Mostrando postagens com marcador UNIVERSO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador UNIVERSO. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de março de 2020

FÉ E CIÊNCIA – É CHEGADO O MOMENTO DE NOVOS ARES



A fé que move o cientista não deve ser religiosa, mas comprometida com as verdades da Lei de Causalidade que rege a harmonia cósmica e com os métodos de comprovação amplamente aceitos pela comunidade científica, independendo de rituais, de adoração ou de crença cega. Manifestar-se-ão os planos vibratórios que não estão circunscritos às percepções grosseiras do corpo físico, por meio de métodos de inferência indiscutíveis. O alcance dessas averiguações dependerá de trabalho intenso, do devotamento, da experimentação psíquica, à distância de doutrinas, rituais ou religiões, templos ou de quaisquer formas exteriores, pois estará ao alcance da metodologia rigorosa da ciência. Assim como a arte, a religião e a meditação vos permitem o acesso a outros planos vibracionais, também a pesquisa científica será um desses caminhos.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

POR QUE EXU FAZ "PAR" COM OS ORIXÁS?



PERGUNTA: - Por que exu faz "par" com os orixás? Podeis nos dar um exemplo planetário de espíritos que atuam na vibração de exu?

RAMATÍS: - São muitos os espíritos que trabalham nas vibrações de exu, nas várias dimensões cósmicas. No Universo, tudo é energia, e na umbanda não é diferente: tudo se transforma para o equilíbrio, gerando harmonia. Por isso, precisais entender as correspondências vibracionais dos quatro elementos planetários: ar, terra, fogo e água, relacionando-os com cada um dos orixás, regentes maiores das energias cósmicas, aprofundando a compreensão da magia específica de cada exu.
Eles atuam, segundo determinadas peculiaridades, nos sítios vibracionais da natureza, fazendo par com os orixás, pois o eletromagnetismo do orbe é dual: positivo e negativo.
O Uno, o Eterno, o Incriado, Zambi, Olurum (um mesmo nome que representa a Unidade Cósmica) é "energia" e precisa se rebaixar para chegar aos planos vibratórios mais densos, onde estais agora.

domingo, 19 de novembro de 2017

O PODER CRIATIVO DA MENTE E AS ARMADILHAS DO EGO




Ao longo dos anos venho aprendendo que a mente humana é capaz de coisas incríveis em se tratando da vontade direcionada e firme. Milhares de pessoas gravam e postam vídeos enviando-nos  uma mensagem positiva de que “podemos ter tudo o que quisermos”, bastando para isso mentalizarmos coisas boas e felizes, etc.
Tenho assistido a alguns vídeos de pessoas entendidas do assunto, estudiosos, psicólogos, psiquiatras, terapeutas de vidas passadas, amadores, ou seja, gente de todo tipo de personalidade dizendo que “podemos quando queremos”.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

O PRANA



PERGUNTA: Em diversas obras espiritualistas de procedência oriental, temos encontrado habitualmente a palavra Prana e que, por vezes, também mencionais em vossas mensagens. Poderíeis dizer-nos alguma coisa sobre a natureza dessa força ou energia e qual a sua ação no intercâmbio entre o espírito e a matéria?



RAMATÍS: - Entre as inúmeras forças que emanam do Sol, fertilizando e interpretando as próprias energias dos orbes físicos que compõem o seu sistema planetário, a pedagogia espiritual do Oriente destaca três que são as mais importantes e úteis ao conhecimento da humanidade atual. São elas: "Fohat", que é conhecido no Ocidente por eletricidade, e que pode transformar-se em calor, magnetismo, luz e força ou movimento; "Cundalini", ou fogo serpentino, energia solar muito vigorosa, que se concentra no seio da Terra e depois flui violentamente para a periferia, ativando as coisas e os seres num impulso dinâmico de alto poder transformativo e criativo; finalmente, a terceira força ou elemento é o "Prana", cuja energia ou Vitalidade em potencial é responsável por todas as manifestações da vida no Universo.

O Prana está em todos os fenômenos do mundo exterior da matéria, assim como também nutre a vida no mundo oculto espiritual, mental, astral e etéreo. Essas três manifestações energéticas emanadas do Sol, que é o centro principal da Vida na Terra, conhecidas no Oriente por "Fohat", "Cundalini" e "Prana", jamais se transformam noutras formas de energias, pois tais elementos são tipos específicos, à parte, que atendem exclusivamente às necessidades e funções que mencionamos. Aliás, Prana é palavra de origem sânscrita e traduzi da textualmente, quer dizer "sopro de vida", ou energia vital. Para os orientais e principalmente entre os hindus ela possui significação mais ampla, sendo considerada a manifestação centrífuga de um dos poderes cósmicos de Deus. Para a escolástica hindu só há uma Vida, o Prana, tido como a própria Vida do Logos. Prana é a vida manifestada em cada plano de atividade do Espírito eterno; é o sopro vital de cada coisa e de cada ser. Na matéria ele é a energia que edifica e coordena as moléculas físicas, ajustando-as de modo a comporem as formas em todos os reinos, como o mineral, o vegetal, o animal e o hominal. Sem Prana, sopro indispensável, não haveria coesão molecular nem a conseqüente formação de um todo definido, pois é ele que

congrega todas as células independentes e as interliga em Íntima relação sustentando as formas. A coesão celular formada pelo Prana assegura a existência de uma consciência vital instintiva, garantindo uma unidade sensível e dominante, que atua em todos os demais planos internos da Vida.

O Espírito, ao "baixar" do seu mundo espiritual para formar sua individualidade consciente no mundo material, submete-se a um processo gradativo ou inerente a cada plano da vida, sendo um fenômeno uniforme em todo o Universo. No mineral, essa "consciência" em formação permanece estática e adormecida, mas depois evolui para a irritabilidade de "consciência" do vegetal ainda em "sonho"; em seguida, vivendo novos estágios de adaptações, ela alcança o estado de consciência instintiva animal; e, finalmente, atinge o raciocínio glorioso do homem. Entretanto, em todo esse modelamento progressivo e demorado, o Prana, energia vital, é o fio dadivoso que une as contas de imenso colar de moléculas para plasmar as múltiplas formas da Vida.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

A CONFIANÇA





Não há criatura alguma que possa viver sem confiança. Ela marca a certeza naquilo que deveremos alcançar. A confiança nasce da fé, que tranquiliza os nossos corações nas lutas de cada dia.
Se desejas confiar em alguma coisa, basta confiar em ti mesmo. No entanto, para que essa fé em ti mesmo te dê uma garantia, é preciso a aquisição de outras virtudes que deverás conquistar no universo do teu mundo interno. A fé não se compra, nem se toma emprestada como fazes com as coisas exteriores. O preço dela é representado por atribuições dos valores espirituais. A fé verdadeira nasce na tranquilidade da consciência. Se esta não te acusa, é porque estás indo bem nas linhas da existência e, de momento a momento, a luz da fé começa a iluminar a tua mente e empenhar-se, com o coração em uma jornada de entendimento.
A conquista da fé não é tão fácil como se pensa. Ela vibra no seio de muitas virtudes e esplende nos sentimentos de quem ama o próximo como a si mesmo, sem esquecer de amar a Deus sobre todas as coisas.
Certamente não agradamos a todas as criaturas com quem convivemos.
Não obstante, devemos ter cuidado na comunicação com os nossos irmãos em roteiro, observando os seus comportamentos e as suas necessidades, fazendo o que pudermos para ajudá-los, sem a exigência comum nos círculos onde habita a ignorância.
Meu irmão, confia nas tuas próprias forças e trabalha dentro do teu mundo interno, no silêncio que te pedir a vida reta, que esse aprimoramento dar-te-á muita paz e uma consciência que não se perturba com simples problemas. A certeza do êxito diante de problemas a serem enfrentados não é somente para o religioso. É para todos os trabalhos a que nos dispomos realizar, desde as ideias formadas na mente, aos campos onde as sementes devem ser depositadas, para que os frutos apareçam para saciar a fome, prover as vestes e o próprio conforto.
Deves adereçar, de quando em vez, os próprios sentimentos, buscando no fundo da consciência o condão da fé, para sentires e veres se estás posicionado na direção do Amor. Confere, sim, as tuas forças, em todos os sentidos e, principalmente no que tange ao perdão. Será que a tua capacidade de perdoar está alerta em condições de esquecer as faltas ante aqueles que te ferem? Será que não existem dúvidas em ti, no que se refere às coisas espirituais? Deves fazer tal avaliação, para que a tua fé verdadeira te permita viveres em paz dentro de ti mesmo. Observa a vida que levas, para não alimentares ilusões nem fortificares mentiras.

segunda-feira, 10 de março de 2014

VÊ QUEM ESTÁ AO TEU LADO



Vê quem está ao teu lado, ajudando-te a compreender os movimentos da Vida. Nunca estás sós nos campos do aprendizado. As tuas companhias andam contigo em todos os lances que empreendes, em todos os sentidos que, porventura, seguires. E essas companhias são espirituais e físicas. Vê a responsabilidade que tens diante delas: umas de receber o teu exemplo, outras de te instruir nas linhas da evolução a quem pretendes atingir.
Devemos afirmar, quantas vezes forem necessárias, que ninguém vive sozinho, nem anda sem companhias. Quem pretender isolar-se, atrofia as suas próprias faculdades.
A lei nos recomenda viver em grupos e nunca nos esquecermos daqueles que nos cercam. A gratidão é força nova em novos entendimentos. Não fazemos nada escondido.
Muitos olhos estão a nos observar, sem faltar uma fração de segundo, registrando e nos ajudando a registrar tudo o que ocorre conosco. Quem se conscientiza desta verdade, procura em toda a área em que opera, errar menos, usando todos os meios possíveis para acertar mais.
Devemos ainda visualizar o Cristo andando conosco, essa Companhia Invisível que nos dá força para trilhar caminhos mais seguros e compreender, com mais eficiência, aqueles que nos acompanham.
A educação nos concita, do lar à escola e desta ao trabalho, a um procedimento que não nos deixa exteriorizar a nossa inferioridade, sendo disciplina que, quando permanentemente limpa desobstrui todos os remanescentes das antigas condições de inferioridade, colocando-nos como almas que desejam e começam a conhecer a Verdade. Não é necessário que conheças todos os países do mundo, principalmente aqueles a que chamas mais civilizados, para que possas iniciar-te na civilização. Se observas os que andam contigo, todos os dias, as tuas reações, em todos os momentos, podes deduzir, sem anunciar, o que deve ser melhor para ti.