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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

QUAIS AS DIFERENÇAS ENTRE UMBANDA E ESPIRITISMO?

PERGUNTA: - Quais as diferenças entre umbanda e espiritismo?

RAMATÍS: - As peculiaridades que distinguem as práticas espíritas das umbandistas foram aprofundadas em outra obra.[4] É importante relembrar que a umbanda é um movimento espiritualista visivelmente diferente do espiritismo, mas com muita sincronia em vários aspectos, tendo em vista que ambos são regidos pelas leis universais que regulam o intercâmbio entre os planos de vida.
A umbanda fundamenta-se na magia e nas forças da natureza manifestadas nos planos das formas (mental e astral), representadas pelos orixás. Ela não concorre com os centros espíritas, que não permitem símbolos mágicos, cânticos, defumações, ervas, essências aromáticas, fogo, pólvora, velas.
O espiritismo preconiza libertar os homens das formas transitórias e não aceita a magia em seus postulados doutrinários. Infelizmente, muitos homens ditos espíritas se consideram melhores, superiores e salvos em relação aos umbandistas, condenando equivocadamente a umbanda em suas atividades de intercâmbio com o Espaço. Lamentavelmente, muitos dirigentes zelosos da pureza doutrinária, às escondidas, como criança que rouba doce da geladeira, encaminham consulentes, alvos de magia negra, aos terreiros, abafando esses casos dos estudos doutrinários, mesmo que ocorram diuturnamente em seus centros.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

CEGOS GUIANDO CEGOS




Todos nós em algum momento iremos fechar nossos olhos para a realidade que nos cerca, seja por medo, por orgulho, por ignorância ou por revolta. Isso é sui generis! É da nossa característica humana, enquanto espíritos infantis que caminham para Deus.

Na medida que o esclarecimento nos bater à porta, deixamos pouco a pouco a ignorância para trás e vamos transformando o torto em reto, o mau em bom, as deficiências em pequeninas perfeições, e assim vamos crescendo espiritualmente.

domingo, 21 de julho de 2013

Num século de Espiritismo






 
Reunião pública de 4/1/60
Questão nº 1


Num século inteiro de atividades, temos visto a Ciência procurando apaixonadamente as realidades do Espírito. 
Provas indiscutíveis não lhe foram regateadas. E tantas foram elas que Richet conseguiu articular, com êxito, as bases clássicas da Metapsiquica, usando recursos tão demonstrativos e convincentes quanto aqueles empregados na exposição de qualquer problema de patologia ou botânica.
Sábios distintos, entre os quais Wallace e Zollner, Crookes e Lombroso, Myers e Lodge, mobilizando médiuns notáveis, efetuaram experiências de valor inconteste. Entretanto, se nos vinte lustros passados a mediunidade serviu para atender aos misteres brilhantes da observação cientifica, projetando inquirições do homem para a Esfera Espiritual, é justo satisfaça agora as necessidades morais da Terra, carreando avisos da Esfera Espiritual para o homem. Se o primeiro século de Doutrina Espirita viu realizações admiráveis, desde os cálculos profundos da física nuclear aos rudimentos da Astronáutica, surpreendeu, igualmente, calamidades terríveis, como sejam: as guerras de conquista e rapinagem, nas quais os campos de prisioneiros foram teatro para os mais hediondos espetáculos de barbárie e degradação, em nome do direito; a técnica na destruição de cidades em massa; as inquisições políticas, a feição das antigas inquisições religiosas, amordaçando a liberdade de consciência; a proliferação das indústrias do aborto, às vezes, com o amparo de autoridades respeitáveis; a onda crescente dos suicídios; o delírio dos entorpecentes; o abuso da hipnose; o lenocínio transformado em costume elegante da vida moderna; o aumento dos chamados crimes perfeitos, com manifesta perversão da inteligência, e a percentagem assustadora das moléstias mentais com alicerces na obsessão.