Direitos todos temos, no pentagrama das nossas existências. Em
confronto com o que existe à nossa retaguarda, somos privilegiados pelas
conquistas que o tempo nos premiou na ascensão da vida. Porém, não podemos nos
esquecer dos deveres a cumprir diante dos outros, que viajam conosco no mesmo
comboio planetário. Compete a nós respeitar os que nos ajudam a viver, para que
o próprio respeito nos garanta a tranquilidade. Temos competência de fazer o
que desejarmos que seja feito. No entanto, podemos assumir com isso dívidas
para com os nossos irmãos, se os nossos feitos não compartilharem com a
harmonia da criação.
O nosso direito é ser honesto e o nosso dever é respeitar a vida
que o semelhante leva, de modo que o tempo seja gasto somente na educação que
nos compete adquirir.
O nosso direito é a honra onde quer que andemos e o nosso dever é
o encargo de trabalhar em silêncio nos moldes do exemplo, para ajudar quem
ainda não percebeu os valores das virtudes espirituais. O nosso direito é nos
interessar pelo autoaprimoramento e a nossa incumbência é trabalhar
constantemente pela paz de todas as criaturas de Deus.
