Diante do grave quadro que o mundo apresenta nesse momento, precisamos despertar desse medo hipnótico. A manutenção da saúde mental em meio a esse caos que se estabeleceu no planeta por causa do Covid-19, se faz urgente. Além do mais, de nada nos serve o desespero, pois enquanto somos estudiosos do espiritismo, não importando a crença ou a ciência que abraçamos como ideal evolutivo, devemos aplicar em nós o sagrado conhecimento contido no Evangelho de Jesus para estarmos fortalecidos nessa época de transição planetária. Sabemos que é justamente nos períodos de turbulência, que de tempos em tempos precisamos atravessar para a nossa evolução, que devemos aplicar em nós mesmos uma dose “cavalar” de serenidade e sabedoria.
Mostrando postagens com marcador CIÊNCIA.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CIÊNCIA.. Mostrar todas as postagens
sábado, 21 de março de 2020
sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
QUAIS AS DIFERENÇAS ENTRE UMBANDA E ESPIRITISMO?
RAMATÍS: - As peculiaridades que distinguem as práticas espíritas das umbandistas foram aprofundadas em outra obra.[4] É importante relembrar que a umbanda é um movimento espiritualista visivelmente diferente do espiritismo, mas com muita sincronia em vários aspectos, tendo em vista que ambos são regidos pelas leis universais que regulam o intercâmbio entre os planos de vida.
A umbanda fundamenta-se na magia e nas forças da natureza manifestadas nos planos das formas (mental e astral), representadas pelos orixás. Ela não concorre com os centros espíritas, que não permitem símbolos mágicos, cânticos, defumações, ervas, essências aromáticas, fogo, pólvora, velas.
O espiritismo preconiza libertar os homens das formas transitórias e não aceita a magia em seus postulados doutrinários. Infelizmente, muitos homens ditos espíritas se consideram melhores, superiores e salvos em relação aos umbandistas, condenando equivocadamente a umbanda em suas atividades de intercâmbio com o Espaço. Lamentavelmente, muitos dirigentes zelosos da pureza doutrinária, às escondidas, como criança que rouba doce da geladeira, encaminham consulentes, alvos de magia negra, aos terreiros, abafando esses casos dos estudos doutrinários, mesmo que ocorram diuturnamente em seus centros.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
CONSIDERAÇÕES SOBRE A ORIGEM DO CÂNCER
PERGUNTA: Podeis
dizer-nos se o câncer é uma enfermidade proveniente do meio planetário que
habitamos?
RAMATIS: Já vos
dissemos anteriormente que o corpo físico é o prolongamento do próprio perispírito
atuando na matéria; podeis mesmo compará-lo a um vasto mata-borrão capaz de
absorver todo o conteúdo tóxico produzido durante os desequilíbrios mentais e
os desregramentos emotivos da alma. Qualquer desarmonia ou dano físico do corpo
carnal deve, por isso, ser examinado ou estudado tendo em vista o todo do
indivíduo, ou seja o seu conjunto psicofísico. O corpo humano, além de suas
atividades propriamente fisiológicas, está em relação com uma vida oculta, espiritual,
que se elabora primeiramente no seu mundo subjetivo, para depois, então, manifestar-se
no mundo físico.
O espírito é uno em sua essência imortal, mas a sua
manifestação se processa em três fases distintas; ele pensa, sente e age. Em
qualquer aspecto sob o qual for analisado, ou em qualquer uma de suas ações, deve
ser considerado sob essa revelação tríplice, que abrange o pensamento, o
sentimento e a ação. E para maior êxito no verdadeiro conhecimento do homem, é
conveniente saber-se que ele é também a mesma unidade quando manifesta as suas
atividades morais, intelectuais, sociais e religiosas. Deste modo, quer na
enfermidade ou na saúde, não há separação entre o pensamento, a emoção e a ação
do homem; em qualquer acontecimento de sua vida, há de sempre revelar-se numa
só consciência, num só todo psíquico e físico, numa só memória forjada no
simbolismo do tempo e do espaço.
Em conseqüência, como o espírito e o corpo não podem ser
estudados separadamente, quer na saúde, quer na doença, é óbvio que também no
caso do câncer e do seu tratamento especifico é multo importante e sensato
identificar-se antes o tipo psíquico do doente e, em seguida, considerar-se
então a espécie de doença. Embora certa porcentagem de incidência do câncer
seja oriunda do choque ocorrido entre as forças ocultas que descem do plano
superior e as energias astrais criadoras dos diversos reinos da vida física, a
sua manifestação mórbida no homem é proveniente da toxicidade fluídica que
ainda circula no perispírito e que foi acumulada pelos desatinos mentais e
emotivos ocorridos nas várias encarnações pretéritas.
Esse morbo fluídico “desce”, depois, do perispírito para
concentrar-se num órgão ou sistema orgânico físico, passando a perturbar a harmonia
funcional da rede eletrônica de sustentação atômica e alienando o trabalho de
crescimento e coesão das células. Embora cada corpo físico seja o produto
específico dos ascendentes biológicos herdados de certa linhagem carnal humana,
ele sempre revela no cenário do mundo físico o aspecto interior da própria alma
que o comanda. Mesmo considerando-se as tendências hereditárias, que
disciplinam as características físicas das criaturas, há também que se
reconhecer a força dos princípios espirituais que podem dirigir e modificar o
corpo de carne. Cada organismo físico reage de acordo com a natureza íntima de
cada alma encarnada, e de modo diferente entre os diversos homens; e isto
ocorre tanto na saúde como na enfermidade. homem é proveniente da toxicidade
fluídica que ainda circula no perispírito e que foi acumulada pelos desatinos
mentais e emotivos ocorridos nas várias encarnações pretéritas.
Esse morbo fluídico “desce”, depois, do perispírito para
concentrar-se num órgão ou sistema orgânico físico, passando a perturbar a harmonia
funcional da rede eletrônica de sustentação atômica e alienando o trabalho de
crescimento e coesão das células.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
CURA PELA MENTE
A mente é um fenômeno
fantástico em se falando de cura. Bem disciplinada, com os métodos evangélicos,
faz surpresa à ciência, valoriza a filosofia e sustenta a religião. As curas
feitas pelo poder mental desafiam os céticos, pois é através dela que se
reconhece o espírito, na eternidade que lhe é peculiar.
O instrumento da alma
é o amor, visto que poderemos nos curar pelo amor, elevarmo-nos pelo amor,
embelezarmo-nos pelo amor, e nos libertarmos, definitivamente, pelo amor. Ele é
Deus, ele é tudo na nossa vida. Ao nos aproximarmos de um doente, é de bom senso
que limpemos a mente, se ela estiver toldada pelos pensamentos indesejados. E é
bom que essa tarefa se inicie pela prece, para que depois a vontade encontre
ambiente adequado no terreno das sugestões. A delicadeza predispõe todo e qualquer
enfermo que nos ouve a colocar-se na mais alta receptividade espiritual. E a
mente educada colocará à sua disposição grande acúmulo de fluidos espirituais,
que representa o bem-estar e cura quase instantânea, dependendo de quem as aplica
e da sua elevação diante do Cristo.
Todas as qualidades
evangélicas, todas as virtudes espirituais obedecem a uma escala progressiva.
Quanto mais subirmos, mais facilmente desempenharemos as nossas atividades. Uma
mente adestrada está sempre em convenio com outras da sua espécie, doando-lhe,
de certa forma, o magnetismo referente ao seu estado de coisas.
O dom é uma flor que
exala perfume de acordo com a natureza da árvore, e esta o extrai de fontes
diversas, na engrenagem sutil do seu energismo. Todos somos médiuns e o que
passa por nosso intermédio e é atraído pela sintonia,corresponde aos anseios
dos dois polos de vida: o que comunica e o que recebe. Poderemos, sobre esse
assunto, lembrarmo-nos com proveito do Evangelho, que nos informa que ninguém
recebe o que não merece. E essa justiça nada mais é do que o amor que se
manifesta em todas as direções da vida, de acordo com o ambiente. Mas é sempre
ele. Desde a força eletrostática até a mecânica gravítica das galáxias, da formação
de um lar até bilhões de pessoas em um planeta, de um simples perdão de pessoa
para pessoa até a fraternidade dos anjos, sempre, sempre é ele – o amor.
Se nos dispusermos a
curar os enfermos, ou pelo menos aliviar os nossos semelhantes, em primeiro
lugar, entremos na escola do amor. Que seja pela prece, que seja pela caridade,
que seja pela obediência, que seja pela humildade, que seja pelo perdão, que
seja pela alegria, pois ele é um sol de mil raios, é um palácio de mil portas, é
uma mansão divina de mil divisões. Liguemos sua trajetória e comecemos a ser
médicos de nós mesmos e dos outros.
Se ainda não
aprendestes a falar, começai educando a palavra. A harmonia dos sons, pelo que
ele leva da mente espiritualizada aos que ouvem, é como que um banho salutar da
alma. O magnetismo, que poderemos doar na hora da conversação com os que
sofrem, é uma transfusão de vida, de alegria e de esperança.
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
A Natureza e a Ciencia
Expusemos,
nas páginas precedentes, os princípios essenciais da filosofia das existências
sucessivas. Apoiados sobre a mais rigorosa lógica, tais princípios esclarecem o
nosso futuro e resolvem numerosos problemas até aqui não explicados.
Entretanto,
podem objetar-nos que essas doutrinas, por mais lógicas e racionais que
pareçam, não passam de simples hipóteses, meras especulações, e que como tais
devem ser tratadas.
A nossa época, fatigada dos devaneios da imaginação, das teorias e dos sistemas preconcebidos, propendeu para o cepticismo. Diante de qualquer afirmação reclama provas. Não lhe fatos sensíveis, diretamente observados, para dúvidas se explicam: são a conseqüência fatal do abuso das lendas, das ficções, das doutrinas errôneas com que durante séculos se embalou a Humanidade. De crédulo que era, o homem, instruindo-se, tornou-se céptico e cada teoria nova é acolhida com desconfiança, senão com hostilidade.
Não nos lastimemos desse estado de espírito, que não é, em suma, senão homenagem inconsciente prestada à verdade pelo pensamento humano. Com isso, a filosofia das existências sucessivas só tem a ganhar, porque, longe de ser mais um sistema fantasista, apóia-se num conjunto imponente de fatos, estabelecidos por provas experimentais e por testemunhos universais. A tais fatos é que consagraremos a terceira parte desta obra.
O progresso da Ciência, em suas escalas inumeráveis, é comparável a uma ascensão em país de altas montanhas. À medida que o viajante galga as árduas encostas, o horizonte se lhe alarga, os pormenores do plano inferior se confundem em vasto conjunto, enquanto novas perspectivas se mais sobe, tanto maior amplidão e majestade adquire o espetáculo. Assim a Ciência, em seu progresso incessante, descobre, a cada passo, domínios ignorados.
A nossa época, fatigada dos devaneios da imaginação, das teorias e dos sistemas preconcebidos, propendeu para o cepticismo. Diante de qualquer afirmação reclama provas. Não lhe fatos sensíveis, diretamente observados, para dúvidas se explicam: são a conseqüência fatal do abuso das lendas, das ficções, das doutrinas errôneas com que durante séculos se embalou a Humanidade. De crédulo que era, o homem, instruindo-se, tornou-se céptico e cada teoria nova é acolhida com desconfiança, senão com hostilidade.
Não nos lastimemos desse estado de espírito, que não é, em suma, senão homenagem inconsciente prestada à verdade pelo pensamento humano. Com isso, a filosofia das existências sucessivas só tem a ganhar, porque, longe de ser mais um sistema fantasista, apóia-se num conjunto imponente de fatos, estabelecidos por provas experimentais e por testemunhos universais. A tais fatos é que consagraremos a terceira parte desta obra.
O progresso da Ciência, em suas escalas inumeráveis, é comparável a uma ascensão em país de altas montanhas. À medida que o viajante galga as árduas encostas, o horizonte se lhe alarga, os pormenores do plano inferior se confundem em vasto conjunto, enquanto novas perspectivas se mais sobe, tanto maior amplidão e majestade adquire o espetáculo. Assim a Ciência, em seu progresso incessante, descobre, a cada passo, domínios ignorados.
Todos sabem
quão limitados são os nossos sentidos materiais, como é restrito o campo que
estes abraçam. Além das cores e dos raios percebidos por nossa vista, há outras
cores, outros raios, cuja existência é demonstrada pelas reações químicas. Do
mesmo modo, o ouvido só percebe as ondas sonoras entre dois extremos, além dos
quais as vibrações sonoras, muito agudas ou muito graves, nenhuma influência
exercem sobre o nervo auditivo. Se a nossa
força visual não tivesse sido aumentada pelas descobertas da óptica, que
saberíamos do Universo na hora presente? Não só ignoraríamos a existência
dos longínquos impérios do éter, onde sóis sucedem a sóis, onde a matéria
cósmica, em suas eternas gestações, faz surgir astros por milhares, como também
nada saberíamos ainda dos mundos mais vizinhos à Terra. Gradualmente
e de idade em idade, tem-se estendido o campo de observação. Graças à invenção
do telescópio, o homem tem podido explorar os céus e comparar o nosso mesquinho
globo com as esferas gigantescas do espaço.
domingo, 21 de julho de 2013
Num século de Espiritismo
Reunião pública de 4/1/60
Questão nº 1
Num século
inteiro de atividades, temos visto a Ciência procurando apaixonadamente as
realidades do Espírito.
Provas indiscutíveis
não lhe foram regateadas. E tantas foram elas que Richet conseguiu articular,
com êxito, as bases clássicas da Metapsiquica, usando recursos tão demonstrativos
e convincentes quanto aqueles empregados na exposição de qualquer problema de
patologia ou botânica.
Sábios
distintos, entre os quais Wallace e Zollner, Crookes e Lombroso, Myers e Lodge,
mobilizando médiuns notáveis, efetuaram experiências de valor inconteste. Entretanto,
se nos vinte lustros passados a mediunidade serviu para atender aos misteres
brilhantes da observação cientifica, projetando inquirições do homem para a
Esfera Espiritual, é justo satisfaça agora as necessidades morais da Terra,
carreando avisos da Esfera Espiritual para o homem. Se o primeiro século de Doutrina
Espirita viu realizações admiráveis, desde os cálculos profundos da física
nuclear aos rudimentos da Astronáutica, surpreendeu, igualmente, calamidades terríveis,
como sejam: as guerras de conquista e rapinagem, nas quais os campos de
prisioneiros foram teatro para os mais hediondos espetáculos de barbárie e degradação,
em nome do direito; a técnica na destruição de cidades em massa; as inquisições políticas, a feição das antigas inquisições religiosas, amordaçando a liberdade
de consciência; a proliferação das indústrias do aborto, às vezes, com o amparo
de autoridades respeitáveis; a onda crescente dos suicídios; o delírio dos entorpecentes;
o abuso da hipnose; o lenocínio transformado em costume elegante da vida moderna;
o aumento dos chamados crimes perfeitos, com manifesta perversão da inteligência,
e a percentagem assustadora das moléstias mentais com alicerces na obsessão.
Assinar:
Postagens (Atom)





