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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Os desperdiçadores de energia vital.




O texto a seguir é um convite à reflexão, a intenção não é criticar nem apontar o dedo. Apenas um desabafo, algo que ficou gravado na minha mente e que por longo tempo acalentei, mas agora, com a ajuda indireta de um irmão em Cristo, decidi expor minha opinião a esse respeito.
Os desperdiçadores de energia vital podem ser espíritas, umbandistas, candomblecistas, ou seja, podem estar nas várias religiões existentes pelo mundo afora e podem ser adeptos de técnicas de energização como o reiki, por exemplo, como será o caso que vou contar aqui. E lembrando desde já, que não são as religiões as responsáveis pelas escorregadas morais de cada um de nós e sim, nós mesmos!
Embora o Reiki não seja uma religião e sim uma “técnica de energização”, que é conhecida como “energia vital universal”, os mestres na energia reiki, segundo foi informado não doam energia, são espécie de canal por onde ela passa.
Já com o passe magnético é o “médium passista” o que doa parte de seus fluídos vitais. Ele serve também como um canal para a espiritualidade do Alto agir em benefício dos encarnados sofredores.
Os bons espíritos aproveitam o magnetismo do próprio encarnado doador, suas energias vitais e as direciona (aplicam).
Para tanto sabemos que aquele que aplica o passe magnético precisa disciplinar-se, abster-se de comidas pesadas, como carne vermelha, bebidas alcoólicas, sexo desregrado, pensamentos impuros, inadequados e de baixo padrão, etc. Isto significa para o bom entendedor que precisamos melhorar a qualidade de nossos fluídos, de nosso magnetismo próprio. Se o doamos em caridade é necessário que estejamos aptos a doá-lo, pelo menos equilibrados emocionalmente, não é mesmo pessoal?
Então isso quer dizer que sendo reikianos ou passistas, precisamos estar saudáveis fisicamente e mentalmente e a pergunta é: como é que alguém pode em sã consciência doar energia ao outro para auxiliá-lo, estando este doente psiquicamente, fraco, deprimido, viciado, desgostoso da vida e enfermo (corpo físico)? Na minha opinião além da energia ser de má qualidade, ainda corremos o risco de passa-la para nosso semelhante, podendo até prejudica-lo.

A UMBANDA E OS RESÍDUOS DO RITO DE YEMANJÁ




O momento é de mudanças, transformações e reforma intima! Mudanças estas que devem começar nas mentes das pessoa "ditas" umbandista, considerando que muitas pessoas se utilizam erroneamente do nome da Umbanda, pois, "ser" umbandista significa estudar seus fundamentos, conhecer seus princípios, seguí-los e, sobretudo, amar esta linda religião!
Como vocês bem sabem, eu nasci na Umbanda e reverencío suas leis desde então.
Por isso, chegada à época dos Festejos da Sagrada Mãe da Umbanda, Yemanjá, em especial, quando ao término, sinto verdadeira vergonha destes tais "umbandistas" que transformam a praia em um verdadeiro lixão com suas infindáveis oferendas poluentes, maculando a imagem de nossa religião, que a todos, incluída a natureza, visa proteger.
Meu pai já dizia: "como explicar que focinho de porco não é tomada?".
Já tantas vezes tive que explicar "que aquela imensa sujeira em frente a praça onde as crianças brincam", que "aqueles dejetos em putrefação na esquina de uma amiga", que "aquele imenso lixão do dia seguinte dos ritos de Yemanjá", dentre outros tantos, não são coisas da Umbanda; não da verdadeira Umbanda.
Vivemos uma inversão de valores e sentidos religiosos. O verdadeiro umbandista ama a morada de seus pais, protege e luta pela sua preservação. Como nos dias de hoje é possível aceitar tanto descuido e desrespeito a 
o que nos é tão sagrado? Como mostrar às pessoas que cultuamos a Natureza, onde o que mais encontramos é o descaso? Sujar o mar é como sujar a porta de entrada da morada de nossos ancestrais, dá pra imaginar isso?