quarta-feira, 13 de novembro de 2013

A egrégora numa coletividade forma e sustenta a corrente mediúnica.


Se várias pessoas reúnem-se com um único objetivo, formado por pensamentos, objetivos e energias, forma-se uma coletividade. Essa coletividade protege e estimula seus participantes a seguirem as diretrizes por ela pregadas, fazendo com que se fortaleça e cresça e, com o crescimento, torne-se maior o número de adeptos; em conseqüência desse maior número de participantes, maior será a força de atuação dessa coletividade.
           Todos, porém, devem estar voltados para o mesmo objetivo, para que se consiga obter o resultado mais salutar possível. Se apenas um elemento dessa coletividade, conhecida como corrente, desviar-se da diretriz,  será naturalmente eliminado dessa coletividade através da força das energias que a mantém.

            Se uma corrente é formada e utilizada com objetivos chamados mágicos brancos, nunca poderão ocorrer desvios da diretriz, isso por que um só elemento contrário a maioria dos participantes dessa corrente mágica, romperá essa corrente, permitindo a entrada de elementos do baixo astral em meio a essa coletividade, ocasião em que os resultados serão os mais danosos possíveis. Esses desvios normalmente ocorrem através de pensamentos daninhos, raivosos e egoístas em meio aos participantes da corrente, que incapazes que são, normalmente, de perdoar e auto avaliar seus maus instintos, vibram pensamentos extremamente negativos. Por esse motivo os cuidados com a reforma íntima, os pensamentos e com o controle das maledicências (falar mal das pessoas, fofocas, intrigas) devem ser grandes, não vibrando desta forma energias contrárias a diretriz.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

O CONSULENTE NA UMBANDA


A umbanda não exige de seus simpatizantes que eles mudem sua religião para serem aceitos ou atendidos, não cobra, não impõe e não agride consciências, mas sabemos que dentro de cada religião, principalmente da umbanda, existem os maus adeptos que distorcem e conspurcam os ensinamentos divinos, gerando confusão nas mentes ainda ignorantes.
Entendemos que ao longo de décadas os simpatizantes da umbanda foram mudando pouco a pouco o seu perfil, antes eram os mais pobrezinhos e com o tempo, pessoas de todos os níveis sociais foram se achegando, levando suas mazelas particulares para o pretinho (a) velho (a) amigo (a), ajudar a resolver, entoando a amorosa saudação:
ê, ê! Sarve nosso sinhô zezuis cristo, mizi fio!
 Acreditamos que por justamente a Umbanda não exigir de seus adeptos fidelidade (e estamos totalmente de acordo com isso) o que ao nosso ver é certo, as pessoas por anos a fio frequentaram os centros umbandistas sem ao menos se preocuparem em conhecer este universo, entrando e saindo por anos a fio, como meros visitantes, despreocupados com a necessidade íntima de reformarem-se moralmente, ou seja, muitos deixaram para os pretos velhos e para os caboclos, entre outros irmãos do Alto, a função de higienizadores morais, isto é, vão até os centros ou casas espiritualistas achando que a entidade espiritual virá com uma fórmula mágica para fazer desaparecer os nossos problemas, sem que precisemos espancar nossa índole má, para nos transformarmos em espíritos melhores!

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Os Romeiros – 3ª Parte





O Sol mostrou-se radiante no céu azul e claríssimo, refletindo-se na superfície da estrada manchada de óleo e sangue. Enquanto nove dos falecidos eram sepultados no modesto cemitério de Itaperica, outros seis cadáveres seguiam de canoa para a outra margem do rio, a fim de serem enterrados no seu lugarejo. Num gesto que fez todos chorarem, "seu" Jeremias estendeu a tarrafa sobre o corpo do velho Favoreto, cujo destino implacável o havia impedido de pescar alguns cascudos na bacia rasa do rio da Várzea, junto à ponte das Araras. A noite chegou, outra vez pontilhada de estrelas a luzirem indiferentes sobre a quietude das águas do rio das Pedras.
Itaperica dormia, mas em alguns lares diversas criaturas choravam os parentes acidentados no desastre da serra do Gancho. No entanto, espíritos familiares dos desencarnados também haviam se exaurido em prestar-lhes toda assistência possível no mundo espiritual. Quase todas as vítimas da trágica romaria, já haviam sido acomodadas em postos de socorro situados nas adjacências da Crosta terráquea. Algumas delas mostravam-se agitadas sob o impacto da morte violenta, e outras imobilizavam-se numa espécie de "choque" psíquico. Entidades benfeitoras dispendiam todos os recursos para livrar os desencarnados da "queda específica" na direção dos charcos do astral inferior, embora se tratasse de almas primárias e bastante presas às algemas da carne animal. Decorridas algumas semanas, os espíritos mais calmos foram encaminhados para as moradias astrais de sua ascendência espiritual, situadas na área astralina brasileira.
Gumercino, o cérebro organizador da romaria fatídica era o principal personagem daquele drama inesperado. Sua esposa, dona Merenciana, não quisera acompanhá-lo na excursão, alegando "maus pressagies"; Gabriel, seu cunhado, chegara atrasado e depois benzia-se pela boa sorte. Bonifácio tinha alegado o impossível para escapar da tragédia que estava a pressentir no âmago de sua alma; mas a esposa obrigara-o a ir de qualquer modo, para depois chorar inconsolável de remorso. Gumercino abriu os olhos, lentamente, e pôs-se a examinar o quarto singelo onde se encontrava, estranhando a claridade fosforescente. Descansava em cômoda poltrona de assento tão macio como espuma; um cobertor leve o aquecia produzindo um efeito vitalizante, pois sentia um frio cortante quando se descobria. Os pés estavam apoiados num respaldo revestido de algodão. Ao lado havia uma jarra cristalina com um líquido róseo, escuro, muito parecido ao suco de morango; junto à janela de caixilho de alumínio brilhante, balouçavam- se duas cortinas branquíssimas rendilhadas de bordados verde-malva agradabilíssimos.

sábado, 9 de novembro de 2013

Mães dependentes e controladoras= filhos problemáticos.


Era noite de Sexta-feira, Laurinda acomodava-se confortavelmente em uma cadeira para assistir a palestra que iria começar em poucos minutos naquela casa de umbanda.
O tema da palestra fora tirado do livro “O Evangelho Segundo O Espiritismo” e as pessoas comentavam aos sussurros que a palestrante da noite era muito competente...
De olhos fechados e em concentração, nossa irmã Laurinda pedia na prece mental auxílio e orientação espiritual, pois as coisas em sua casa não iam nada bem.
A prece dizia mais ou menos assim: “Meu Pai, aqui hoje estou e te peço me recomende a um amigo espiritual que possa, caso for do meu merecimento, socorrer-me nas minhas dores de ordem psíquica. O senhor bem sabe que sou filha única de uma mãe desequilibrada, controladora e dependente e, apesar de estar com mais de trinta anos, não consegui ainda construir minha vida com independência e liberdade! Pai, sinto-me prisioneira da mãe terrena que acredita que “sou o ar que a mentém viva”. Acuda-nos Pai de Misericórdia, nesta hora de desequilíbrio em que nos encontramos, pois sinto-me ligada (imantada) a ela de forma negativa pelos laços de um passado delituoso...” 
O tema é demasiadamente espinhoso, mas tentaremos de forma despretensiosa abordá-lo, de maneira simples no intuito de chegar mais junto ao coração dos leitores deste blog.
Existe uma ligação emocional mórbida entre filhos e mães quando há da parte das genitoras uma dependência negativa seguida da posse perniciosa. Quando este sentimento em conflito não é tratado a tempo, acarreta danos algumas vezes irreversíveis. 
“É um comportamento derivado de uma pessoa controladora, insegura. Ela deseja ter tudo sob o seu comando, com um excesso de proteção. Sente que tem que se apropriar, porque não tem clareza de que aquela pessoa realmente gosta dela, então, tem que tê-la.” Diz a psicóloga Roseleide da Silva Santos.

BEBER E DIRIGIR, UMA OPÇÃO SUICIDA.

Muitas pessoas pensam que suicídio é só quando determinada pessoa dá um tiro na própria cabeça ou ingere veneno. Não mesmo! Suicídio em nosso entendimento, é quando o indivíduo põe em risco a própria vida física, através de ações irresponsáveis e uma delas está associada à embriaguez ao volante. Milhares de homens e de mulheres estão completamente iludidos quanto à realidade da vida corpórea. Infelizmente, muitos estão cegos por causa do profundo estado de ignorância em que se encontram.
Nas malhas viárias de nosso país, muitas oportunidades se perdem por causa da imprudência e um dos maiores responsáveis pelos desencarnes violentos nas estradas, são as drogas e as bebidas alcoólicas. Os que gostam de viver perigosamente nas estradas creem não estar fazendo “nada de mais”, pensam que há excesso e exagero por parte dos que fazem as leis. Outros sabem do perigo, entretanto, a arrogância e o excesso de confiança não os deixam ver a realidade. Matam e morrem no trânsito por causa da insensatez.

Os jovens INCAUTOS saem para as baladas e fumam, cheiram, bebem, injetam e engolem e, entram em seus carros, às vezes mal conseguindo ficar com os olhos abertos. Os pés ficam pesados como chumbo e aí, em cima do acelerador, com o carro em movimento e sob a influência nefasta de espíritos desordeiros, seguem rumo à morte. Ou matam ou suicidam-se ao volante!São cenas chocantes, absurdamente pavorosas de homens, mulheres e crianças, literalmente amassados, estraçalhados em meio às ferragens! Cadeirinhas de bebê jogadas a distância, latas de cerveja e garrafas de bebidas alcoólicas ficam espalhadas no asfalto. A comprovação da irresponsabilidade. Pessoas são lançadas a distância de seus veículos, isso quando não ficam presas, como alhures dissemos.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

“AJUDA-TE A TI MESMO, QUE O CÉU TE AJUDARÁ”



Numa linguagem simples e despretensiosa, gostaríamos de dar nossa modesta contribuição para o título acima “AJUDA-TE A TI MESMO, QUE O CÉU TE AJUDARÁ”, título extraído da página 405 , capítulo XXV (Buscai e Achareis), do livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo” de Allan Kardec.
Em toda a história desde os primórdios, soube-se das lutas dos homens primitivos pela sobrevivência e conservação da espécie humana. Em todos os tempos precisou-se “inovar”, criar, construir algo para garantir a sobrevivência, isso obrigou o homem a pensar, a raciocinar e, fatalmente, houve uma transformação.
A mudança é necessária para que haja evolução, é preciso movimento, ação e reação para que as forças entrem em atrito. A força mental, física e espiritual. Ora, se o homem desde o início nada fizesse para mudar sua situação, ou seja, se não agisse, se movimentasse mesmo por instinto, não descobriria formas e meios de defesa, de caça e de sobrevivência. Logo, houve a necessidade da evolução da espécie humana, isto quer dizer que mesmo nos primórdios ganhamos novos corpos, mais bem elaborados (perispírito), através dos irmãos degredados de outros orbes...
Mas onde desejamos chegar com este tema?

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

OBSESSÃO




 
1 – Existe relação entre obsessão e correntes mentais?

Quem se refere à obsessão há de reportar-se, necessariamente, a correntes mentais. O pensamento é a base de tudo.

2 – Todos temos desafetos do passado?

Inegável que todos carreamos ainda, do pretérito ao presente, enorme carga de desafetos.

3 – Qual a nossa posição, depois de desencarnados, quando não somos integralmente bons, nem integralmente maus?

Quando desencarnados, em condições de relativamente felizes, guardadas as justas exceções, somos equiparados a devedores em
refazimento, habilitando-nos, pelo trabalho e pelo estudo, ao prosseguimento do resgate dos compromissos de retaguarda.

4 – Onde somos defrontados com mais freqüência pelos desafetos do passado, na Terra ou no Plano Espiritual?
É compreensível que seja na esfera física que mais direta e freqüentemente nos abordem aqueles mesmos espíritos a quem ferimos ou com quem nos acumpliciamos na delinqüência.

5 – Como poderemos classificar aqueles que em outras existências nos foram inimigos ou de quem fomos adversários e que, no presente, desempenham, na base da profissão ou da família, o papel de nossos companheiros ou parentes?

São eles as testemunhas de nosso aperfeiçoamento, experimentando-nos as energias morais, quando não lhes suportamos o permanente convívio, por força das provas regenerativas que trazemos ao renascer. Acompanham-nos por instrumentos do progresso a que aspiramos, vigiam-nos as realizações e policiam-nos os impulsos.