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terça-feira, 5 de maio de 2015

LIBERTAÇÃO

A alforria da alma depende do próprio ser. do tempo, e de Deus. Compreendendo que estamos vinculados, desde o princípio por leis irremovíveis, quase nada poderemos fazer por nós próprios^ Porém, é de ordem comum que façamos os nossos deveres perante o tempo, a consciência e o Pai Celestial.
Parece, à primeira vista, de difícil compreensão, mas não o é desde que tenhamos alguns princípios dos conhecimentos reguladores da própria vida. A libertação se empenha na exuberância das qualidades evangélicas, para que se possa usar as multiplicidades dos seus dons. A liberdade é posição grandiosa na existência de cada um Destarte, a lei nos pede responsabilidade. Sem ela, a ordem torna-se utopia. Quanto mais nos envolvemos na ignorância, mais nos tornamos escravos das forças inferiores. Liberados, passamos a ser dirigidos pela luz do Bem, como servos do amor.
Nunca ficaremos livres da influência da causa primária de todas as coisas e isso é para o nosso próprio bem. Somos libertos pelas leis menores, que obedecem ás leis maiores, dirigidas e sustentadas pelo Grande Arquiteto do Universo. Somos vassalos de Deus Sua criação e filhos eternos, dentro da eternidade da vida. O melhor para nós outros é a perfeita obediência. Ser-nos-á dado muito com esse procedimento, quando não é acrescentado mais a favor das nossas necessidades.
A razão nos traz muitos problemas para que possamos despertar algumas qualidades em sono profundo na consciência ou super-consciência. O raciocínio levanta a fronte da alma, olha os céus e as estrelas e quer dominá-los, quer ser o senhor e avança em todas as direções do saber. Não obstante, esquece que está sendo dirigido também pela Inteligência Maior, nas sutilezas do silêncio. É por ordem do progresso que amamos a libertação. Não somente nós, mas a própria natureza em profusão, os peixes, os animais, as aves e mesmo o vegetal, visto que guardamos a semente no seio escuro da terra, prisioneira do solo, e ela quebra as grades das junções de argila e se liberta no panorama divino, vendo o sol e sentindo o ar puro. No entanto, por leis maiores, continua presa à terra para o seu próprio bem. Quando se desliga, morre.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Consciências adormecidas


Mundo de provas e expiações, também onde se cresce espiritualmente através  dos resgates e da prática da caridade. 
 Ouvi dizer no noticiário local de uma emissora muito popular em nosso país, que nunca tivemos tantos refugiados pelo mundo afora e tantos pedidos de remédios vindos de todos os lugares, como agora.
O vírus do ebola massacra almas endividadas, a guerra devasta e traumatiza as criaturas.
A corrupção transformou-se em epidemia que ataca consciências perversas e egoístas.
A saúde pública transformou-se num problema mundial, as epidemias arrasam hora aqui, hora por ali; salvando-se alguns poucos “privilegiados” endinheirados que estão no topo da pirâmide!
As pessoas estão mais doentes, mais predispostas às enfermidades e a humanidade está mais vulnerável, psiquicamente falando.
As reencarnações em massa em várias localidades do planeta neste milênio, justamente nessa época revelam-nos através das ações, consciências adormecidas que ainda respiram os ares primitivos das remotas eras.
Estamos mais apressados do que nunca!
A tecnologia chega para integrar o homem ao mundo moderno e chega aos municípios mais remotos, convidando as pessoas de hábitos simples a interagir e integrarem-se a essa nova era tecnológica.
Mas onde é que estamos errando?
A alimentação perde a cada dia os sabores e as cores tradicionais tão saudáveis, dando lugar a pobre cultura ocidental (fast-food), dos homens de negócio, apressados. Por fora belas violas e por dentro abarrotados de comida pesada! Somos um reservatório ambulante de cadáveres, ou seja, somos carnívoros e gostamos disso!
 E lá vamos nós sem tempo para um bom dia simpático para com o nosso semelhante, pois a pressa é muita.
O câncer mata cerca de 7,6 milhões por ano e só no Brasil são esperados 500 mil novos casos dessa doença! Mas onde é que estamos errando?
A cada dia 4 mil pessoas morrem em decorrência da Aids e aí mais uma vez me pergunto; onde é que estamos errando?
Quando as catástrofes naturais chegam a nossa porta derrubando casas, queimando-as, levando ao caos, desestruturando vidas e modificando o clima, o que fazer? O que pensar? Onde é que estamos errando?
Nas estradas não somos as vítimas, somos os algozes!
Se não somos criminosos, isto é, se somos os bonzinhos da vez nos acovardamos e ficamos a olhar o mundo, onde ainda reencarnaremos muitas vezes, ser destruído pelos maus sem fazer absolutamente nada! Se isso não é covardia de nossa parte, o que pode ser?

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Divisões da Consciência





O espírito, ao reencarnar, entra em processo preparatório, principalmente no tocante à consciência que, além de ser um todo unificado, é também a mínima parte que se encontra em atividade na alma, que domina o império da carne. Os instrutores espirituais separam a região da consciência ativa no reencarnante; limpam-na qual se faz no mundo com uma fita magnética já usada, só que, no caso da mente, nada se perde. É recolhido todo o material no núcleo consciência!, por hábeis especialistas, de modo fascinante, para que, no amanhã, sirva como testemunho das vidas sucessivas, onde o espírito poderá, caso necessário, consultar o que fez para estruturar os anseios do futuro, pois tudo ficará guardado no arquivo interno do EU.
Não devemos nos esquecer de que a consciência, mesmo tendo divisões inumeráveis, de certo modo, continua em perfeita consonância com as partes que compõem o seu todo, por laços indestrutíveis. É preciso reconhecer que a mente ativa do que renasce na Terra chega virgem, na sua candura primitiva, qual folha de papel que foi esquecida pelo uso. É fácil compreendermos porque o homem não se lembra das suas vidas passadas, de acordo com o que acima narramos, a não ser casos raros, em que o espírito busca na fonte (consciência profunda) os dados que lhe compete conhecer por inspiracão de irmãos maiores, desde que isso lhes seja proveitoso.
O dever da inteligência é aglutinar ideias e fatos a serviço da mente, que plasma com eficiência extraordinária todos os pormenores da vida para, depois da desencarnação, entregar ao centro consciencial, como se fosse um xerox absorvente de toda a matriz, com sensibilidade e nitidez inexplicáveis, onde se encontram todas as experiências da alma no decorrer de todas as suas vidas, na Terra e fora dela. É nessa ligeira conversa que podemos notar a nossa responsabilidade em relação à formação de ideias e aos pensamentos que emitimos no desenrolar da vida.