terça-feira, 19 de novembro de 2019

AS CONSEQUÊNCIAS DA ALIMENTAÇÃO CARNÍVORA


PERGUNTA: — Surpreendem-nos as vossas asserções algo vivas; muita gente não compreende, ainda, que essa grave impropriedade da alimentação carnívora causa-nos tão terríveis consequências! Será mesmo assim?

RAMATÍS - anjo, já liberto dos ciclos reencarnatórios, é sempre um tipo de suprema delicadeza espiritual. A sua tessitura diáfana e formosa, e seu cântico inefável aos corações humanos não são produtos dos fluidos agressivos e enfermiços dos “patê de foiegras” (pasta de fígado hipertrofiado), da famigerada “dobradinha ao molho pardo” ou do repasto albumínico do toucinho defumado!

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

HÁ UM PRAZO DETERMINADO PARA O ESPÍRITO HUMANO LIBERTAR-SE ESPONTANEAMENTE DO JUGO ILUSÓRIO DA VIDA MATERIAL?



Pergunta: - Porventura, somos culpados de ainda comermos carne, quando é a própria Natureza que nos condicionou, desde a Idade da Pedra, a essa forma de alimentação?
Ramatís: - Considerando-se que a Terra não é colônia de férias, mas escola de educação ou alfabetização espiritual do homem, a alimentação zoofágica ainda é justificável, quando ele ainda não passa de um aluno espiritualmente analfabeto. Mas é prejudicial à sua graduação superior comer carne dos seus irmãos inferiores, quando além de se reconhecer uma entidade imortal, ainda participa de movimentos espiritualistas.

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

DESMISTIFICANDO EXU



PERGUNTA:  Como o fetichismo das crenças mágicas populares juntamente com o sincretismo, fez "exu" ser associado ao diabo, numa distorcida adoração ao demônio, como rito institucionalizado?



RAMATÍS:  A nação africana que mais influenciou a formação das seitas afro-brasileiras com seu fetichismo e suas crenças mágicas foi Iorubá.  Os escravos africanos, ao contrário dos índios, que não foram escravizados, idealizaram o sincretismo para poder realizar seus cultos nas senzalas. Inteligentemente, os orixás são santificados, correlacionados com os santos católicos mais conhecidos. [1] Após a alforria, essa situação se fortaleceu como forma de integração e legitimação numa sociedade regida pelo catolicismo.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

A MISSÃO DA UMBANDA JUNTO COM A APOMETRIA


PERGUNTA: - A Umbanda tem uma missão junto com a Apometria?
VOVÓ MARIA CONGA: - A missão da Umbanda junto com a Apometria é resgatar o alento curativo tão bem exemplificado na personificação de Jesus e Francisco de Assis na Terra, que colocavam a caridade acima das diferenças dos homens, em prol de um amor igualitário a todos, atendendo diretamente os enfermos sem distinções. Sendo um dos pontos que mais as igualam não deixarem obsessores à solta, a Umbanda tem como tarefa precípua, junto com a Apometria, penetrar nos antros de magia negra, buscar os espíritos maldosos que já passaram dos limites possíveis do exercício do seu livre-arbítrio individual em total desrespeito ao do próximo, seus merecimentos e carmas, retendo-os e desmanchando essas organizações do mal.

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

SÚPLICA



É difícil delimitar, mesmo na profundeza racional, onde começa e termina, em qualquer escrito nobre, a súplica. Achamos que toda a palavra construtiva e letras ordenadas pelos bons princípios são orações, que se vinculam a faixa divina, pela vontade humana mais ou menos educada, para que se materialize na Terra, p ideal do Bem. No entanto, percebemos a sutileza da prece, pois ela difere um pouco das conversações comuns e, pelos contextos dos livros, é como se estivéssemos falando a alguém que somente nos ouve e registra os nossos pedidos na mais alta justiça, computando para nós somente o que nos faz bem. O místico ou o santo vive em completa oração.

domingo, 8 de setembro de 2019

CRENÇAS LIMITANTES



O que na verdade significa crença limitante? É algo em que acreditamos e mantemos “fixo” em nosso pensamento por anos e anos até que ela se cristalize e então passamos a agir como acreditamos ser o certo. Mas por que dizemos “limitante”? Porque nos mantém estacionados em conceitos ortodoxos, já ultrapassados e, na maioria das vezes, negativos acerca de nós mesmos.
Isso se inicia em nossa infância através do que nossos pais nos diziam sobre as coisas e a respeito das pessoas, formávamos então, em nossa imaginação as ideias baseadas nos medos das narrativas de nossos entes mais próximos. Isso tanto podia trazer-nos benefícios como podia “aprisionar-nos” em verdadeira “teia gigante” pegajosa que se formava em nossa mente infantil e sonhadora, direcionando-nos à uma caminhada limitada e cheia de obstáculos criados por nós mesmos.