"Morremos e nascemos muitas vezes trazendo conosco a “marca digital”
em nossa alma, que traça nossa personalidade por séculos. E o tempo, “medicamento”
eficaz que cura as nossas mazelas morais, age como poderosa ferramenta em mão
de Escultor hábil que vai retirando arestas e dando forma ao espírito, até que
um dia, já exausto das trevas interiores, ele busca a luz do conhecimento e,
pouco a pouco, livra-se das sombras que jazem petrificadas em sua alma."
Desde o início dos tempos a humanidade sempre foi prisioneira das próprias
paixões provenientes dos vícios morais e dos desregramentos de toda ordem, que
são inerentes ao ser humano.
Em todos os tempos houve guerra por algum ideal egoísta e desumano.
Trucidamos, exterminamos, pilhamos e assassinamos nossos semelhantes, deixando marcas
indeléveis e marcando nossos personagens pela história do planeta.
Morremos e nascemos muitas vezes trazendo conosco a “marca digital”
em nossa alma, que traça nossa personalidade por séculos. E o tempo, “medicamento”
eficaz que cura as nossas mazelas morais, age como poderosa ferramenta em mão
de Escultor hábil que vai retirando arestas e dando forma ao espírito, até que
um dia, já exausto das trevas interiores, ele busca a luz do conhecimento e,
pouco a pouco, livra-se das sombras que jazem petrificadas em sua alma.
Hoje em dia o que vemos em todo o mundo, sem medo de pecar nessa
afirmação, são pessoas descontroladas, irascíveis e indisciplinadíssimas.
Espalham o pânico e a indignação por onde passam, com suas
atitudes antissociais, desumanas e egoístas.
Infiltram-se nas multidões, mascaram-se e destroem o que veem pela
frente, numa atitude lastimável e incompreensível.