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quarta-feira, 17 de março de 2021

AINDA HÁ EXILADOS DE OUTROS ORBES AQUI NA TERRA NA CONDIÇÃO DE REBELDES?



PERGUNTA: — Esse espírito de satanismo não se situa, principalmente, entre os habitantes do mundo invisível, em torno da Terra, motivo pelo qual o Além é que deve ser considerado o viveiro das almas diabólicas?
RAMATÍS: — Em parte, tendes razão. O globo terráqueo é um núcleo em cuja crosta se situa imensa colmeia espiritual, que ultrapassa a vinte bilhões de almas desencarnadas, distribuídas em colônias e agremiações que apresentam os mais exóticos matizes e onde são submetidas às mais variadas emoções de vida! Os agrupamentos melhores procuram influenciar os piores, que se situam em faixas vibratórias mais grosseiras, enquanto que nas zonas abismais o inferno de Dante é pálida versão da realidade! Atuando vigorosamente na vossa humanidade, os desencarnados de ânimo satânico, sonham o domínio absoluto das instituições humanas! A vida espiritual, junto à Terra, transcorre à semelhança dos padrões terrenos, embora com aspectos diversos e transitórios. No Além, os extremos se fazem sentir com mais veemência; se nas colônias mais elevadas o amor e a fraternidade são sentimentos que vibram com vigorosa intensidade nos agrupamentos desregrados, das baixas esferas, o ódio e a vingança têm o seu reinado absoluto. Torturam-se as almas em débito mútuo e se formam laços odiosos que requerem séculos de dores e de sofrimento para a divina conciliação.
O mitológico Satanás continua a reinar com vigor do lado de cá e, além disso, opera disciplinadamente sobre o vosso mundo, que lhe fornece alimento nutritivo, gerado no desregramento da vida física!

sábado, 5 de setembro de 2020

EXU

 


"Os espíritos que manejam e atuam na vibração de exu são calejados nas lides e psicologia da vida, e desprovidos de sentimentalismos na aplicação da lei cármica. Entendemos que, sem essa vibratória, o planeta seria uma barafunda, e os magos do Astral inferior já teriam instalado o caos na Terra...

quarta-feira, 4 de maio de 2016

OS RECURSOS DA PRECE NO INTERCÂMBIO MEDIÚNICO.





PERGUNTA: - Que dizeis da ação da prece usada como recurso defensivo nos trabalhos mediúnicos de intercâmbio com os espíritos desencarnados?

RAMATÍS: - A prece, realmente, é um dos recursos eficientes para o bom êxito do intercâmbio mediúnico, uma vez que essa relação mediúnica entre "vivos" e "mortos" processa-se geralmente através do contato perispiritual dos desencarnados com o perispírito do médium. Desde que o intercâmbio medi único efetua-se particularmente pelo ajuste oculto e energético do perispírito de ambos os comunicantes, é óbvio que o seu sucesso depende bastante da qualidade dos fluidos e do magnetismo que forem mobilizados no ambiente dos trabalhos espíritas.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

O intercâmbio com o mundo invisível




PERGUNTA: - As sessões espíritas que realizamos na Terra são sempre assistidas pelos espíritos bons?



RAMATÍS: - Indubitavelmente a presença e a assistência dos bons espíritos nas sessões espíritas dependem muitíssimo das intenções e dos objetivos das pessoas que se propõem ao intercâmbio com o mundo invisível. Mas, também, é certo que todas as criaturas já vivem acompanhadas pelas almas que lhes são afins a todos os seus atos e pensamentos. Assim, os homens regrados e generosos também simpatizam e atraem as boas companhias do "lado de cá", cujas almas, quando em vida física, já viviam afastadas das paixões degradantes e dos vícios perniciosos. No entanto, os maldosos, corruptos ou viciados, transformam-se em focos de atração dos espíritos gozadores, maquiavélicos e mal-intencionados.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Espíritos que se podem evocar.


274. Todos os Espíritos, qualquer que seja o grau em que se encontrem na escala espiritual, podem ser evocados: assim os bons, como os maus, tanto os que deixaram a vida de pouco, como os que viveram nas épocas mais remotas, os que foram homens ilustres, como os mais obscuros, os nossos parentes e amigos, como os que nos são indiferentes. Isto, porém, não quer dizer que eles sempre queiram ou possam responder ao nosso chamado. Independente da própria vontade, ou da permissão, que lhes pode ser recusada por uma potência superior, é possível se achem impedidos de o fazer, por motivos que nem sempre nos é dado conhecer. Queremos dizer que não há impedimento absoluto que se oponha às comunicações, salvo o que dentro em pouco diremos. Os obstáculos capazes de impedir que um Espírito se manifeste são quase sempre individuais e derivam das circunstâncias.

275. Entre as causas que podem impedir a manifestação de um Espírito, umas lhe são pessoais e outras, estranhas. Entre as primeiras, devem colocar-se as ocupações ou as missões que esteja desempenhando e das quais não pode afastar-se, para ceder aos nossos desejos. Neste caso, sua visita apenas fica adiada.

Há também a sua própria situação. Se bem que o estado de encarnação não constitua obstáculo absoluto, pode representar um impedimento, em certas ocasiões, sobretudo quando aquela se dá nos mundos inferiores e quando o próprio Espírito está pouco desmaterializado. Nos mundos superiores, naqueles em que os laços entre o Espírito e a matéria são muito fracos, a manifestação é quase tão fácil quanto no estado errante, mais fácil, em todo caso, do que nos mundos onde a matéria corpórea é mais compacta.

As causas estranhas residem principalmente na natureza do médium, na da pessoa que evoca, no meio em que se faz a evocação, enfim, no objetivo que se tem em vista. Alguns médiuns recebem mais particularmente comunicações de seus Espíritos familiares, que podem ser mais ou menos elevados; outros se mostram aptos a servir de intermediários a todos os Espíritos, dependendo isto da simpatia ou da antipatia, da atração ou da repulsão que o Espírito pessoal do médium exerce sobre o Espírito chamado, o qual pode tomá-lo por intérprete, com prazer, ou com repugnância.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Os poderes da defumação

PERGUNTA:  Mas a defumação pode afastar espíritos mal-intencionados?
  
RAMATÍS:  Há certos tipos de ervas cuja reação etérica é tão agressiva e incômoda, que torna o ambiente indesejável para certos espíritos, assim como os encarnados afastam-se dos lugares saturados de enxofre ou gás metano dos charcos.  Aliás, as máscaras contra gases provam suficientemente quanto à existência de certas fumacinhas que também podem aniquilar os seres humanos!
Há perfumes que inebriam determinadas pessoas, mas causam cefaléias, tonturas e até náuseas noutras criaturas. O odor ácido e picante do alho e da cebola, que aguça o apetite nas saladas das churrascarias, depois é detestado pela produção do mau hálito. Durante a queima de ervas produzem-se reações agradáveis ou desagradáveis no mundo oculto, porque, além de sua propriedade física, elas também libertam outras energias provenientes do armazenamento do éter e do magnetismo físico no duplo etérico do vegetal. O cheiro ou a exalação das ervas e flores que afetam o olfato dos encarnados também é um campo vibratório a influir fortemente nos desencarnados, e essas emanações fluídicas penetram diretamente no perispírito.

Cada espécie vegetal no mundo possui a sua característica fundamental e atende a uma necessidade na Criação. A mesma seiva venenosa da cicuta, que mata, hoje serve benfeitoramente na medicina homeopática, curando convulsões, estrabismo, efeitos de comoção no cérebro ou da espinha. Deus não criou as espécies vegetais apenas como enfeites do mundo; pois elas atendem simultaneamente às necessidades da vida manifesta no plano físico, etéreo e astralino.

sábado, 8 de março de 2014

ASSIM ESTAVA ESCRITO – Parte final





...Marilda e Sônia desceram à carne para cumprir uma prova de desventuras esquematizadas pelas imprudências de outrora. Sem dúvida, a Lei Cármica marcou-as com a orfandade, sem o direito do lar amigo, que já haviam conspurcado ou desprezado antes.
Planificaram a atual existência conforme linhas de forças espirituais geradas carmicamente, que não lhes davam o direito ao berço quente e amigo. Graças aos sentimentos generosos de criaturas bondosas, elas foram ternamente acolhidas na 'Casa Madalena" e passaram a usufruir de conforto, prazeres e estima ou favores, a que ainda não tinham direito. Todavia, a Lei Espiritual, que não é punitiva, porém educativa, aguardou a regeneração de ambas nessa oportunidade e só voltou a agir, quando verificou que elas, incautas, continuaram a repetir os erros passados, cedendo novamente aos impulsos animais inferiores. Almas primárias, reagiram iradas e insatisfeitas contra a primeira advertência justa e disciplina corretiva.
Embora materialmente amparadas não estavam suficientemente esclarecidas para enfrentar as dificuldades e os sofrimentos próprios da vida cotidiana e foram atraídas para a prostituição, pelas tendências ancestrais pregressas. Lavínia mostrou-se inquieta e nervosa, interpelando o guia:
— Porventura, irmão Abelardo, ainda fomos insuficientes a essas órfãs?
— Em verdade, não faltou amor nem proteção às jovens frustradas, porém, esclarecimento de modo a superar as ciladas da vida profana. — Insistiu Abelardo cordialmente. — Não se pode culpar os integrantes da "Casa Madalena" por essa omissão involuntária, quando os seus servidores mal conseguem atender às necessidades materiais das internas.
E Abelardo completou, num sorriso fraterno:
— Aliás, isso já aconteceu a todos nós!
— Não compreendo! — redarguiu Lavínia, algo confusa.
— Criaturas como Sônia e Marilda, ainda não conseguem dominar 'os desejos, as tentações e dificuldades da vida humana, enquanto não forem convenientemente educadas espiritualmente. Até as almas de melhor padrão espiritual, por vezes fracassam no intercâmbio com as paixões humanas. Espíritos primários, reagem voluntariamente ante a primeira contrariedade, magoam-se pela diferença de tratamento alheio e revoltam-se quando lhes impedem a realização imediata dos seus desejos.
— Mas isso é suficiente para justificar-lhes a prostituição? — insistiu Lavínia, inconformada.
— Cinjo-me apenas aos fatos já ocorridos, sem examinar sentimentos ou tecer críticas à vossa boa intenção. Embora a ternura, o devotamento e a renúncia sejam virtudes que vos glorificam perante Deus, nem por isso elas modificam a aplicação correta e educativa da Lei do Carma sobre os espíritos falidos. Examinamos "friamente" a vida agradável e sem obrigação onerosa de Marilda e Sônia transcorrida na "Casa Madalena" até os dezessete anos de idade, em comparação com os contrastes que ambas defrontaram no trabalho penoso de mulheres casadas com homens pobres.
Na "Casa Madalena" elas andavam sobre assoalhos de "parquete" encerado, repousavam em poltronas fofas e aveludadas, dormiam em colchões de molas, macios e confortáveis, guarnecidos de lençóis alvíssimos e cálidos acolchoados. Viviam despreocupadas e alegres, assistindo filmes cinematográficos e programas de televisão. Aos domingos excursionavam às praias e outros lugares pitorescos. Durante o Inverno eram protegidas pelos aquecedores e no Verão dormiam tranquilamente em aposentos amplos e de boa ventilação. Em suas dores e incômodos, sempre tiveram assistência médica carinhosa.
Cumpriam as tarefas escolares entre jardins floridos e alimentavam-se fartamente, acrescidas de gostosas sobremesas. Durante o Natal e a Páscoa, os espíritas ofereciam-lhes presentes e bombons de chocolate, ou então festejavam-lhes os aniversários em comemorações joviais em torno dos simbólicos bolos de velas. Infelizmente, devido ao seu primarismo espiritual e cegas pelo egoísmo e amor-próprio, elas atingiram a mocidade sem desenvolver a paciência, resignação, coragem e estoicismo, virtudes necessárias às mulheres oneradas com a pobreza. Sem dúvida, julgando vingar-se dos benfeitores, terminaram cavando a própria ruína na rebeldia contra a disciplina e os estatutos da "Casa Madalena", e depois não puderam superar os "contrastes violentos" e óbices imprevistos encontrados no mundo.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

OBSESSÃO




 
1 – Existe relação entre obsessão e correntes mentais?

Quem se refere à obsessão há de reportar-se, necessariamente, a correntes mentais. O pensamento é a base de tudo.

2 – Todos temos desafetos do passado?

Inegável que todos carreamos ainda, do pretérito ao presente, enorme carga de desafetos.

3 – Qual a nossa posição, depois de desencarnados, quando não somos integralmente bons, nem integralmente maus?

Quando desencarnados, em condições de relativamente felizes, guardadas as justas exceções, somos equiparados a devedores em
refazimento, habilitando-nos, pelo trabalho e pelo estudo, ao prosseguimento do resgate dos compromissos de retaguarda.

4 – Onde somos defrontados com mais freqüência pelos desafetos do passado, na Terra ou no Plano Espiritual?
É compreensível que seja na esfera física que mais direta e freqüentemente nos abordem aqueles mesmos espíritos a quem ferimos ou com quem nos acumpliciamos na delinqüência.

5 – Como poderemos classificar aqueles que em outras existências nos foram inimigos ou de quem fomos adversários e que, no presente, desempenham, na base da profissão ou da família, o papel de nossos companheiros ou parentes?

São eles as testemunhas de nosso aperfeiçoamento, experimentando-nos as energias morais, quando não lhes suportamos o permanente convívio, por força das provas regenerativas que trazemos ao renascer. Acompanham-nos por instrumentos do progresso a que aspiramos, vigiam-nos as realizações e policiam-nos os impulsos.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

O passe e a benzedura nos processos de cura.



Nos processos de cura, como deveremos compreender o passe?

Emmanuel - Assim como a transfusão de sangue representa uma renovação das forças físicas, o passe é uma transfusão de energias psíquicas,com a diferença de que os recursos orgânicos são retirados de um reservatório limitado, e os elementos psíquicos o são do reservatório ilimitado das forças espirituais.

– Como deve ser recebidos e dados os passes?

Emmanuel - O passe poderá obedecer à fórmula que forneça maior porcentagem de confiança, não só a quem o dá, como a quem o recebe. Devemos esclarecer, todavia, que o passe é a transmissão de uma força psíquica e espiritual, dispensando qualquer contato físico na sua aplicação.

– A chamada “benzedura”, conhecida nos meios populares, será uma modalidade do passe?

Emmanuel - As chamadas “benzeduras”, tão comuns no ambiente popular, sempre que empregadas na caridade, são expressões humildes do passe regenerador, vulgarizado nas instituições espirituais de socorro e de assistência.
Jesus nos deu a primeira lição nesse sentido, impondo as mãos divinas sobre os enfermos e sofredores, no que foi seguido pelos apóstolos do Cristianismo primitivo.
“Toda boa dádiva e dom perfeito vêm do Alto” – dizia o apóstolo, na profundeza de suas explanações.
A prática do bem pode assumir as fórmulas mais diversas. Sua essência, porém, é sempre a mesma diante do Senhor.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

As Provas e a Morte






Estabelecido o alvo da existência, mais alto que a fortuna, mais elevado que a felicidade, uma inteira revolução produz-se em nossos intuitos.

O Universo é uma arena em que a alma luta pelo seu engrandecimento e este só é obtido por seus trabalhos, sacrifícios e sofrimentos. A dor, física ou moral, é um meio poderoso de desenvolvimento e de progresso. As provas auxiliam-nos a conhecer, a dominar as nossas paixões e a amar realmente os outros. No curso que fazemos, o que devemos procurar adquirir é a ciência e o amor alternadamente. Quanto mais soubermos, mais amaremos e mais nos elevaremos.

A fim de podermos combater e vencer o sofrimento, cumpre estudarmos as causas que o produzem e, com o conhecimento dos seus efeitos e a submissão às suas leis, despertar em nós uma simpatia profunda para com aqueles que o suportam. A dor é a purificação suprema, é a escola em que se aprendem a paciência, a resignação e todos os deveres austeros. É a fornalha onde se funde o egoísmo, em que se dissolve o orgulho. Algumas vezes, nas horas sombrias, a alma submetida à prova revolta-se, renega a Deus e sua justiça; depois, passada a tormenta, quando se examina a si mesma, vê que esse mal aparente era um bem; reconhece que a dor tornou-a melhor, mais acessível à piedade, mais caritativa para com os desgraçados.

Todos os males da vida concorrem para o nosso aperfeiçoamento. Pela dor, pela prova, pela humilhação, pelas enfermidades e pelos reveses o melhor desprende-se lentamente do pior. Eis por que neste mundo há mais sofrimento que alegria. A prova retempera os caracteres, apura os sentimentos, doma as almas fogosas ou altivas.

domingo, 15 de setembro de 2013

Os espíritos resolvem nossos problemas?







Muita gente procura o centro espírita em busca de uma conversa direta com os guias espirituais. Talvez acreditem que, se tiverem oportunidade de conversar, chorar suas mágoas e defender suas idéias de auto-piedade, os espíritos se mobilizarão para auxiliá-los e destrinchar suas dificuldades com toda a urgência e facilidade. Meu Deus, como muitos amigos(as) estão equivocados! Espírito nenhum resolve problemas de ninguém. Esse definitivamente não é o objetivo nem o papel dos espíritos, meu filho(a). Se porventura você está em busca de uma solução simples e repentina para seus dramas e desafios, saiba que os espíritos desconhecem quimera capaz de cumprir esse intento.
No espiritismo, não se traz o amor de volta; ensina-se a amar mais e valorizar a vida, os sentimentos e as emoções, sem pretender controlar os sentimentos alheios ou transformar o outro em fantoche de nossas emoções desajustadas.
Os espíritos não estão aí para “desmanchar trabalhos” ou feitiçarias; é dever de cada um renovar os próprios pensamentos, procurar auxílio terapêutico para educar as emoções e aprender a viver com maior qualidade.
Até o momento, não encontramos uma varinha mágica ou uma lâmpada maravilhosa com um gênio que possa satisfazer anseios e desejos, resolvendo as questões de meus filhos(as). O máximo que podemos fazer é apontar certos caminhos e incentivar meus filhos(as) a caminhar e desenvolver, seguindo a rota do amor.
Não adianta falar com as entidades e os guias ou procurar o auxílio dos orixás, como muitos acreditam, pois tanto a solução como a gênese de todos os problemas está dentro de você, meu filho. Ao menos no espiritismo, a função dos espíritos é maior do que satisfazer caprichos e necessidades imediatas daqueles que concentram sua visão nas coisas do mundo. Não podemos perder nosso tempo com lamentações intermináveis nem com pranto que não produza renovação. Nosso campo de trabalho é a intimidade do ser humano, e a cientização de sua capacidade de trabalhar e investir no lado bom de todas as coisas. Nada mais.