca pelo equilíbrio, pela segurança, pela sensatez e pela calma. Referimo-nos
a transformação e modificação espiritual e moral, que requererá os abalos específicos,
onde o velho se quebrará para que o novo possa ser construído.
Como um
pai severo, disciplinador, porém justo e misericordioso, Obaluayê nos conduzirá
a um melhor estágio consciencial, levando-nos a reflexão sobre nossas mazelas
ou se melhor nos fizermos compreender, sobre nossas chagas, as que estão ocultas
e que precisam ser extirpadas. As transformações que este orixá nos
proporcionará em 2013, serão as mudanças necessárias à nossa evolução. Os tais
abalos serão sentidos através da desatenção e do pouco esforço para enxergar a necessidade
da evangelização, dos sérios estudos e da urgente reforma íntima.
A um passo de 2013!
Como em todo fim de ano, nos
últimos momentos, em todo o mundo e como não poderia
deixar de ser, a maior expectativa é pela
contagem regressiva.
Comemora-se o fim de um ciclo,
como se quiséssemos fechar com “chave de ouro” os
doze meses vividos por nós. Vale tudo para acreditar que
algo mudará... Pulamos as sete ondas e fazemos os
pedidos, pedidos estes que continuam a alimentar o lúdico,
o sobrenatural, o mágico, como se estes rituais
fossem levar de nós para sempre nossas falhas. Quantas flores e perfumes são
jogados ao mar para enfeitar Yemanjá no desejo
sincero de que este Orixá nos oferte de volta a realização
de nossos sonhos mais especiais?
Quantas velas são acesas nas
areias das praias com milhares de pedidos despejados
no ar? Pedidos de proteção, de um bom emprego, de
um novo amor ou do retorno do antigo, quantos?
Ok! Saltaremos por cima das
sete ondas, acenderemos as velas na praia,
cantaremos e dançaremos, tomaremos a meia
noite o banho de mar, ofertaremos para Yemanjá
os mimos em troca da proteção, vestiremos o branco,
o amarelo, o vermelho, o dourado e usaremos a peça
íntima de acordo com desejo, para o novo ou para o
velho amor. Mas e onde em nós guardaremos espaço para
a vontade mental? Onde guardaremos em nós o
espaço para a fé inteligente e para o “mãos a
obra”?
De que nos valerá todo o ritual
na passagem do ano, se depois não trabalharmos em prol
da nossa reforma íntima?
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