quarta-feira, 2 de abril de 2014
sábado, 29 de março de 2014
Espíritas carnívoros!
Se os animais pudessem falar, que diriam eles a respeito dessa gentil disposição de muitos espíritas de os devorarem sob festivos cardápios e requintados molhos que deixariam boquiabertos muitos zulus antropófagos?
E estranhável, portanto, que ainda se façam censuras às solicitações seguintes, em que temos situado o nosso principal labor:
1) que não coopereis para o aumento de matadouros, charqueadas e açougues;
2) que não promovais as efusivas churrascadas sangrentas, ria confraternização espírita;
3) que eviteis que penetre na vossa aura o visco nauseante e aderente do astral inferior, que se liberta do animal sacrificado;
4) que vos distancieis, o mais depressa possível, dos velhos antepassados caiapós ou tamoios que, devido à ignorância dos postulados espíritas, se entredevoravam em ágapes repugnantes;
5) que, se não encontrar eco em vossos espíritos tudo quanto vimos solicitando, pelo menos tenhais piedade do animal inocente, que é vosso irmão menor perante Deus!
Ramatís - "Fisiologia Da Alma"
quarta-feira, 26 de março de 2014
Médiuns fascinados, isso é comum?
Muito
mais comum do que se pensa! Nascem todos os dias milhares de pessoas que serão médiuns,
o que não significa que terão uma missão dentro do espiritismo, na caridade
socorrista.
Todos
os médiuns sofrem, sem nenhuma exceção! Principalmente os que têm a mediunidade
desperta na infância.
Como explicar aos familiares na nossa infância que vemos vultos, ouvimos o que os outros não conseguem ouvir, vemos pessoas que já estão “mortas”, etc? Na infância tudo é mais complicado quando se trata de ter uma conversa séria com os adultos, porque eles, já viciados no mundo racional, não procuram entender os pequeninos, isto é, mergulhar no mundinho infantil das crianças que têm mediunidade.
Na adolescência a mediunidade não orientada pode virar “pano de fundo” para muitas confusões de ordem psíquica. Pois é sabido que os adolescentes são chatíssimos, complicadíssimos, alguns são rebeldes sem causa, outros introvertidos demais e por aí vai. A mediunidade quando não é bem assistida nesta fase, causa sempre dor de cabeça para todos os familiares mais próximos, principalmente para os pais que quando leigos, mal sabem como lidar com as “esquisitices” (mediunidade) dos pimpolhos.
Quando não recebemos instruções adequadas, não estudamos os livros básicos da codificação kardequiana e quando não somos bem orientados sobre a nossa mediunidade, a coisa complica! Infelizmente fica muito fácil tornar-se alvo dos obsessores, dos subjugadores e dos fascinadores desencarnados. Facílimo sermos ludibriados por espíritos galhofeiros e levianos, vagabundos do inferior ou até mesmo sermos alvo dos nossos inimigos que espreitam-nos atentamente, esperando o melhor momento para atacar.
Mas não generalizemos, pois é importante salientar que não é todo adolescente que sofre os ataques dos espíritos levianos, existe proteção e, em muitos casos, os anjos da guarda não permitem tais ataques.
De todas as formas de obsessão espiritual a fascinação deve ser motivo de estudo sério entre os medianeiros, pois milhares deles quando pouco instruídos, muito vaidosos e desatentos (até os bons médiuns), não estão livres de serem enganados pelos fascinadores.
Como explicar aos familiares na nossa infância que vemos vultos, ouvimos o que os outros não conseguem ouvir, vemos pessoas que já estão “mortas”, etc? Na infância tudo é mais complicado quando se trata de ter uma conversa séria com os adultos, porque eles, já viciados no mundo racional, não procuram entender os pequeninos, isto é, mergulhar no mundinho infantil das crianças que têm mediunidade.
Na adolescência a mediunidade não orientada pode virar “pano de fundo” para muitas confusões de ordem psíquica. Pois é sabido que os adolescentes são chatíssimos, complicadíssimos, alguns são rebeldes sem causa, outros introvertidos demais e por aí vai. A mediunidade quando não é bem assistida nesta fase, causa sempre dor de cabeça para todos os familiares mais próximos, principalmente para os pais que quando leigos, mal sabem como lidar com as “esquisitices” (mediunidade) dos pimpolhos.
Quando não recebemos instruções adequadas, não estudamos os livros básicos da codificação kardequiana e quando não somos bem orientados sobre a nossa mediunidade, a coisa complica! Infelizmente fica muito fácil tornar-se alvo dos obsessores, dos subjugadores e dos fascinadores desencarnados. Facílimo sermos ludibriados por espíritos galhofeiros e levianos, vagabundos do inferior ou até mesmo sermos alvo dos nossos inimigos que espreitam-nos atentamente, esperando o melhor momento para atacar.
Mas não generalizemos, pois é importante salientar que não é todo adolescente que sofre os ataques dos espíritos levianos, existe proteção e, em muitos casos, os anjos da guarda não permitem tais ataques.
De todas as formas de obsessão espiritual a fascinação deve ser motivo de estudo sério entre os medianeiros, pois milhares deles quando pouco instruídos, muito vaidosos e desatentos (até os bons médiuns), não estão livres de serem enganados pelos fascinadores.
São
espíritos muitas vezes inteligentes e ardilosos, mas de classe inferior. Mas é
importante dizer que a grande maioria desses desencarnados não passa de seres
mistificadores.
segunda-feira, 24 de março de 2014
A psique humana e os 4 elementos.
No estudo da psique
humana, eram bastante utilizados, como símbolos, os quatro elementos da
natureza: a terra, o ar, o fogo e a água, que eram tomados por base e colocados
em contraposição dualista, como forma de entendimento da alma e como introdução
ao conhecimento ocultista das formas energéticas da natureza, ou elementais.
A
terra simbolizava o homem racional, previsível e "pé no chão", em
comparação com o ar, o homem filosófico, contemplativo e algo melancólico. O
fogo, significando as paixões, os desejos ardentes e a exigência de satisfação
imediata, em oposição à água, a serenidade, o domínio de si e a sensibilidade
do feminino.
Esta é apenas uma pálida idéia dos ensinamentos esotéricos, que,
na verdade, eram muito mais profundos e demandavam tempo para sua assimilação.
Mostrava-se a coexistência de dois princípios irredutíveis e de posições
opostas, em qualquer ordem de ideias. O exemplo exposto, refere-se à alma e ao
corpo, ao bem e ao mal, à matéria e ao espírito. Como modelo comparativo, a
terra e o fogo estariam mais para os ocidentais e o ar e a água mais para os
orientais. Nenhum é melhor que o outro e todos são iguais perante o Pai.
Da
amálgama desses elementos opostos, surgirá o homem do Terceiro Milênio, mais
espiritualizado, muito mais mental. O aprendizado, a assimilação dos
conhecimentos, sem objetos comparativos exteriores, é processo mental que
demora a acontecer na evolução do homem. As antigas fraternidades iniciáticas
utilizavam-se muito do simbolismo associado a elementos externos para a fixação
mental, como foi demonstrado.
sexta-feira, 21 de março de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
O Egoísmo
O egoísmo é irmão do orgulho e procede das mesmas causas. É uma das
mais terríveis enfermidades da alma, o
maior obstáculo ao melhoramento social. Por si
só ele neutraliza e torna estéreis quase todos os esforços que o homem
faz para atingir o bem. Por isso, a
preocupação constante de todos os amigos do progresso, de todos os servidores da justiça deve ser a
de combatê-lo.
O egoísmo é a persistência em nós desse individualismo feroz que
caracteriza o animal, como vestígio do
estado de inferioridade pelo qual todos já passamos. Mas, antes de tudo, o homem é um ser social.
Está destinado a viver com os seus semelhantes; nada pode fazer sem o concurso destes.
Abandonado a si mesmo, ficaria impotente
para satisfazer suas necessidades, para desenvolver suas qualidades.
Depois de Deus, é à sociedade que ele deve todos os benefícios da
existência, todos os proventos da
civilização. De tudo aproveita, mas precisamente esse gozo, essa participação dos frutos da obra
comum lhe impõe também o dever de cooperar
nela. Estreita solidariedade liga-o a esta sociedade, como parte integrante e mutuante. Permanecer inativo,
improdutivo, inútil, quando todos trabalham,
seria ultraje à lei moral e quase um roubo; seria o mesmo que lucrar com o trabalho alheio ou recusar restituir um
empréstimo que se tomou.
Como parte integrante da sociedade, o que o atingir também atinge a
todos. É por essa compreensão dos laços
sociais, da lei de solidariedade que se mede o
egoísmo que está em nós. Aquele que souber viver em seus semelhantes e
por seus semelhantes não temerá os
ataques do egoísmo. Nada fará sem primeiro
saber se aquilo que produz é bom ou mau para os que o rodeiam, sem
indagar, com antecedência, se os seus
atos são prejudiciais ou proveitosos à sociedade que integra. Se parecerem vantajosos para si só e
prejudiciais para os outros, sabe que em
realidade eles são maus para todos e por isso se abstém escrupulosamente.
A avareza é uma das mais repugnantes formas do egoísmo, pois demonstra
a baixeza da alma que, monopolizando as
riquezas necessárias ao bem comum, nem
mesmo sabe delas aproveitar-se. O avarento, pelo seu amor ao ouro, pelo
seu ardente desejo de adquirir,
empobrece os semelhantes e torna-se também
indigente; pois, ainda maior que essa prosperidade aparente, acumulada
sem vantagem para pessoa alguma, é a
pobreza que lhe fica, por ser tão lastimável como a do maior dos desgraçados e merecer a
reprovação de todos.
Nenhum sentimento elevado, coisa alguma do que constitui a nobreza
da criatura pode germinar na alma de um
avarento. A inveja e a cupidez que o atormentam
sentenciam-lhe uma existência penosa, um futuro mais miserável ainda. Nada lhe iguala o desespero, quando
vê, de além-túmulo, seus tesouros serem
repartidos ou dispersados. Vós que procurais a paz do coração, fugi desse mal repugnante e
desprezível.
segunda-feira, 17 de março de 2014
TÉCNICA APOMÉTRICA
PERGUNTA: Podeis dar-nos maiores informações das vidas passadas do consulente que
afluem no psiquismo dos médiuns, como se estes estivessem vivenciando a experiência
traumática, e do atendido no grupo apométrico? Como são determinadas, pois entendemos
ser algo como procurar agulha num palheiro? Ou seja, o espírito milenar tem tantas
reminiscências em sua memória perene que entendemos ser impossível aos médiuns captar
aleatoriamente as corretas situações para liberação da condição sintônica do consulente!
RAMATÍS:
Os médiuns atuam como fiéis exaustores nessas
situações. Os sensitivos, tal qual instrumentos musicais afinados para
ressonarem ao mínimo acorde, experimentam em si um processo catártico intenso,
como eficaz medicamento purgativo, 'soltando" o consulente enfermiço do
quadro patológico mórbido de vidas passadas que o perturba e o aflige na
atualidade. Deveis entender que quando um assistido adentra no atendimento
caridoso de um grupo de Apometria moralizado e com retaguarda do Plano Espiritual
Superior, imediatamente temos acesso, em tela holográfica, espécie de monitor
de poderosos computadores plasmáticos do Astral que ainda não conseguimos vos
descrever pela dificuldade de encontrar palavras no vosso atual vocabulário, a
todo o encadeamento cármico das vidas pregressas do adoentado, até o exato
instante do vosso tempo em que ele se encontra em corpo presente para ser
atendido. Podeis entender as ressonâncias mais comuns somatizadas, como
"nós" traumáticos de existências pregressas que ainda repercutem consciencialmente
na vida dessa criatura. Nos casos em que há merecimento e não se contraria o
livre-arbítrio do cidadão assistido, autorizamos a captação por um médium, como
se fosse uma estação receptora televisiva que passará um filme de terror com
todas as sensações, dores, emoções, vivenciando a catarse que libertará o
doente do quadro repercussivo que o está aturdindo.
Certo
está que a maioria de vós não percebe tais sutilezas pela "rapidez"
desses procedimentos em vossa dimensão espacial. Disso, podeis inferir que é
inconcebível um trabalho de caridade com a Apometria sem o apoio participativo
do Plano Espiritual Superior. Deixai de lado as discussões estéreis sobre os
animismos e não vos preocupeis exageradamente com
as críticas. O fato de determinadas técnicas do abençoado bálsamo, Apometria,
que foi materializada na Terra por determinações dos Maiorais sidéreos, serem
de cunho a explorar vossas capacidades da alma, não deve vos desanimar sob
nenhuma hipótese, pois o ser anímico ou mediúnico é de somenos importância
diante da doação amorosa e do desinteresse pessoal, elementos que formam o
amálgama que dá condição de sustentação aos bons espíritos do "lado de
cá" aos vossos labores na seara do Cristo, como demonstramos neste pequeno
exemplo. São muito importantes esses comentários e esclarecimentos, para que
cessem os embates divisionistas alardeados pelos críticos zelosos das purezas
doutrinárias que, no fundo, denotam acomodação e um certo ranço sectarista por
tudo que difere um pouco do diapasão usual a que se acomodaram passivamente.
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