Mostrando postagens com marcador ESPÍRITO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ESPÍRITO. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

PERFIL DOS MÉDIUNS FRACASSADOS.

 



Cegos pela vaidade de se julgarem auto-suficientes, capazes de tudo realizar na suposta independência de qualquer comando invisível, abdicam da vigilância e do bom senso, imunizam-se à vibração do Guia Espiritual e tombam fragorosamente no lodo de suas próprias imprudências. Infelizes e orgulhosos, não conseguem perceber quando também "muda" a presença oculta que os protegia; quando se retira o mentor e em seu lugar surge a figura maquiavélica e astuta do gênio das sombras! Dali por diante, há um "dono" e não um "guia", em lugar do orientador terno e tolerante, que a todos os equívocos e interesses inconfessáveis do médium apunha o selo da sua responsabilidade espiritual, surge a alma cruel, daninha, orgulhosa e viciosa, que exige, domina e castiga. Desaparece ser generoso, que conduz as almas para o reino da Luz, e se manifesta o senhor de escravos, que depois arrasta do túmulo o espírito imprevidente para as regiões das trevas!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

O DIVINO MESTRE JESUS


"O mestre Jesus foi, indiscutivelmente, a entidade da mais alta estirpe sideral que já desceu ao vosso orbe. A sua consciência ampla e poderosa lutava assombrosamente para firmar-se no comando de um cérebro humano.
Era um divino balão cativo preso por delicadíssimos fios de seda. Seu Espírito, superativo e em permanente vigília, envidava heroicos esforços para abafar as energias estuantes de vida animal, que se multiplicam na esfera instintiva e tentavam dominá-lo tanto quanto ele as repelia.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

RIQUEZA INSPIRATIVA





Riqueza inspirativa não acontece por acaso. É sintonia com regiões ou entidades que vos inspiram, trocando valores ou ruínas, nas pautas que vos cabe merecer.
Cada espírito é um instrumento vivo em que seus iguais encontram acesso, para valorizar suas próprias ideias, alimentando-se com a troca de magnetismo, que corresponde na mesma frequência.
Poderemos constatar isso em todos os reinos da natureza.
A formiga achará facílimo comunicar-se com outras da sua mesma espécie, e dificuldades inumeráveis em querer transmitir seus sinais para galinhas ou cães. Os bovinos não são entendidos pelos muares nem tampouco pelas ovelhas. 

quarta-feira, 12 de julho de 2017

SEXO ENTRE ESPÍRITOS


 


PERGUNTA - Podeis falar-nos algo sobre o sexo no plano astral? Os espíritos mantêm relação sexual como entendemos?

RAMATÍS  Sexo é fundamentalmente troca de energia. Na caminhada evolutiva do espírito imortal, ocupais transitoriamente um corpo masculino ou feminino, que durante o conluio amoroso se completam energeticamente, momentaneamente em uníssono como se fôsseis um só espírito, assexuado. Ocorre que o sexo para vós está associado meramente ao prazer sensório fato que associado ao caráter pecaminoso das religiões punitivas, que ressoa em vosso inconsciente milenar, faz com que o ato sexual seja visto como algo impuro. O amor é a mola que mantém as energias sexuais revitalizantes. Segundo vossos psicanalistas a sexualidade tem fases evolutivas, sendo que infelizmente classificam a fase adulta como fática, como se o órgão físico fosse o centro de tudo, cegos que estão ao enorme manancial de energia suprafísica envolvido na troca saudável e embasada no amor.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Qual, na loucura, a situação do Espírito?




“O Espírito, quando em liberdade, recebe diretamente suas impressões e diretamente exerce sua ação sobre a matéria. Encarnado, porém, ele se encontra em condições muito diversas e na contingência de só o fazer com o auxílio de órgãos especiais. Altere-se uma parte ou o conjunto de tais órgãos e eis que se lhe interrompem, no que destes dependam, a ação ou as impressões. Se perde os olhos, fica cego; se o ouvido, torna-se surdo, etc. Imagina agora que seja o órgão, que preside às manifestações da inteligência, o atacado ou modificado, parcial ou inteiramente, e fácil te será compreender que, só tendo o Espírito a seu serviço órgãos incompletos ou alterados, uma perturbação resultará de que ele, por si mesmo e no seu foro íntimo, tem perfeita consciência, mas cujo curso não lhe está nas mãos deter.”

Allan Kardec – “O Livro Dos Espíritos”- Feb.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

A transição dos espíritos ou o mistério da morte.



A transição dos espíritos ou o mistério da morte. Quando o homem adormece em seu último sono, cai primeiramente numa espécie de sonho, antes de acordar do outro lado da vida. Cada um vê então, numa bonita fantasia ou num terrível pesadelo, o paraíso ou o inferno nos quais acreditou durante sua existência mortal.
É por esse motivo que muitas vezes a alma atemorizada se lança violentamente na vida que ela acaba de deixar e que mortos, bem mortos quando os sepultamos, acordam vivos sob o túmulo. A alma então, não mais ousando morrer, consome-se em esforços inúteis para conservar a vida leguminosa, por assim dizer, de seu cadáver. Ela aspira durante seu sono o vigor fluídico dos vivos e o transmite ao corpo enterrado cujos cabelos crescem como uma erva daninha e cujo sangue vermelho colore os lábios. Esses mortos tornam-se vampiros; vivem conservados por uma doença póstuma que tem sua crise, como as outras, e que termina por convulsões horríveis durante as quais o vampiro, procurando destruir a si próprio, devora os braços e as mãos. As pessoas sujeitas a pesadelos podem fazer uma idéia do horror das visões infernais. Essas visões são o castigo de uma crença atroz e perseguem sobretudo as crenças supersticiosas e os ascetas fanáticos: a imaginação está povoada de atormentadores, e esses monstros, no delírio que se segue à morte, aparecem à alma com uma espantosa realidade, cercando-a, atacando-a e dilacerando-a procurando devorá-la. O sábio, ao contrário, é acolhido por visões felizes, acredita ver seus amigos de outrora virem a seu encontro e lhe sorrirem. Mas tudo isso, dissemos, é apenas um sonho, e a alma não tarda a acordar. Então ela mudou de meio, está acima da atmosfera que se solidificou sob os pés de seu envoltório, agora mais leve. Este envoltório é mais ou menos pesado; há os que não conseguem se erguer de seu novo solo; há outros que, ao contrário, sobem e pairam livremente no espaço, como águias. Mas os liames de simpatia os ligam sempre à terra na qual viveram e sobre a qual se sentem viver mais do que nunca, porque estando destruído o corpo que os separava, têm consciência da vida universal e participam das alegrias e dos sofrimentos de todos os homens. Eles vêem Deus como ele é, isto é, presente em toda parte na precisão infinita das leis da Natureza, na justiça que triunfa sempre através de tudo o que acontece, e na caridade infinita que é a comunhão dos eleitos. Eles sofrem, dissemos, mas têm esperança porque amam e estão felizes por sofrer. Eles saboreiam pacificamente a doce amargura do sacrifício e são os membros gloriosos, mas que sangram sempre, da grande vítima eterna. Os espíritos criados à imagem e semelhança de Deus são criaturas como ele, mas, como ele, só podem criar suas imagens. As vontades audaciosas e desregradas produzem larvas e fantasmas, a imaginação tem o poder de formar coagulações aéreas e eletromagnéticas que refletem num instante os pensamentos e sobretudo os erros do homem ou do círculo dos homens que os coloca no mundo.
Essas criações de abortos excêntricos esgotam a razão e a vida daqueles que os fazem nascer, e têm por característica geral a estupidez e o malefício, porque são os tristes frutos da vontade desregrada.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Por que a DEPRESSÃO se instala em nossa vida?


São muitos os motivos e o primeiro deles é que viver neste planeta não é tarefa fácil.  Podemos dizer que o segundo deles está ligado aos laços afetivos, isto é, a família na qual encarnamos e sobre como será o convívio com os pais, irmãos, etc.
Na infância como sabemos, as experiências mais marcantes levamos para a vida adulta e muitas delas são desagradáveis e é justamente na nesta fase que vivemos nossos medos e fantasmas, através dos recalques.
Mas falemos de forma despretensiosa sobre a depressão vista apenas pela lente do espiritismo, que é nosso objetivo maior neste texto.
Hoje a medicina vê a depressão como doença séria que merece aprofundada investigação e tratamento com medicamentos alopáticos entre outros. 
Por que a depressão se instala em nossa vida? Ela não escolhe sexo, cor, religião nem nível social, atinge ricos e pobres, eruditos e iletrados. Pode afetar como dissemos desde criancinhas, adolescentes, adultos até os que estão na melhor idade, mas qual poderiam ser os fatores psíquicos?
Enquanto estudantes do espiritismo devemos nos lembrar que somos espíritos imortais, vivemos muitas vidas na carne justamente para evoluirmos, erramos, acertamos, contraímos dívidas e as pagamos.
Deixamos para trás as lembranças do que fomos e de como agíamos no passado, para nascermos novamente na carne e aproveitarmos as experiências físicas em mais uma nova e abençoada oportunidade.  Muitas vezes voltamos (encarnamos) no mesmo núcleo familiar do passado, ligados a espíritos com os quais temos dívidas pretéritas, alegrias, antipatias, ódios ou amores... muitos de nossos parentes consanguíneos foram em outras vidas nossos antigos obsessores, algozes, amores...
A Divina providência faz-nos esquecer momentaneamente como já sabemos, o nosso passado de alegrias ou de faltas, para novamente na carne convivermos ao lado daqueles a quem precisamos ajudar ou ressarcir.
Mas e aqueles a quem ofendemos e prejudicamos muito no passado e que deixamos “para trás” quando nascemos novamente na carne? Para o nosso azar, muitos nos reencontram na nova roupagem física, percebendo-nos a vibração e, se merecermos seus ataques e ódios, desforram cruel e covardemente atacando-nos diretamente o psiquismo ou atingindo os entes queridos para enfraquecer-nos quando não encontram em nós campo fértil para o intento maligno.
A carga energética desferida contra a vítima encarnada pode causar-lhe enfermidades de toda ordem, levar lhe à loucura, ao vício e também à uma tristeza profunda que vamos chamar aqui depressão.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

TUDO O QUE FAÇAS



Tudo o que pretendes fazer, ou que estás fazendo, lembra-te de fazê-lo com dedicação, com amor. Vieste à Terra para fazer alguma coisa e essa missão tem grande importância. Cuida de fazer tudo com perfeição, levando em conta que não há nada perfeito sem que haja Amor. As escolas do mundo nos dão meios de entender as coisas na sua profundidade. No entanto, não são somente elas que nos levam a compreender os nossos deveres. Uma grande parte nos toca diretamente e essa deve ser feita por nós, condicionando experiências e usando nossa vontade, aquela que nunca esmorece ante os obstáculos. Não podemos nos esquecer da maturidade do Espírito conferida pelo tempo. Porém, os clarins da eternidade tocam, alertando as almas. É chegado o momento da compreensão iluminada de rastrear os nossos desejos do aprendizado nos campos imensuráveis de nós mesmos, colhendo dados e acertando arestas, operando tumores e curando enfermidades no nosso mundo interno. A maior batalha a ser vencida é a luta que deveremos travar com nós mesmos, é o Bem contra o Mal, na profundeza da alma, para depois falarmos com segurança a todos os que queiram ouvir: Eu sou a Luz. O milagre do pensamento faz os grandes cientistas pensarem. Eles usam a razão, mas desconhecem a sua procedência e os meios pelos quais os pensamentos são feitos. As sutilezas das ideias e a inteligência dos homens escapam à própria inteligência destes mesmos homens, quando ignoram a existência do espírito. Quando descobriram os computadores, eles acharam que tinham encontrado o segredo do cérebro humano, esquecendo-se de procurar saber de onde vinha a inteligência.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

O DEVER

INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS

7. O dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesma, primeiro, e, em seguida, para com os outros. O dever é a lei da vida. Com ele deparamos nas mais ínfimas particularidades, como nos atos mais elevados. Quero aqui falar apenas do dever moral e não do dever que as profissões impõem.
Na ordem dos sentimentos, o dever é muito difícil de cumprir-se, por se achar em antagonismo com as atrações do interesse e do coração. Não têm testemunhas as suas vitórias e não estão sujeitas à repressão suas derrotas. O dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre-arbítrio.
O aguilhão da consciência, guardião da probidade interior, o adverte e sustenta; mas, muitas vezes, mostra-se impotente diante dos sofismas da paixão. Fielmente observado, o dever do coração eleva o homem; como determiná-lo, porém, com exatidão? Onde começa ele? onde termina? O dever principia, para cada um de vós, exatamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranqüilidade do vosso próximo; acaba no limite que não desejais ninguém transponha com relação a vós.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

As características mais elucidativas da parábola do Semeador.


Todas as figuras e minúcias expostas por Jesus em suas parábolas devem ser examinadas sob carinhosa atenção, porque são mensagens definindo os diversos aspectos e estados de espírito do homem, absolutamente relacionadas com o "reino de Deus". Na parábola do "Semeador", desde o início deve-se vislumbrar os dois elementos fundamentais e de grande significação espiritual em sua enunciação verbal. Primeiramente, distinguir-se o Semeador como símbolo do homem pacífico, que lavra, semeia e produz, em vez de destruir ou prejudicar, como é o lavrador laborioso. Mas além da presença do Semeador em sua atividade criativa e útil à coletividade, Jesus também destacou o campo ou o terreno, isto é, o local de atuação; enfim, a base onde opera o lavrador. Assim, o Semeador configura em tal exemplo o tarefeiro do Senhor, que semeia a palavra redentora e distribui o ensinamento libertador do mundo ilusório da matéria; o campo simboliza a própria humanidade, com os vários tipos de espíritos, os bons, podendo lembrar o terreno fértil, e os maus, o terreno pedregoso, e os desatentos, a figura da semente que é comida pelos pássaros do esquecimento. Nessa parábola, o Mestre Nazareno não valoriza nenhum guerreiro revestido de armadura ou municiado com armas destruidoras, que possa tingir de sangue a relva delicada das campinas ou pilhar os bens do próximo; nem destaca o político do mundo que mistifica na semeadura demagógica, visando ao seu exclusivo bem. Mas é o lavrador escolhido por símbolo do Semeador, que lança a semente do Evangelho no campo das mentes humanas, aguardando pacientemente as messes a frutificar no amor e na tolerância pela ignorância do seu próximo.
Na linguagem figurada pelo Cristo-Jesus, as diversas espécies de solo, em que foram lançadas as sementes da parábola, correspondem, eletivamente, às várias graduações da alma humana, cujas variações são a pureza, a inteligência, a ternura, e principalmente o espírito liberto de preconceitos e eletivo à recepção da semente da verdade espiritual. O Mestre distingue de modo sutil e, ao mesmo tempo, identifica o grau espiritual de cada tipo de criatura, conforme a sua reação à semente que lhe é ofertada no ensinamento do Evangelho. Não é difícil distinguirmos o terreno árido do convencionalismo social, da pretensa cultura, da liberdade luxuriosa, ou do fanatismo religioso, porquanto muitos são escravos exclusivos das circunstâncias de sua educação, poder, fortuna, distinção social ou primarismo anímico. Assim, certos grupos humanos reagem negativamente à atividade semeadora do Senhor, por força do seu condicionamento educacional ou por temerem prejudicar os interesses e destaques mundanos de uma falsa sociedade que dilapida a pobre empregadinha mãe solteira, enriquece prodigamente explorando o assalariado, mas atravessa a noite na jogatina desenfreada.