segunda-feira, 21 de abril de 2014

o Preto Velho ascensionado!



EXERCÍCIOS PARA A REFORMA ÍNTIMA:


 1 - Executar alegremente as próprias obrigações.
2 - Silenciar diante da ofensa.
3 - Esquecer o favor prestado.
4 - Exonerar os amigos de qualquer gentileza para conosco.
5 - Emudecer a nossa agressividade.
6 - Não condenar as opiniões que divergem da nossa
7 - Abolir qualquer pergunta maliciosa ou desnecessária.
8 - Repetir informações e ensinamentos sem qualquer azedume.
9 - Treinar a paciência constante.
10 - Ouvir fraternalmente as mágoas dos companheiros sem biografar nossas dores.
11 - Buscar sem afetação o meio de ser mais útil.
12 - Desculpar sem desculpar-se.
13 - Não dizer mal de ninguém.
14 - Buscar a melhor parte das pessoas que nos comungam a experiência.
15 - Alegrar-se com a alegria dos outros.
16 - Não aborrecer quem trabalha.
17 - Ajudar espontaneamente.
18 - Respeitar o serviço alheio.
19 - Reduzir os problemas particulares.
20 - Servir de boa mente quando a enfermidade nos fira.
O aprendiz da experiência terrena que quiser e puder aplicar-se, pelo menos, a alguns dos vinte exercícios aqui propostos, certamente receberá do Divino Mestre, em plena escola da vida, as mais distintas notas no curso da Caridade.

-Chico Xavier/Scheilla.
Fonte: Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade

O processo utilizado pelos espíritos trevosos para conduzir os encarnados ao desregramento completo na senda dos vícios.



PERGUNTA: Qual o processo que os espíritos trevosos julgam mais eficiente para conduzir os encarnados ao desregramento completo na senda dos vícios? Servem-se exclusivamente da intuição malévola, ou é bastante sua presença junto das vítimas para estimularem-nas ao desregramento?

     RAMATÍS: - Em face da Lei de correspondência vibratória, que rege as afinidades ou a simpatia entre os seres, são os próprios encarnados que criam a receptividade favorável tanto para a presença angélica como para a produção do clima eletivo para a penetração perigosa das forças das sombras. Elevando-vos, criareis o ambiente vibratório receptível às emissões de ondas espirituais das altas hierarquias superiores; rebaixando-vos pela prática das paixões indignas e dos vícios degradantes, sereis então campo aberto às investidas solertes do astral inferior.

     Os malfeitores e os viciados do Além rebuscam todas as zonas morais e mentalmente vulneráveis das criaturas de tendências viciosas; então passam a explorá-las e infernar-lhes a existência, acrescendo-a de vicissitudes, desenganos e ingratidões do mundo, ao mesmo tempo que lhes insuflam sugestões malévolas para que busquem compensação no vício ou no desregramento moral. Interessam-se muitíssimo pelas criaturas negligentes, ociosas, levianas e adversas à oração ou à meditação superior acercam-se perfidamente dos homens obscenos e sarcásticos, especialistas no anedotário que degrada a mulher, pois estes oferecem pouca resistência para sintonizar a sua freqüência psíquica com as forças deletérias que, pouco a pouco, os moldam às suas condições inferiores. Avaliam todas as debilidades de caráter e probabilidades de aviltamento sob determinado vício perigoso, enquanto técnicos experimentados nas organizações do astral degradado efetuam cuidadosa operação de auscultamento em torno dos encarnados invigilantes, baseando-se nas suas irradiações magnéticas ou nas cores variáveis de seus halos mentais em torno do cérebro. Pesquisam todo vício oculto, toda tendência perturbadora ou paixão perigosa, fazendo prognósticos e medindo a reação daqueles que oferecem perspectivas de se tornarem comparsas no repulsivo círculo vicioso que é o intercâmbio funesto entre vivos e mortos para a mútua satisfação das sensações pervertidas da verdadeira vida espiritual.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Elucidações de Ramatís sobre a significação da cerimônia do "lava-pés".



PERGUNTA: E que nos dizeis quanto à significação da cerimônia do "lava-pés", tradicionalmente consagrada pela Igreja Católica Romana na Semana Santa. Há algum fundamento em tal consagração?


RAMATÍS:  João Batista, o profeta solitário, havia instituído algumas cerimônias com a finalidade de incentivar certas forças psíquicas nos seus adeptos através da concentração ou reflexão espiritual. Isso impressionava os neófitos e servia para a confirmação da própria responsabilidade aos valores espirituais. Em sua época os símbolos, ritos, talismãs e as cerimônias ainda produziam louváveis dinamizações das forças do espírito ou impunham respeito e temor religioso. Eram recursos que serviam como "detonadores" das forças psíquicas, produzindo profunda influência esotérica nos seus cultores, assim como ainda hoje fazem os sacerdotes para o incentivo da fé e do respeito dos fiéis, como são os cânticos, perfumes, a música e o luxo nas igrejas. Por isso, João Batista instituiu a cerimônia do batismo para os heófitos, cuja imersão nas águas dos rios e dos lagos funcionava como um catalizador das energias espirituais, deixando a convicção íntima e benfeitora da "lavagem dos pecados" e conseqüente renovação do espírito para, o futuro. Aquele que se julga realmente purificado de seus pecados, depois vive de modo a não se manchar tão facilmente. Mais tarde, João Batista também organizou a cerimônia do "lavapés", que simbolizava um evento fraterno e humilde, como um sentido de igualdade ou denominador comum entre todos os discípulos e o próprio Mestre. O "lava-pés" era a cerimônia que eliminava a condição social, o poder político, a superioridade intelectual ou a diferença entre

(5) um: — Cremos que parte do pensamento da Nota de Jesus nesse breve discurso aos seus apóstolos, na hora da última ceia, encontra-se referido mais aproximadamente em Lucas, XX — 14, 15, 16 e 18. Neste último versículo, o termo é "não tornarei a beber do fruto da vida", que é a uva, enquanto Ramatís diz que Jesus se referiu ao vinho. (6) João, XIII, vs. 4 e 5.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Semana da páscoa - A entrada de Jesus em Jerusalém.


RAMATÍS:  No domingo que antecedia a semana da Páscoa, Jesus e seus discípulos partiram de Betânia, em direção a Jerusalém. O Mestre seguia silencioso e preocupado, antevendo os acontecimentos trágicos para breves dias; seus amigos e adeptos, no entanto, acompanhavam-no dominados por intenso júbilo, certos de que chegara o momento tão ansiosamente esperado. Jesus seria o fermento, o catalisador absoluto do povo eleito, o embaixador de Israel unindo todas as ovelhas num só redil. Já não se tratava de crença, doutrina ou movimento religioso; era uma causa nacional, em que toda Jerusalém marcharia ao lado dos galileus. A cidade de Deus precisava ser escoimada das impurezas dos infiéis e do insulto da águia romana, que deveria ser destroçada sob os tacões dos judeus heroicos e decididos, sob o comando do invencível profeta e Messias Jesus!
O "Reino de Deus" tardaria apenas por algumas horas e jamais se viu criaturas tão festivas e animadas. À medida que a caravana percorria as estradas de Betânia a Jerusalém, acudiam novos adeptos, simpatizantes, aventureiros e até arruaceiros, entusiasmados ante as perspectivas compensadoras daquele movimento do rabi de Nazaré sobre os "homens do caminho"! Cada. vez mais engrossava a turba bulhenta em torno do grupo apostolar; os mais entusiastas cantavam e riam, enquanto outros batiam palmas, davam vivas a Jesus e o saudavam como o Rei de Israel. A notícia alvissareira espalhava-se pelos arredores de Betânia e arregimentava multidões de criaturas, que mesmo horas depois seguiam no encalço de Jesus, a fim de consagrá-lo em Jerusalém. Caravaneiros, peregrinos e aventureiros encontrados pela estrada recebiam convites atraentes e riam do júbilo provinciano dos galileus seguindo à cauda do seu Mestre.

domingo, 13 de abril de 2014

Enfeitiçamento verbal


PERGUNTA: - Que significa enfeitiçamento verball? 
RAMATÍS: O enfeitiçamento ou a bruxaria, na realidade, pode efetivar-se pela força do pensamento, das palavras e através de objetos imantados, que produzem danos a outras criaturas. O enfeitiçamento verbal resulta de palavras de crítica antifraterna, maledicência, calúnia, traição à amizade, intriga, pragas e maldições. A carta anônima e até mesmo a reticência de alguém, quando, ao falar, dá azo a desconfiança ou dúvida sobre a conduta alheia, isso é um ato de enfeitiçamento. O seu autor é responsável perante a Lei do Carma e fica sujeito ao "choque de retorno" de sua bruxaria verbal, segundo a extensão do prejuízo que venha a resultar, das palavras ou gestos reticenciosos desfavoráveis ao próximo. 
A palavra tem força, pois é o veículo de permuta do pensamento dos homens, os quais ainda não se entendem pela telepatia pura, conforme acontece noutros planetas adiantados. 1
Consoante a significação, a intensidade e o motivo da palavra, ela também se reveste de igual cota de matéria sutilíssima do éter-físico, sobre aquilo que ela define. Quando a criatura fala mal de alguém, essa vibração mental atrai e ativa igual cota dessa energia das demais pessoas que a escutam, aumentando o seu feitiço verbal com nova carga malévola. Assim, cresce a responsabilidade do maledicente pelo caráter ofensivo de suas palavras, à medida que elas vão sendo divulgadas e apreciadas por outras mentes, atingindo então a vítima com um impacto mais vigoroso do que o de sua força original. O malefício verbal segue o seu curso, pessoa por pessoa, assim como a bola de neve se encorpa lançada costa abaixo!

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Causos de umbanda – Um pedido muito especial




Margarida toda sexta-feira vai para a casa de umbanda receber o axé das entidades espirituais. É frequentadora há dez anos e ultimamente, por causa dos problemas familiares tem ido com assiduidade.
É mãe do Pedro, um rapagão saudável que segundo ela, não quer nada com a vida. É esposa do Jorge que vê no próprio filho seu fracasso como pai.
Margarida esperava sua vez de ser atendida. Aquela era a sessão dos pretos velhos e ela estava ansiosa como de costume, para receber as orientações.
Diante do médium que recebia vibrações do guia espiritual, Margarida falava entre aflita e nervosa sobre o problema que lhe apoquentava. Reclamava do filho e do marido, da vida, dos vizinhos, porém o que mais lhe doía era a situação de seu filho único, pois os desentendimentos familiares sempre se davam por causa dele.
O marido sempre entrava em atrito com o próprio filho por causa de sua rebeldia e do seu modo “tanquilo” de ser. As brigas eram diárias e essa situação causava em todos um mal estar daqueles!  
Preto velho: _Deus te abençoe, minha filha! Que mal te acomete? 
Margarida: _É que o Pedrinho, meu filho passou dos limites! Não quer ter responsabilidades, já está com vinte e quatro anos de idade e não para em emprego algum. Fuma demais, dorme até tarde, fica no boteco jogando até tarde da noite e já é até pai solteiro! Ah! Lá em casa tem briga todo dia, pai velho! O meu Jorge não aceita mais os abusos do nosso filho, fica nervoso e por isso o maltrata e o meu filho, infelizmente não o respeita mais. 
A entidade e seu médium ouviam com atenção as lamentações da consulente que não parou por aí... 
Margarida: _Eu hoje vim decidida a pedir pelos dois... na verdade por todos nós lá de casa, sabe? Mas hoje eu quero lhe pedir, pai velho, uma ajudinha muito especial para meu filho Pedro... será que não tem um “jeito” do senhor fazer ele mudar? Digo assim... será que o senhor poderia fazer “algo” para ele se arrumar na vida? Um sacudimento ou trabalho forte... sei lá! Algo que o faça ficar responsável... na verdade não sei bem o que o senhor pode fazer, o que quero é que ele tome jeito de homem, pois já passou da hora! – Dizia ela mais agitada ainda.  -  Então, pai velho, o que o senhor me diz?